Editora Galera Record, Resenhas

Título: Gregor e a Segunda Profecia

Título Original:Gregor and the Prophecy of Bane
Autora: Suzanne Collins
Tradução: Edmo Suassuna
Páginas: 288
Ano: 2012
Editora: Galera Record
Gregor e a Segunda Profecia
Livro no Skoob
Resenha do primeiro livro

Gregor, o herói improvável de um mundo secreto sob a cidade de Nova York, terá que enfrentar os perigos do Subterrâneo mais uma vez. Após sua irmãzinha, Boots, ser misteriosamente sequestrada, o menino se vê obrigado a retornar ao Subterrâneo, onde sua ajuda é necessária – uma Segunda Profecia foi revelada e somente ele poderá impedir uma terrível guerra que poderá destruir a todos.

Gregor não pretendia voltar ao Subterrâneo e já havia até esquecido das palavras de Luxa sobre uma segunda profecia chamada Profecia da Perdição. Mesmo que ele estivesse nessa profecia, não poderia voltar para lá, pois sua mãe trancara a passagem do duto de ar que levara Gregor, sua irmã mais nova, Boots, e seu pai para aquele mundo um tanto estranho. Mas ele não se lembrava de que havia outra passagem, na qual ele voltara do Subterrâneo para o centro de Nova York montado em Ares, o morcego que havia vinculado sua vida a de Gregor e que devia protegê-lo sempre, assim como ser protegido pelo garoto.
Boots brincava no parque no centro da cidade, quando… Onde estava ela? Perto da entrada para o Subterrâneo, Gregor viu uma perna de uma barata. Uma barata gigante. E teve a certeza: as baratas sequestraram Boots. Sem outra escolha, o menino foi em busca de sua irmã e só então descobre que Boots estava sã e salva e apenas fora usada como isca para o “Guerreiro da Superfície” descer até o Subterrâneo e salvar a todos de um rato lendário que os destruiria: Bane.
Seguindo a Profecia da Perdição, Gregor viaja de barco até o Dédalo, para matar Bane. Com a ajuda de muitos amigos, eles conseguem chegar até o território onde o rato está escondido. Porém, muitas perdas irreparáveis aconteceram no caminho. Os ratos acreditavam que isso desestabilizaria Gregor. Estavam quase certos.
Eles estariam celebrando em algum lugar, os roedores. Rangendo seus dentes de rato e rindo e se congratulando mutuamente porque o plano deles tinha funcionado. Parabenizando-se por terem matado a irmãzinha de Gregor e o destruído.

 – O que você vai fazer, habitante da Superfície? – Twitchtip perguntou.

– Eu? – ele disse. – Eu vou matar Bane.
Pensando que sua irmã estava morta e em como chegaria em sua casa, na Superfície, sem ela, o ódio e a sede de vingança tomaram conta do Guerreiro. Gregor ia matar Bane, estava decidido a isso. A não ser que…
Encolhido contra a parede, tremendo de medo, estava um pequeno rato branco. Subitamente, tudo fez sentido para o menino; por que não se sabia nada sobre Bane, por que ele não tinha conquistado o reino dos ratos, por que ele não tinha atacado. Ele era apenas um bebê!
Ainda assim, era Bane. Seria tão fácil matar a criatura diante dele. Mas… mas…
Ma-mãããe!
Mas ele soava igualzinho a Boots!

Gregor não poderia matar um bebê. Um rato bebê. Que chorava e falava como Boots. Pensou que se algum rato bom “criasse” Bane, este cresceria sem fazer mal a ninguém. E foi isso que fez: o entregou para Ripred, um rato confiável, e teve a certeza de que Bane ficaria bem, afinal. Tentando lidar com as perdas da rainha Luxa, de Aurora, sua morcega, de Twitchtip, a rata especial e da barata tão amigável, Temp e, ao mesmo tempo, lidar também com a felicidade que foi reencontrar Boots viva e finalmente poder voltar para casa, Gregor percebe o verdadeiro guerreiro que há dentro de si…
Suzanne Collins surpreendendo mais uma vez! Achei o segundo livro muito melhor do que o primeiro e por isso digo para aqueles que não se empolgaram com Gregor: insistam, vale a pena! A história continua sendo infanto-juvenil, claro, mas me pareceu bem mais madura e desenvolta. A capa é obscura e mostra os rochedos e o barco onde Gregor passou a maior parte do livro, indo para o Dédalo. Os vaga-lumes, ou “brilhantes”, voam na frente, dando luz para eles. A leitura é tranquila e em certas partes da história meus olhos se encheram de lágrimas… Mas ainda há muito para descobrir no Subterrâneo! 

“Na próxima vez que eu for lá embaixo…” o menino pensou, com um arrepio percorrendo sua espinha. Porque ele sabia que haveria uma próxima vez.

E nós também sabemos. Vamos junto?
Beijos, Camila

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