fevereiro 28, 2015Editora Arqueiro, Resenhas

[Resenha] O Príncipe das Sombras

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gsTítulo: O Príncipe das Sombras Título original: The Prince Autor: Sylvain Reynard Ano: 2015 Editora: Arqueiro Número de páginas: 128

Estou muito surpresa porque para um livro introdutório, a série toda tem garantias de se tornar muito boa, desde que não desande no meio do caminho.

Quem leu as minhas resenhas de O Inferno de Gabriel, O Julgamento de Gabriel e A Redenção de Gabriel, sabe que eu sou bem implicante com a trilogia + autor (que suspeito ser autora). Mas ok, resolvi deixar minha perseguição de lado e ir de coração aberto ler a a nova série, sobrenatural desta vez. E, confesso, estou muito surpresa porque para um livro introdutório, a série toda tem garantias de se tornar muito boa, desde que não desande no meio do caminho.

O personagem principal do nosso livro se chama… Príncipe. Sim, desde o primeiro momento vamos ter o livro sob a sua perspectiva e conhecer quem dará vida aos próximos livros. Apesar do nome remeter aos contos de fadas da Disney, engana-se quem pensa que é do mesmo tipo: aqui conhecemos um ser sobrenatural frio, calculista e vingativo. Seu desejo? Apenas matar quem roubou suas valiosas ilustrações da Divina Comédia de Dante, desaparecidas há cem anos. As ilustrações, para quem acompanhou a trilogia citada acima, pertence a Gabriel. Decidido a destruir o casal, Príncipe começa a fazer todo o seu plano. Antes disso, ele não esperava começar uma guerra em Florença, mas se ver obrigado quando é atacado. Extremamente poderoso e líder de um grupo tão leal quanto, ele precisará descobrir quem atentou contra sua vida, antes que dê cabo a dos Emersons.

Com um livro prequel, introdutório para a série, fiquei animada. O autor trouxe elementos interessantes e soube medir a história neste momento para atiçar a curiosidade. Claro, tem ainda Gabriel e Julia que traz a nostalgia (para quem gosta deles) de ler algo a respeito deles envolvidos. Em alguns momentos, temos o livro sob a perspectiva de Gabriel, mas é evidente que ele será apenas coadjuvante.

O livro é bem pequenino, com apenas 128 páginas. A Editora fez a diagramação com a fonte bem grande e um papel um pouco mais grosso e pesado (para quem leu A Promessa do Tigre, é como este livro). A moça da capa não fez muito sentido para mim, mas de restante, gostei bastante dentro dos meus limites com o autor. O importante é que ele atiçou minha curiosidade e aponto de me fazer acompanhar o que vier daqui para frente.

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