Editora Novo Conceito, Resenhas

Título: Tudo e Todas as Coisas Título original: Everything, Everything Autora: Nicola Yoon Ano: 2016 Editora: Novo Conceito Número de páginas: 304

E a história tem uma mensagem tão positiva sobre experiências, sobre viver além de suas limitações, sobre tentar alcançar os desejos que norteiam suas expectativas, sobre fazer mais e querer ser mais. É como um lembrete animado que colocamos na geladeira de manhã para não nos esquecermos de agradecer.

E a história tem uma mensagem tão positiva sobre experiências, sobre viver além de suas limitações, sobre tentar alcançar os desejos que norteiam suas expectativas, sobre fazer mais e querer ser mais. É como um lembrete animado que colocamos na geladeira de manhã para não nos esquecermos de agradecer.

Preciso começar dizendo que adoro quando um livro Young Adult me surpreende positivamente, pois é tão difícil isso acontecer. No caso deste livro, a ideia dele já me conquistou; então apesar dos pesares que tive com alguns pontos da história, a originalidade do enredo é o suficiente para que eu indique para qualquer leitor que aprecie o gênero. Sem mais delongas, vamos à história.

A protagonista do livro se chama Madeline; ela tem quase 18 anos e uma vida completamente diferente de adolescentes dessa idade, tudo em função de uma doença que a tornou alérgica ao mundo externo. Qualquer coisa pode ser um fator que desencadeie em seu corpo uma reação que pode mata-la, em função disso ela vive com diversas limitações e só possui contato com outras duas pessoas: sua mãe e sua enfermeira, Carla. Apesar de sua condição, ela busca apreciar o que tem e ocupa seu tempo principalmente com a leitura de livros. Isto até que uma nova família se muda para a casa ao lado da sua; quando ela conhece Olly, começa a desejar uma vida diferente da que teve até então.

Pela primeira vez em um longo tempo, eu quero mais do que eu tenho.

Primeiramente, deixe-me dizer que achei completamente genial a ideia da doença de Madeline. De verdade. Tanto no sentido literal: desde o início fiquei entusiasmada e curiosa para saber como a autora conseguiria desenvolver este enredo; quanto no sentido poético: Madeline precisava permanecer dentro de sua casa esterilizada para sobreviver, e por conta disso estava renunciando ao direito de viver.

É tão difícil, ao menos para mim, encontrar uma história hoje que soe realmente única e interessante, muito em razão de haver já tantas histórias escritas, mas acredito também porque acabamos nos acomodando em uma zona de conforto quando ela começa a dar certo, e isso inclui autores. Logo, eu fui sedenta neste livro – foi ele quem me tirou de uma ressaca literária que já se estendia há meses e estava me deixando completamente desanimada com a prospecção de qualquer nova leitura.

De imediato, Madeline foi alguém por quem me interessei. Seu otimismo mediante ao modo como ela vivia foi inspirador desde início, e mais do que isso, o modo como ela sempre buscava alguma razão pela qual agradecer. Seu relacionamento com sua mãe é algo que nos é apresentado já no início; elas são muito próximas também em função de o pai e irmão de Madeline terem morrido em um acidente de carro quando Madeline ainda era um bebê. Carla é também alguém com personalidade própria no livro, uma personagem que cativa em sua amizade e cuidado com a protagonista.

O sorriso que ele me dá faz viver valer à pena.

Olly é simplesmente alguém que faz Madeline questionar se o estilo de vida que levava valia à pena no grande esquema das coisas e se ela sobreviveria aos riscos de tentar mudar. Deixe-me dizer que acontece com eles um caso do insta-love, o que eu não gosto nenhum pouco. A partir do momento que eles só olham pela primeira vez através do vidro da janela do quarto dela, basicamente não conseguem tirar o outro da cabeça.

Mas a forma como o relacionamento deles se desenvolve, primeiramente através da internet e logo com visitas esporádicas de Olly a casa dela, é bastante, bastante fofa. Principalmente nas visitas, em que eles eram proibidos de se tocar – ainda que Olly sempre passasse pelo processo de esterilização -, ficava evidente a vontade que tinham um do outro. Era triste e adorável ao mesmo tempo. Mas de pouquinho a pouquinho, eles foram conseguindo mais e mais.

Querer só leva a mais querer. Não há um fim para o desejo.

Um rapaz de personalidade irreverente, Olly é alguém extremamente enérgico e dado à feitura de acrobacias em seu dia a dia. Não é muito explorada a forma como ele desenvolveu esse talento e nem se ele pretendia utilizar isso para uma carreira. Outro ponto que pecou em desenvolvimento foi a questão familiar de Olly. Ele mora com a mãe, irmã e pai, sendo o pai uma figura complicadíssima e abusiva com a família. Temos um vislumbre dos motivos que contribuíram para o comportamento do pai, mas ao longo dos acontecimentos do livro, quando chega ao fim o tema da família de Olly se torna uma ponta solta.

Não me incomodou o livro ser em primeira pessoa, embora eu geralmente não goste, mas gostaria de ter tido mais acesso ao personagem de Olly. Acho que ele é aquele tipo de pessoa que possui muito conteúdo além da superfície e merecia ter sua própria história contada. Na verdade, esse é um livro independente – o que pode ser um pró, considerando que eles parecem estar em extinção hoje em dia -, mas eu gostaria de saber mais da história como um todo.

Apesar de gostar muito do relacionamento de Olly e Madeline, que possui uma doçura característica de romances entre adolescentes que não vemos mais na vida real ou na ficção – essa doçura me lembrou do romance no livro Eleanor & Park -, acho que a autora peca um pouco em focar tanto a mudança no comportamento da Madeline como uma forma de estar junto dele.

Eu estava feliz antes dele. Agora estou viva, e isto não é a mesma coisa.

Consigo compreender o impacto que uma pessoa pode ter na forma como vivemos e como pode ser nosso combustível para melhorar nossa própria vida; isto de fato acontece muito. O que me preocupa é que talvez ela ter começado a agir em busca de ter um relacionamento mais real com ele roube a importância que esta mudança teria para ela mesma, e para seu futuro.

As atitudes de Madeline nos permitem vislumbrar os conflitos internos que a permeiam: culpa, sensação de impotência, coragem, entusiasmo, medo, etc. Imagine alguém depois de dezoito anos experimentando a vida pela primeira vez. Então havia muito, muito mais em jogo nas atitudes dela do que somente poder estar com Olly. Era poder estar com e ser ela mesma.

– Tudo é um risco. Não fazer nada é um risco. É sua decisão.

Esta mudança é algo extremamente significativo não só porque ela se arrisca a ter experiências que não havia tido, mas também porque desencadeia uma série de acontecimentos a qual nunca, nunca teria acontecido do contrário. Claramente eu não vou falar sobre o clímax do livro, porque seria o maior de todos os spoilers, mas é verdade que o rumo que a história toma começou a fazer com que eu me questionasse todo o porquê dela.

Há muita gente que critica a conduta da autora quanto ao enredo, e sim, eu concordo que o que acontece tira boa parte da magia da originalidade que me encantou na história em particular. E que talvez seja até um pouco de desrespeito com a natureza real da doença para as pessoas que a vivem – mas eu precisaria estudar mais a respeito da doença em si para saber. Contudo, a decisão da autora adicionou outro aspecto que eu achei incrível à história: o aspecto psicológico.

Talvez crescer signifique desapontar as pessoas que amamos.

Eu sou completamente apaixonada por psicologia e qualquer, qualquer fator a ela associado, seja na vida real ou na ficção. E simplesmente o twist do livro, apesar de ter sim apagado parte do brilho original, deu espaço para uma discussão absolutamente fantástica sobre amor, perda e limites. De verdade, meus dedos tremem enquanto escrevo porque tudo o que eu queria era falar sobre isso neste momento, muito também porque este tema me afeta especialmente por me ser familiar, não exatamente igual ao da protagonista, mas parecido.

E a história tem uma mensagem tão positiva sobre experiências, sobre viver além de suas limitações, sobre tentar alcançar os desejos que norteiam suas expectativas, sobre fazer mais e querer ser mais. É como um lembrete animado que colocamos na geladeira de manhã para não nos esquecermos de agradecer. É como a sensação de novas possibilidades e novas conquistas. É um livro que faz com que olhemos para nós mesmos e nos perguntemos: será que estamos nos dando à chance de explorar todo o nosso potencial? Será que estamos vivendo ao máximo?

Até mesmo o encanto de Madeline pelos livros age aqui como uma forma de ponderar o quanto deste encanto era genuíno gosto pela leitura e quanto ela utilizava isso como substituto da vida e de suas próprias experiências. Há algumas passagens em que ela compara suas experiências à descrições de livros e a forma como não é, de nenhuma maneira, comparável ou suficiente viver através de páginas.

Desde que Olly entrou em minha vida, existem duas Maddys: aquela que vive através de livros e não quer morrer, e aquela que vive e suspeita que a morte seja um pequeno preço a pagar por isso.

Então foi um livro que me proporcionou sensações grandiosas. Senão por essa questão do grande foco no romance como se transformando na razão de viver de Madeline e esse twist que, apesar de ter trazido à tona um tema que também me foi interessantíssimo, adicionou ao livro uma sombra contraditória, minha avaliação seria maior. Mas honestamente? Leiam. Porque em minha opinião, tem sido realmente uma tarefa árdua encontrar uma história que seja instigante assim como essa é.

O livro tem uma lírica bem gostosa, doce e rápida; eu o li em um só dia em intervalos de obrigações, e isso porque era um dia normal de trabalho. Ele também é bastante interativo, com alguns desenhos, gráficos e organogramas feitos pela protagonista para ponderar e analisar as situações mais diversas. É bastante, bastante divertido. Poderia continuar falando desse livro pro muito, muito tempo, mas vou me refrear. Limites, certo? Esse livro também fala sobre eles. Nicola Yoon, aguardo seus novos trabalhos.

A vida é um presente. Não se esqueça de vivê-la.

Editora Intrínseca, Resenhas

Título: Quem Era Ela? Título original: The Girl Before Autora: J.P. DelaneyAno: 2017 Editora: Intrínseca Número de páginas: 336

A história, primeiramente interessante, não apresentou sentido; depois de um tempo, você perde a vontade de saber o que vai acontecer, somente quer que acabe.

O mercado editorial foi tomado por livros com protagonistas femininas que não se tratam somente de um romance, basicamente depois do sucesso de Garota Exemplar, um livro bastante aclamado.

Por um lado isso é incrível, afinal, mulheres são tão capazes de estrelar um thriller quanto de encabeçar um romance, tão capazes de protagonizar uma ficção científica como são quando falamos de um drama; estava na hora das histórias contemporâneas retratarem esta realidade.

Por outro lado, quando o assunto é suspense, surgiu um mar de cópias baratas do livro de Gillian Flynn que não se pode ser domado. Uma qualidade ruim de escrita, um desenvolvimento pouco convincente e um plot twist medíocre têm cercado a maior parte dos livros que li que se promovem como seguidores da mesma linha de raciocínio de Flynn. Quando na verdade a única semelhança é ter uma mulher como protagonista mesmo.

Se existem as frases “Para os amantes de garota exemplar”, “Se você amou garota exemplar, vai amar esse!” e derivados associados ao livro, é provável que eu não vá gostar dele, que tenta se vender como o novo suprassumo da vez. Com Quem Era Ela?, infelizmente este foi o caso.

A premissa da história me soou bastante interessante, duas mulheres com idade e aparência similares dividindo a história com uma casa tão deslumbrante quanto misteriosa. Emma, de um ponto de vista passado e Jane, do ponto de vista presente. Emma estava lidando com o trauma subsequente a ter sua casa invadida por dois adolescentes e Jane tentava superar a morte de sua filha no parto.

– Ah, ele não te contou? As garotas que vieram antes. Nenhuma delas dura, sabe. Este é o ponto.

Edward, o dono da casa, tem uma série de restrições quanto ao seu uso, algumas restrições basicamente absurdas, mas ao conhecer a casa pela primeira vez, ambas se apaixonam e acham que vale à pena.

Não entrarei em detalhes sobre o desenvolvimento da história, basta relatar que ambas as mulheres, em épocas diferentes, fazem escolhas bastante parecidas quanto a casa e desenvolvem um relacionamento com Edward.

Emma inicialmente se muda para a casa com o namorado, mas termina o relacionamento pouco depois e passa a morar na casa sozinha. Muito da personalidade dela e de suas questões vão ficando mais claras ao longo do livro, e essas revelações nos ajudam a montar o cenário do passado.

– Sei que pode parecer estranho, considerando que eu nem conhecia a Emma. Mas me parece que ninguém verdadeiramente a conhecia. Todos com quem falei têm uma percepção diferente sobre quem ela era.

Jane, porém, começa a ficar intrigada com a história da mulher que ali morava antes e sobre a falecida esposa de Edward e as circunstâncias em que a casa foi construída. Mas eram tantos pontos soltos, tantas mentiras veladas e tantos caminhos a seguir que ela nunca conseguia chegar a uma conclusão de fato.

O ex-namorado de Emma, Simon, também participa da história das duas mulheres, de maneiras diferentes. Parecendo obcecado com a ideia de que Edward era responsável pelo que aconteceu no passado, ele oferece ajuda a Jane. Simon é sem dúvida um personagem bastante patético desde o início e é mais uma ponta solta que vamos tentando encaixar a história ao longo do livro.

Sociopatas são atraídos pelo vulnerável.

Minha primeira crítica negativa ao livro é a escrita, que me parece relaxada, e as escolhas que foram feitas à história pareciam fabricadas, um amontoado de twists que não casavam um com o outro e parecia somente objetivar surpreender o leitor pelo grande número de informações. Qualquer um ficaria perdido, porque o livro não segue uma linha de raciocínio.

A personagem de Emma, ainda que muito mais complexa do que primeiramente percebamos, se mostrou simplesmente insuficiente como protagonista. Até nos capítulos em que ela é a voz central, parece que tem alguém contando a história por ela. E isso porque não entrarei em debate sobre seu comportamento no geral, do contrário a resenha seria somente sobre ela.

Jane, ainda que assumindo um papel bem mais incisivo sobre dona de seu próprio destino, também apresentou atitudes extremamente contraditórias e ingênuas para alguém que se acreditava ser tão perceptiva sobre toda a estranheza da situação. Era quase como se o comportamento ingênuo funcionasse para alongar a história e manter o “suspense” a todo vapor até o fim.

O personagem de Edward é absurdo, mas ao mesmo tempo é o personagem mais conciso de todos, sendo seu comportamento claro desde o início ao fim. A personalidade dele foi com certeza a melhor trabalhada, ainda que repulsiva.

Por fim, o livro foi insuficiente. A história, primeiramente interessante, não apresentou sentido; depois de um tempo, você perde a vontade de saber o que vai acontecer, somente quer que acabe. Mais um livro completamente esquecível e que não cumpriu o que se propôs a fazer.

Por favor, faça uma lista de todos os bens que considera essenciais na sua vida.

Editora Bertrand, Nora Roberts, Resenhas

Título: O Colecionador Título original: The Collector Autora: Nora RobertsAno: 2017 Editora: Bertrand Brasil Número de páginas: 462

Independente do tema, Nora sempre nos entrega uma história tão palpável que parece que ela viveu todas aquelas experiências, mas aqui faltou aquele algo mais, aquela pitada para apimentar as coisas.

Nora Roberts e eu, uma relação de amor que dura mais do que muitos casamentos. Contudo, tivemos um leve desentendimento neste livro; nada que rompesse a relação, mas o bastante para reavaliar alguns pontos. Um livro de suspense daqueles que não te instiga muito a saber o que vai acontecer, mas ainda assim é Nora, e isto para mim é quase verdade absoluta. Vamos à história.

Segundas chances são mais assustadoras do que as primeiras, porque na segunda vez você sabe o quanto está arriscando.

A protagonista é Lila Emerson e trabalha como “housesitter”, alguém que se hospeda na casa de outras pessoas quando elas estão fora para manter o lugar em ordem e seguro; não bem como a profissão “caseiro”, que geralmente está ligada a figura masculina que também realiza pequenos reparos na casa entre outras coisas, mas algo parecido.

Em uma noite em que trabalha na casa de uma cliente, ela testemunha um suspeito assassinato seguido de homicídio após ver uma discussão entre um casal no prédio à frente – ela vê o que acontece porque costumava espiar a dita mulher que morava no apartamento; sim, a Nora traz aqui uma personagem a la vouyer, o que é dito como estranho, mas não muito grave no livro. Eu acho esquisitíssimo, intrusivo e um tanto sem sentido, mas ok.

As vidas das outras pessoas simplesmente a fascinavam.

A mulher foi empurrada da janela enquanto o homem foi posteriormente encontrado morto. Lila era a única testemunha do caso, ainda que não tenha visto o homem empurrando a mulher de fato, somente a discussão anterior.

Em meio à investigação ela conhece Ashton Archer, um artista que era irmão do suposto assassino. Confiante na índole de seu irmão, Ashton recruta Lila para ajudá-lo a descobrir a verdade – outro ponto aqui é que os dois resolveram seguir por conta própria para achar o(s) assassino(s) sem nem ao menos esperar que a polícia tentasse fazer seu trabalho, mas ok +1.

O livro se desenvolve a partir daí e aos poucos eles vão juntando peças, mergulhando em um universo ligado à arte, antiguidades, poder, e ganância. E ao longo da história claramente eles se aproximam e se apaixonam perdidamente.

– Em alguns dias, a música não está afinada, mas é sempre uma canção que vale à pena cantar.
– Esta é a melhor descrição de um bom casamento que eu já ouvi.

O romance é morninho, mas doce. É gradual e parcialmente acreditável, mas nada que seja notoriamente espetacular. Os personagens em si não são muito cativantes e não tem características interessantes, era mais um tanto faz do que qualquer outra coisa.

Aliás, o problema do livro em si é. Como é comum nos livros da Nora, há uma riqueza absurda de detalhes e uma noção clara de que houve muita pesquisa envolvida. Independente do tema, Nora sempre nos entrega uma história tão palpável que parece que ela viveu todas aquelas experiências, mas aqui faltou aquele algo mais, aquela pitada para apimentar as coisas.

A criatividade é meu Deus. A tecnologia, meu adorado amante.

A personagem da Lila apresentava algumas inconsistências a partir do que era dito que ela era e o seu comportamento de fato. A escolha de profissão dela era dito ser em virtude de seu desprendimento e desinteresse por compromissos longos, mas não era bem isso que ela transparecia. Em Ashton, não houve nada de muito marcante que eu consiga lembrar para dizer.

No geral, não é um livro ruim, mas não é bom. Não é digno de um trabalho da Nora e não parece ter sido escrito pelas mãos dela, mas, não se pode acertar sempre, correto? Quem gosta do gênero, e principalmente de arte, pode tirar algum proveito da história em si. Mas como um conjunto completo, acho que o livro não atendeu às expectativas.

O amor, mesmo quando não é real, pode matar.

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