Editora Seguinte, Resenhas

gsTítulo: Mentirosos Título original: We Were Liars Autor: E. Lockhart Ano: 2014 Editora: Seguinte Número de páginas: 272

Tirando o fato de que desde o início nos questionamos o que aconteceu no acidente, […] não há mistério.

Desde a publicação deste livro, ouço falar muito dele.  Primeiro no site americano Goodreads, e mais tarde no Skoob. Dei uma espiada na sinopse, pensei cá com meus botões que era um suspense e eu amo suspenses, então por que não? Adicionei à lista e finalmente consegui ler. É um livro bem rapidinho de ler, relativamente curto e a narrativa fácil de acompanhar.

Nós somos Sinclairs. Lindos. Privilegiados. Danificados. Mentirosos. Nós vivemos, ao menos durante o verão, em uma ilha particular na costa de Massachusetts. Talvez isso seja tudo o que precise saber.

Vamos começar pelo título? O título me chamou a atenção de primeira. Pensei em dissimulações, intrigas, corrupções e drama. O título não é explicado no livro. Li no Goodreads que foi editado porque acharam que a cena do livro em que se explica porque eles eram conhecidos como mentirosos é muito lenta e não queriam comprometer o ritmo da história. Bem, eu achei o livro lento; e para mim isso não é ruim, mas essa justificativa não fez sentido. Fora que o título acabou por ficar solto e sem muita relação com a história, não sei como isso foi preferível a uma “cena lenta”.

O livro é contado pelo ponto de vista de Cadence. Ele começa com alguns trechos instigantes a respeito da família Sinclair. Trechos que me fizeram esperar por algo que fosse tão estimulante quanto à trama da série de TV Revenge. Não foi. A história entregou bem menos, mas teve seu valor. Cadence começa com uma introdução à família e aos Mentirosos: ela, Johnny, Mirren e Gat e à rotina deles na ilha particular da família.

Seja um pouco mais gentil do que deve ser.

Desde o início, é mencionado que aconteceu um terrível acidente na ilha no verão em que Cadence tinha 15 anos e o grande suspense da história é descobrir o que aconteceu, porque durante o acidente Cadence sofreu uma lesão cerebral e não se lembra dos detalhes daquele fatídico dia. Ela passa dois anos sem ir à ilha, tentando em vão se comunicar com os Mentirosos sem sucesso, porque nunca ouvia nada vindo deles de volta. No verão de seus dezessete anos, ela retorna à ilha com a esperança de que pudesse compreender o que aconteceu.

Comecei a ler o livro sem saber o que esperar, e para mim ele não é um suspense. Tirando o fato de que desde o início nos questionamos o que aconteceu no acidente, porque ninguém respondia para ela a verdade quando perguntava e este era outro porquê, não há mistério. A história se desenvolve com Caddy contando sobre seus dias na ilha no verão de seus dezessete anos, mas não há aquela estrutura característica de um suspense em que vamos adquirindo no decorrer do livro peça após peça até conseguirmos montar todo o cenário, ou finalmente alcançamos o clímax da trama. Descobrimos o segredo no final, de uma hora para outra, simplesmente porque Cadence se lembra do que aconteceu.

Aqui estou congelada, quando mereço queimar.

O livro é melancólico, bem melancólico. Em parte porque ela sofre com sequelas do seu acidente e tem que conviver com constantes dores, em parte porque assistimos a frustração dela em não conseguir lembrar-se das coisas e em parte porque tem toda a subtrama do relacionamento dela com Gat. Gat não é parte da família de fato e sim sobrinho de um dos empregados na ilha; Cadence se apaixona por ele. Ele é um rapaz cheio de perspectivas sobre fazer o bem para um grande número de pessoas e sobre o que ele lê e sobre o que ele acredita; sinto que o romance entre eles se desenvolve mais pela convivência do que outra coisa.

Eu posso entender o charme que ele tinha, mas não consegui ver nenhum traço em Cadence que o atraísse, considerando a pessoa que era. Ela não tinha algo de especificamente especial, era um tanto egoísta por conta de sua criação e não tinha grandes reflexões sobre o mundo que existia fora dos limites da ilha ou do dinheiro de sua família. Para mim, ela foi uma poça de água bem rasa, embora tenha amadurecido com os dois anos subsequentes a seu acidente.

O silêncio é uma camada protetora sobre a dor.

Os personagens de Johnny e Mirren também ganham destaque, afinal eles eram mesmo um grupo e a maior parte das cenas é deles juntos, suas conversas e sonhos e planos. O livro tem uma pegada bastante adolescente, bem ingênua e pouco holística sobre a realidade das coisas. Fora que, tirando Gat, eles realmente eram adolescentes mimados e privilegiados e um tanto egocêntricos. Mas isso, surpreendentemente, não me incomodou tanto quanto seria o natural. Talvez porque este não fosse foco, fosse somente um detalhe. Na maior parte do tempo eu tentava ler nos diálogos deles o que não estava escrito, o que não estava evidente.

Ninguém aqui é um criminoso. Ninguém é um viciado. Ninguém é um fracasso.

Porém, como eu disse, quando a verdade veio, foi como uma bala perdida. Eu não fazia ideia, de verdade. Não fazia ideia. Nunca desconfiei daquele final. Penso agora que deveria, porque geralmente analiso todos os cenários, mas não desta vez. Acho que estava muito concentrada no presente e no concreto para ter uma visão além, principalmente porque tinha em mente que, já que foi algo que aconteceu no passado, ele deveria estar exposto no agora de alguma forma.

Acho que o twist, a pegadinha, a surpresa, como queiram chamar, foi muito boa. Muito boa. Eu não esperava. Eu não imaginei nem em um universo paralelo. E ao mesmo tempo, assim como é todo o tom do livro, é extremamente triste. Eu não chorei ou quis arrancar meu coração pela boca como algumas pessoas, acho que apesar de tudo não me conectei muito a esse livro, talvez porque estava muito preocupada em compreendê-lo e dissecá-lo, talvez porque realmente tive dificuldade em me interligar com os pensamentos muito juvenis de Cadence e do resto do grupo, mas é triste. O livro me deixou com uma sensação de arrependimento, de desperdício, de destino roubado, sabe? Acho que quem leu vai entender do que estou falando.

Não há nem uma palavra no Scrabble para descrever como me sinto mal.

Mas no geral, o porquê aconteceu o que aconteceu? Achei fraco, achei digno de ser algo pensado por pessoas que não conhecem bem o mundo. Não compreendi a lógica por trás da ação, não entendi como esta ação representava uma solução. A meu ver, dois anos depois o problema ainda persistia e acho que não cabia a eles mudar aquilo.

Não aceite o mal que você pode mudar.

Este trecho descreve perfeitamente o porquê de tudo. Esta frase é, no mínimo, fantástica. Adoro a ideia, inclusive o livro é cercado de frases de efeito que levarei para a vida. Mas o que aconteceu aqui foi um erro de cálculo. Infelizmente, não é todo mal que podemos mudar. E tentar pode nos destruir.

Se eu recomendo? Sim. Ainda estou digerindo a história, matutando algo aqui, recalculando algo ali, mas eu desejo isso às pessoas. Essa inquietude, essa reflexão. O livro não me conquistou e arrebatou perdidamente, mas é um livro em que vou pensar por algum tempo ainda, é um livro que terei muito gosto em debater e dissecar um pouco mais com pessoas que também leram. É um livro que marcou.

No entanto, eu acho que é um livro que deve ser lido primeiro e depois que devemos ler resenhas, e reviews, e comentários. Acho legal que a pessoa faça como eu fiz, e mergulhe nele sem esperar nada. Então se você ainda não leu o livro e está lendo esta resenha, não leia mais nenhuma; vá ler o livro primeiro. E depois volta para conversar a respeito? 🙂

A ilha é nossa. Aqui, de certa forma, somos jovens para sempre.

Editora Sextante, Livros Nacionais, Resenhas
[Resenha] Mulheres
18.out.2015

gsTítulo: Mulheres – Retratos de respeito, Amor próprio, Direitos e Dignidade Título original: Autor: Carol Rossetti Ano: 2015 Editora: Sextante Número de páginas: 160

A cada clique que eu dava nas fotos, mais eu queria fotos, mais eu queria mais dos desenhos dela.

Ainda que não conheçam o livro, já devem ter visto um dos desenhos da Carol circulando aí pela rede. Um dos desenhos incríveis que ela faz. Eu sei que comigo foi assim. Não me lembro os detalhes, mas vi uma página do Facebook compartilhando um dos desenhos dela, ou melhor dizendo, compartilhando álbum da página dela. Sabe aquilo de você olhar, sorrir e/ou pensar, curtir e fim? Pois é, não foi isso que aconteceu. A cada clique que eu dava nas fotos, mais eu queria fotos, mais eu queria mais dos desenhos dela.

Comecei a curtir a página dela. Chequei a foto do perfil, a foto de capa, e fui descendo a barra lateral para ver posts mais antigos e então surgiram fotos de pessoas com o livro, eu pensei: PARA TUDO PORQUE EXISTE UM LIVRO DESTAS OBRAS DE ARTE!!! *Corre desesperadamente para pesquisar preços* Eu não estava – e não estou – num momento propício para introduzir mais despesas no meu orçamento, mas eu precisava tê-lo em minhas mãos.

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Tentei reproduzir a foto clássica de posar com o exemplar, mas não deu muito certo. A luz estava péssima e eu tirei umas 30 fotos antes de optar por essa porque já não tinha mais tempo de bancar a modelo. A foto fez sucesso, entre meus poucos amigos, e teve a repercussão objetivada: o interesse no livro. Além de ele ter uma capa “Ba-ban-te”, a textura dele é deliciosa e a edição de dentro também muito fofa.

Pois bem, no geral, o livro é uma reunião de desenhos junto a pequenos textos inspiradores que estão expostas no Facebook. “Então por que comprar se vai ter nele o que posso ver de graça?” Bem, se a pessoa realmente pergunta por que o livro físico é importante, isso em si já garante que ela não entenderá mesmo que eu explique. Pode não ser assim para todo mundo, mas para mim o livro físico é um presente, principalmente na nossa era de ler mais e-books por questão econômica.

Além dos desenhos, Carol relata no início como surgiu a ideia do livro e o que a inspirava a desenhar. Ela cria também categorias para os desenhos, como se fossem blocos: “este bloco de desenhos está baseado em XXXX”, “já este daqui em XXXXX”, neste estilo. Alguns desenhos possuem ao lado um quadrinho explicando no que/em quem se basearam, alguns são inspirados em histórias de pessoas reais.

Penso que quem gosta de livros ilustrativos, não pode errar com este. Assim como Carol ressalta no início do livro, para ela o feminismo ultrapassa a luta pela igualdade entre homens e mulheres, e seus desenhos, portanto, retratam isso. O título é “Mulheres”, e os desenhos abrangem a diversidade de mulheres de diferentes culturas, biotipos, cores, personalidades, estilos, limites, alturas, pensamentos, posturas, prioridades, vidas. É um banho de exemplos.

Concordo, sobretudo, com Carol neste ponto: a diversidade é um presente, não é? Que riqueza habita nossas diferenças! De todos os tipos de intolerância com que vivemos, a intolerância ao diferente é uma das que eu menos consigo compreender. Que universo paralelo entediante seria se eu compartilhasse a mesma identidade com os outros. Como alguém igual a mim poderia suprir as minhas falhas para com o mundo? Como evoluir se não tem com quem aprender?

Bem, a escolha é de vocês, mas se fosse eu correria para ler *sorrisinho inocente* Estou aqui encarecidamente para dar aquela dica. Se estiver procurando um livro para ser o próximo da lista, já o encontrou. Há como um livro que trata do empoderamento feminino através de desenhos mega expressivos dar errado? Já respondo: não. Então se joga!

Editora Novo Conceito, Resenhas

gsTítulo: Eu Te Darei o Sol Título original: I’ll Give You the Sun Autor: Jandy Nelson Ano: 2015 Editora: Novo Conceito Número de páginas: 384

O estilo de escrever da Jandy é ouro, diamante, rubi, safira, e qualquer outra preciosidade que puder pensar. A escrita dela é uma metáfora, uma poesia e um sonho em um mix perfeito.

É possível que você tenha sido dirigido a Eu Te darei o Sol por conhecer a autora Jandy Nelson, e é possível que você conheça a autora por ter lido O Céu está em todo Lugar. Foi isso que aconteceu comigo. Ganhei de presente da Rapha o livro há uns dois anos (talvez?) e embora eu tenha torcido o nariz primeiramente por saber que a história teria um triângulo amoroso, o livro enfraqueceu minhas pernas e meu coração. Então, obviamente quando vi que a autora iria publicar outro livro, fiquei mordendo as unhas e fui salivando em cima dele como um urubu na carne, cheia de expectativas.

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Primeiramente, o estilo de escrever da Jandy é ouro, diamante, rubi, safira, e qualquer outra preciosidade que puder pensar. Este livro também é prova disso. A escrita dela é uma metáfora, uma poesia e um sonho em um mix perfeito.

Talvez algumas pessoas sejam destinadas a estar na mesma história.

Agora sim, vamos à história. O livro basicamente é centrado em Jude e Noah, dois irmãos gêmeos que, apesar de personalidades muito diferentes, sempre tinham sido unha e carne, até que algo acontece e embora continuem morando na mesma casa, eles se afastam significativamente. É uma curiosidade que fica rondando a história no decorrer do livro, e vamos pouco a pouco montando as peças do quebra-cabeça. Ele se desenrola pelos pontos de vista dos dois: de Noah, quando os dois tinham 13 anos e quando tudo acontece, e de Jude, quando eles têm 16 anos.

Tenho a impressão, embora possa ser somente eu, que o livro ficou desequilibrado entre os pontos de vista. Sinto que li muito mais sobre Jude do que sobre Noah, até porque a razão de eles terem se afastado aparentemente é culpa dela, então lemos muito dela se lamentando pelo que fez e desejando ter novamente o relacionamento de antes com o irmão. Algo que não gostei: os capítulos do livro são muito, muito longos. Não sei como está na edição em português, mas acredito que seja em torno de umas 30 páginas, acho que isso comprometeu a estrutura do livro. E se acabássemos um capítulo querendo saber logo a continuação, tínhamos que esperar um capítulo inteiro de 30/40 págs até saciar nossa curiosidade.

Você precisa ver os milagres para que existam milagres.

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Como eu disse, senti que o livro se centrou muito mais na Jude e isso me decepcionou. Um, porque eu tinha lido alguns spoilers sobre Noah e queria muito e muito e muito dele e dois, porque eu não gostei da personagem. Ela tinha muitas características que eu já li em outras personagens adolescentes e que não me agradam: egoísmo, egocentrismo e excessiva dose de drama.

Isso pode ser considerado spoiler: a mãe dos dois morre quando eles têm 13 anos, os dois continuando a morar com o pai, e muito do drama do livro tem a ver com a mãe deles. Jude especialmente carregava muito algumas das últimas palavras que a mãe disse para ela e ela disse a mãe, uma frase específica sobre a qual eu teria uma longa discussão sobre estereótipos femininos e um papel social esperado da mulher ainda hoje; não concordo com a imagem de “pura e virginal” que o livro reforça como sendo a forma “correta” de uma mulher agir. Novamente, eu posso estar sendo crítica demais acerca desse aspecto, mas existe uma culpa grande que Jude sente por não ter seguido o conselho da mãe e ter se transformado em “uma daquelas garotas”. Há um estigma muito grande a respeito disso e embora as circunstâncias que Jude tenha perdido a virgindade tenham sido menos do que ideais, acho que a autora se concentrou mais em criticar o fato de que ela tinha perdido a virgindade do que no fato de que ela não foi bem tratada em um momento importante como esse.

Para desenhar, você deve fechar os olhos e cantar.

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Mas bem, voltando ao foco, Jude conta sobre o presente da história e basicamente a trama central dela é: Jude é escultora, estuda numa escola de arte que era na verdade o sonho de consumo de seu irmão, e começa a ser orientada por um famoso artista chamado Guilhermo ao mesmo tempo em que conhece o interessante Oscar, que tem um relacionamento não tão bem explicado com o próprio Guilhermo. O artista é temperamental e fechado; seus trabalhos evidenciam que ele está a um bom tempo de luto por alguém. Oscar é charmoso, misterioso e tem uma atitude de bad boy. Jude se vê encantada pelo primeiro e o segundo faz suas pernas tremerem. Guilhermo me intrigou e embora eu gostasse de Oscar em alguns momentos, sinto que ele se comportou mais como um babaca para com Jude do que não.

A alma dele podia ser o sol. Eu nunca conheci ninguém que tinha o sol como alma.

Noah, doce Noah com seus treze aninhos. Admito, Noah é meu xodó. Desde o início do livro, eu queria pega-lo no meu colo e protegê-lo do cruel mundo externo. O Noah de 13 anos só tinha duas coisas no pensamento: entrar para a escola de artes de seus sonhos (ele desenhava e pintava) e Brian, o seu vizinho que compartilhava com ele dos gostos estranhos que o resto do mundo criticava. Eles dois são a coisa mais fofa das coisas fofas. Sério. Eu me sinto traída porque não tive muito deles, mal pude conhecer o Brian de verdade.

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A maior trama do Noah era sua sexualidade e sua relação com Brian, que ora achava que era mais do que amizade e ora achava que era coisa de sua imaginação. Ah, como meu coração dói ao pensar que existe muita gente com o mesmo problema e esse planeta monstruoso que impede até que alguém faça a pergunta para tirar dúvida, que faz com que as pessoas temam dar carinho ao próximo. O que leva as pessoas a condenarem o carinho e defenderem a palavra do ódio? Mais vezes do que não, essa humanidade é uma decepção.

“Eu te amo” Eu digo a ele, mas somente o que sai é – Oi.

“Tanto” Ele responde, mas se traduz em – Cara.

Mas eu me questionei no decorrer do livro, assim como acontece quando eu leio algum livro do Harlan Coben: olhando para todos esses personagens, como eles se interligam? Admito que saquei o grande segredo antes de chegar ao fim, o que tirou um pouco do peso do clímax. No geral, gostei da lógica, gosto de histórias que despem as pessoas dos rótulos de “bom” e “mau” e que mostram que na realidade todos nós somos os dois, muitas vezes ao mesmo tempo. Eu esperava mais do livro, esperava sentir mais na relação entre Jude e Noah, mas como eu falei, não consegui gostar dela, peguei-me muitas vezes querendo pular os POVs dela, mas lembram, +/- 30 págs né?

Eu não sabia que você poderia ser enterrado em seu próprio silêncio.

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Mas ó, Jandy Nelson arrasa. Gente, quero escrever como essa mulher um dia. O próprio título “Eu te darei o sol” tem uma analogia fofa que é explicada no livro. Então assim, apesar dos pontos negativos que eu considerei, leiam. Mas leiam primeiro O Céu está em todo Lugar, vocês PRECISAM conhecer Joe Fontaine antes de fazerem qualquer outra coisa. Depois vem pro Noah, ele é especial do jeitinho dele. E vem mergulhar nas palavras da Jandy; elas te afogam, elas te cortam mesmo o oxigênio, mas de um jeito estranho, essa é a melhor parte.

Esta é a hora para segundas chances. É hora de reconstruir o mundo.

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