Editora Galera Record, Resenhas

gsTítulo: Sem Esperança Título original: Losing Hope Autora: Colleeen Hoover Ano: 2015 Editora: Galera Record Número de páginas: 320

De certa forma, esse livro foi uma boa adição. De outra, pode acabar sendo repetitivo. Não é algo que pudesse ter sido evitado, porém, considerando o conteúdo do livro.

Opa, minhas resenhas dos livros da Colleen Hoover estão virando fichinha fácil aqui. E lá vou eu falar de novo (para a resenha de Um Caso Perdido, clique aqui) dessa história que parte corações. Pois bem, se você não leu o primeiro livro, recomendo que o leia primeiro. Este aqui é sob a perspectiva de Holder, mas nós começamos a compreendê-lo no primeiro livro e acredito que é melhor respeitar a ordem mesmo. Se não leu o primeiro, esta resenha pode conter spoilers.

Eu costumava pensar que a melhor parte de mim havia morrido com Les, mas a melhor parte de mim está bem na minha frente agora.

É ainda, a meu ver, a história de Sky, mas dessa vez entrelaçada ao antes e depois da vida de Holder. Minha visão deste livro continuou seguindo a mesma linha do primeiro, vemos momentos já vividos, agora pelos olhos de Holder. Foi bom porque eu gostei de conhecer mais da família de Holder, em especial sua irmã, e compreender melhor porque Holder achava que tinha decepcionado sua irmã também. Eu entendo de onde venha sua culpa, mas depressão é o que é, e no fim das contas a irmã dele precisou de um tipo de ajuda que ele não tinha como oferecer. E também entendo de onde vem sua culpa em relação a Hope, mas vocês que leram o primeiro livro devem concordar quando eu digo: ainda bem que ele fez o que fez.

Eu não me lembro o que é se importar o suficiente com a vida a ponto de que o pensamento de morrer pudesse me destruir.

Pode-se dizer que a dose de sofrimento nesse livro é reforçada, então prepare os lenços. De verdade. Teve momento que eu queria chorar por Holder, por Sky, e por Les. Três vidas afetadas grandiosamente por outra vida. Aquelas situações do primeiro livro que dava para pensar ‘Que garoto estranho’… Poder ver o que estava passando pela cabeça dele foi ótimo. Por isso eu prefiro POVs de terceira pessoa aos de primeira: ter acesso a um lado só da história limita nossa visão, parece que não estamos explorando todo o seu potencial.

Minha atenção está constantemente presa a ela como se eu fosse uma bússola e ela fosse meu Norte.

As críticas que fiz ao primeiro livro ainda estão nesse. Mas esse livro nos dá alguns presentes. O relacionamento de Holder com sua irmã é precioso, e é injusto que o destino lhes roubou um tempo de ser família de verdade. A mãe de Holder… Bem, eu tenho um problema em livros que mostram os pais sucumbindo a um sofrimento e se esquecendo que os filhos também sofriam. Eu gosto de constatar a humanidade das pessoas, nossos pais ainda são pessoas que sentem, choram, e reagem, eu sei disso… Mas a mãe de Holder falhou no que não devia falhar: ser mãe. O relacionamento de Holder com seu pai me pareceu inacabado; a briga que fez com que ele saísse de casa nunca foi explorada ao fundo, assim como a reconciliação.

O relacionamento de Holder e Sky… Na verdade, eu não vi muita diferença. Holder me parecia ser bastante transparente em seus sentimentos (ainda que não no porquê deles). Aquelas frases de efeito fantásticas de Colleen Hoover vêm em maioria dele, então isso já nos dá uma boa idéia. Senti muito aqui, como já era esperado, que o sentimento dele por Sky começou por causa de sua semelhança com Hope e que as ações seguintes são todas pautadas nisso.

– Você sempre esteve lá, sabe. Mesmo quando eu não me lembrava disso… Você sempre esteve lá.

Quando ele descobre a verdade e fica naquela indecisão se devia confessar a Sky ou não, uau, pode ter certeza que ninguém gostaria de estar com esse tipo de decisão nas mãos. É mais do que um segredo, ele tinha nas mãos o poder de desconstruir a vida de Sky. O peso disso é demais para alguém carregar.

– Eu amo a Hope desde que éramos crianças. Mas esta noite? Esta noite eu me apaixonei por Sky.

De certa forma, esse livro foi uma boa adição. De outra, pode acabar sendo repetitivo. Não é algo que pudesse ter sido evitado, porém, considerando o conteúdo do livro. Mas se Holder já era incrível com a parte exterior que tínhamos dele, imagine um acesso irrestrito aos seus pensamentos, sentimentos, e sua pessoa? É para querer agarrá-lo como um travesseiro fofo num sábado à noite e levá-lo consigo pelo resto dos dias.

Nunca tenho muito que dizer sobre uma sequência de livro que é a mesma história contada por outro personagem (Como aconteceu com a resenha do livro Esta Garota da mesma autora), porque parece que estou apenas copiando tudo o que já foi dito (o que de fato seria verdade), mas posso dizer algo com segurança: quem gostou de Um Caso Perdido, não pode errar com esse aqui. E quem já é apaixonado(a) por Dean Holder, queridos… Vocês não sabem da missa um terço.

Pela primeira vez desde o segundo em que ela foi levada de mim, eu sei o que é ser perdoado.

Editora Galera Record, Resenhas

gsTítulo: Ugly Love – Não Publicado no Brasil Título original: Ugly Love Autora: Colleen Hoover Ano: 2015 Editora: Direitos comprados pela Galera Record Número de páginas:

Um autor que pode escrever histórias que você não necessariamente gosta e livros que não necessariamente te façam sentir bem, mas você não consegue parar de ler.

Mais um livro da Colleen Hoover. Bem, deixe-me começar dizendo que estou indo contra a maré e não achei o livro o suprassumo como é aclamado ser. Não gostei, mas também não desgostei. Foi bem regular. Tenho sentimentos contraditórios porque a Colleen Hoover é, para mim, uma autora “crack” – como li recentemente. E o que é esse autor? Aquele autor viciante, um autor que pode escrever histórias que você não necessariamente gosta e livros que não necessariamente te façam sentir bem, mas você não consegue parar de ler. Antes de falar o que vou falar do livro, algo é indiscutível: eu sou louca pela forma como essa pessoa escreve. Independente do resto, tiro meu chapéu para isso.

Pois bem, a premissa da história não me pareceu algo terrivelmente original e de fato não foi; acho que fui com expectativas grandes porque o último livro que li da autora havia sido Um Caso Perdido e foi uma p*a história original. Ao mesmo tempo, eu tive uma dificuldade grande em definir um foco para o livro. Os personagens principais são Tate e Miles. O primeiro encontro dos dois teria sido engraçado, se o tom do livro fosse esse, mas do contrário, serviu para termos um vislumbre de como Miles estava no fundo do poço.

– Se eu fosse capaz de amar alguém, seria você.

Quando eles se conhecem, Miles está bêbado e acaba balbuciando alguém chamada Rachel (este nome foi mencionado muitas vezes no decorrer do livro, isso já é o primeiro indício de que estava indo para o lugar errado). Os dois se aproximam e começam a dormir juntos. Na ordem natural de romances convencionais, seria a relação de benefícios até que os dois se apaixonassem, teria aquele drama dos dois evitando perceber isso até que se jogassem no amor e então terminariam em um felizes para sempre. Não é o que acontece aqui. De um modo, eu curti a guinada diferente que a história deu. De outro, a guinada não foi tão boa.

– Se estar com Tate por alguns poucos meses pode tornar a dor tolerável o suficiente para que você responda ‘talvez’, imagine o que uma vida inteira com ela faria por você.

Mas quem é  essa Rachel que Miles mencionou?

Rachel está em cada linha desse livro, em cada conversa, em cada pensamento. Rachel é mais do que um romance que deu errado. Não vou estragar contando a história, mas eu vou descrever as porcentagens que compuseram o livro para mim: 50% se trata do relacionamento entre Miles e Rachel; 25% do livro é Miles agindo como um completo babaca e sendo extremamente infeliz; 20% é a vida da Tate; 5% cenas significativas entre Miles e Tate. O livro é dividido entre presente e passado: um capítulo flashback, o capítulo seguinte em tempo presente. O livro é sobre o relacionamento de Miles com duas mulheres diferentes, Rachel no passado e Tate no presente.

– Havia momentos em que eu não me importava se ia sofrer de novo, porque estar com você quase fez toda a dor potencial valer à pena.

Mas me incomodou muito o fato de que o relacionamento entre Miles e Rachel roubou a cena no livro. O passado tendo mais valor que o presente. A casa de sentimentos bons era só Rachel, e Tate tinha as migalhas. Ela era a segunda opção, o prêmio de consolação. A autora não soube dosar o que era dar um insight sobre o que tinha acontecido com Miles no passado e no que ele tinha se tornado por isso; ela errou na mão.

Rachel foi egoísta e injusta, usando a desculpa de estar machucada para machucar Miles. E assim se passaram anos. Ela sugou anos da vida de Miles, e no fim, nem um pedido de desculpas existiu. Ela não ergueu o dedo mindinho para mudar nada. Foi ele, tomando a iniciativa, desde o início até o final. Que tipo de amor é esse, eu me pergunto, que não se comove ao ver o outro sofrer? Talvez seja esse o ponto do livro: os diversos tipos de amores que existem. E até onde eles valem à pena.

Tate não foi uma personagem especial, e portanto não consigo compreender porque ela foi a mulher a estremecer a base que Miles tinha criado para sua vida. Eu não desgostei dela, mas ela não me fez sentir nada. Eu me identifiquei com ela porque ela sabia que estava aceitando um relacionamento inferior ao que merecia porque gostava do cara, sabia que estava se subestimando ao estar com ele, mas né, amor é amor, gente, quem nunca? Pontos para a garota ser inteligente o suficiente para admitir isso, ainda que tenha passado boa parte do livro sendo tapete para ele pisar.

Ele está em tudo.

Tudo é Miles.

É o que acontece quando alguém desenvolve uma atração por outra pessoa. Ele não está em lugar nenhum, então de repente está em tudo, independente de você querer ou não.

Miles? Sei que pode parecer até aqui que eu desgosto dele, mas na verdade não. Não tem como não sentir empatia pelo tormento que ele viveu, e pela culpa que ele carrega consigo mesmo, culpa é uma daquelas coisas que corroe cada pedacinho da sua alma até que não reste mais nada. Sei disso. O que eu critico é que a autora só mostrou as partes ruins de Miles com a Tate, o Miles de verdade, o Miles que é um cara legal, carinhoso, e que realmente vale à pena? Ele só existe na cenas flashbacks com a Rachel. Literalmente as partes boas de Miles pareciam ter desaparecido. Mas odiar Miles seria, para mim, como odiar um cachorro machucado que está no chão e apenas tem forças para latir raivosamente se fingindo de forte. Impossível tarefa.

– Eu suponho que se um homem viveu o lado mais feio do amor, ele nunca vai querer passar por isso de novo.

Senti pena dele em muitos momentos do livro, mas se tem algo que eu aprendi e em que acredito é que você estar machucado não justifica machucar outra pessoa. Acho que Tate e Miles tinham potencial de ser um casal, mas não do jeito que foi. Miles precisava de tempo para lidar com seu passado e com o que queria para seu futuro, e diferente do que muitas histórias de romance pregam: um personagem doente, espiritualmente falando, não se cura milagrosamente por alguém chegar para ele e dizer “eu te amo”. E é isso o que acontece aqui. O final do livro foi tão incrivelmente fácil, tudo se encaixou tão rápido, que me perguntei porque eu tinha lido todas as páginas até ali, se um problema de 6 anos se resolveu em um dia. Miles precisava de ajuda; o amor sozinho não resolveria.

Ele inspira de modo instável, enquanto olha para minha boca. – Você torna a tarefa de respirar muito difícil.

Eu não senti que Miles gostava da Tate, e ele com certeza não a tratava como se gostasse. Não consegui entender porque Tate era “the one” para ele e mais ainda, porque Miles era o “the one” para ela. O que, desde o início, me pareceu que eles tinham era o sexo.

Colleen Hoover jogou, como de costume, aquelas frases metafórias fantásticas que são características dela, aquelas reflexões que parecem teorizar todas as complicações emocionais do mundo – isso é o que mais gosto na escrita dela, o que me faz continuar lendo os livros dela apesar das críticas que sempre faço, mas aqui nesse livro não foi o suficiente. A premissa era muito boa, mas os personagens, o conteúdo dos personagens, foi fraco. Tate, para mim, foi insuficiente. E Miles, o Miles do presente, me pareceu destruído demais para se doar a alguém. A impressão que eu tive e tenho é que o Miles, aquele que conhecemos nos flashbacks, não existia mais. As melhores partes da pessoa dele haviam ficado com a vida passada que ele perdeu.

Eu me apaixono, me desapaixono, e volto a me apaixonar com aquela resposta.

E é claro que você deve estar se roendo de curiosidade para saber o passado dele. Lol. Esse é sempre meu objetivo. E foi assim que eu estava durante o livro inteiro, doida para descobrir o que tinha acontecido. De fato, não é algo inédito, algo que eu nunca tinha lido antes, mas é um assunto sempre difícil. Não é o tipo de dor que você supera, é o tipo de dor com a qual você aprende a conviver. Mas ainda que não inédito, quando eu descobri, foi impossível não querer abraçar Miles e dizer que tudo iria ficar bem.

Vou ser repetitiva: eu leria esse livro mesmo se soubesse o que ia achar e vou ler mais livros da Colleen. Ah, eu não consigo explicar. Eu sinto nos livros dela. Eu senti nesse aqui, muito, só que para mim o final feliz não foi feliz. Não me pareceu crível. Não consigo imaginar Miles feliz, de acordo com o que aconteceu. Claro que ele é um personagem fictício, mas os problemas fictícios são reais, não é mesmo? Só não sabemos as identidades reais das pessoas que sofrem.

Colleen escreve de uma maneira poética que me atrai, então por isso, eu sempre vou recomendar os livros dela. Independente de quantas estrelas eu dê no skoob, e quantas críticas negativas eu faça. Se você gosta de sentir, leia. Sem mais.

A dor sempre estará lá.

Assim como o medo.

Mas a dor e o medo não são mais a minha vida. Eles são apenas momentos.

Editora Arqueiro, Resenhas

gsTítulo: Bruxa da Noite Título original: Dark Witch Autora: Nora Roberts Ano: 2015 Editora: Arqueiro Número de páginas: 320

Se você é fã da Nora, aquele que lê tudo o que publica com gosto, vá sem medo. Se você não conhece a Nora, não comece por esse livro.

Esta é a série publicada mais recente da Nora, tanto aqui no Brasil quanto lá fora. Sou apaixonada pela Nora e tenho meu projeto pessoal de ler todos os livros dela já publicados. Faltam exatos dois livros dela para eu ler (um porque não é mais vendido na internet ou em lojas e o outro estou lendo atualmente: “Três Destinos”) e a série Mortal a partir do livro 6. Falta bastante coisa ainda sim, mas considerando que ela tem mais de duzentos livros publicados? Opa, estou mal não.

Pois bem. Quando li a sinopse dessa série, e descobri que ela se passava na Irlanda… Oh meu Deus, quase desfaleci. Não sei se já comentei aqui, mas minha fascinação pela Irlanda é culpa da Nora. Foi ela quem fez com que eu me apaixonasse por esse país incrível, com suas lendas e seu misticismo. Quando vi que a história falava sobre bruxaria e se passava na Irlanda? Gente, pensei que nada poderia combinar melhor! E engatei na leitura com avidez.

Eu já li os três livros da série, porque nos Estados Unidos ela já foi completa. Posso falar sinceramente? Eu gostei, mas a série é morna. Os últimos livros da Nora – com exceção de alguns como A Testemunha, que ainda não foi publicado no Brasil, mas é absolutamente incrível demais -, têm sido um decepcionantes no quesito originalidade. É compreensível considerando a carga de livros escritos que ela tem nas costas. Bem, vamos a este livro então.

A protagonista de A Bruxa da Noite é Iona. Ela deixa os Estados Unidos para buscar o destino que graças a sua avó, sempre conheceu desde pequena. Sua mãe tentava ao máximo evitar pensar na palavra ‘bruxa’, mas Iona nunca tinha negado essa parte de si e vai para a Irlanda pronta para enfrentar o que estivera escrito que enfrentaria. Lá ela conhece seus primos Branna e Connor, e os dois ajudam Iona a se situar em seu novo lar e também na situação em que eles estavam: tinham que derrotar uma criatura lendária que atormentava sua árvore genealógica desde um grande confronto com uma antepassada deles: Sorcha, a bruxa da noite.

Lá ela conhece Boyle, um amigo de seus primos que lhe oferece um emprego trabalhando com algo que ama: animais, em especial cavalos. Ele se torna bem mais para ela com um tempo, e os dois engatam num relacionamento. Mas é claro que nem tudo é um mar de rosas. Iona vai passo a passo aprendendo mais sobre o poder que possui e como utiliza-lo, assim como o papel de grande responsabilidade que tinha junto a seus primos para eliminar de vez Cabhan.

Deste dia em diante, ela pensou, esta é minha casa. Uma casa que ela mesma faria, para  ela mesma. Esta era sua vida, vida esta que viveria como bem quisesse. Se aquilo não era mágica, o que era?

O tema central da história é bastante simples, a velha disputa do bem contra o mal. Nada a mais que isso. Eu esperava bem mais da história do que o livro realmente entrega, mas Nora é sempre um porto seguro para mim, assim como os personagens que ela cria. Conhecemos aqui também mais dois amigos do grupo, Meara e Finbar, que ao decorrer da série ajudarão a compor o círculo de 6 forças contra Cabhan, 4 bruxos e 2 humanos.

Iona e Boyle foram bem morninhos para mim, tanto separados como juntos. O maior conflito no relacionamento deles é o medo de compromisso de Boyle a ponto de que ele começa a acreditar que tudo o que estava sentindo por Iona é derivado de um feitiço. Eu sei… Por favor, hein? Mas foi bastante previsível. Não teve nada de muito emocionante neles dois, infelizmente.

O que é uma aventura se você sabe todos os passos antes de da-los?

Há alguns encontros entre o grupo e Cabhan, dos quais mais vezes do que não saem com cicatrizes para lembrar o momento, e o livro se desenvolve com eles buscando compreender mais sobre Sorcha e seus filhos, a relação direta que eles têm com seus antepassados, e como eles derrotariam uma criatura que tinha conseguido escapar por tantos séculos.

De quem eu gostei mesmo foi, nessa ordem: Finbar, Branna e Connor. Explicarei nas resenhas dos próximos livros o porquê melhor, mas eles têm personalidades notáveis para mim, cada um de seu modo. Finbar é descendente de Cabhan e então, historicamente, ele vem do “lado do mal”, e tem o trabalho redobrado de provar de novo e de novo a qual lado ele realmente pertence – principalmente para Branna, com quem teve um relacionamento no passado que ainda está mal resolvido. Ele é sarcástico, engraçado e intenso. Branna é forte, é independente e capaz. Aquele caso típico em que a Nora cria uma personagem em que eu me escolho. E o Connor é só amor… É a melhor descrição; ele é gentil, carinhoso e bem família. Sentimentos bons o acompanham sempre.

Se você é fã da Nora, aquele que lê tudo o que publica com gosto, vá sem medo. Se você não conhece a Nora, não comece por esse livro. Venha me procurar que tenho umas indicações bacanas para te passar. Mais de 170 livros lidos, oioioi. Se não gosta da Nora, ah amigo(a), nem chegue perto desse livro. E sinta-se à vontade de me dizer o gênero que curte que eu te dou umas dicas também 😉

Se você ama a Irlanda… Cai dentro, porque a descrição de cenários que Nora faz aqui? É, como de costume, impecável. Afinal, ela é uma p*ta escritora.

Você não pode apenas torcer por finais felizes. Você tem que acreditar neles. Então faça o trabalho, assuma os riscos.

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