Músicas, Trilha Sonora

edsheeran

Olá, galerinha boa! 🙂

Olhe, eu não sei vocês, mas para mim abril está prometendo ser o melhor mês do ano até então. Livros de autores que gosto a serem lançados, 5° temporada de Game of Thrones, e… dois shows que eu estou m-a-l-u-c-a para assistir. Um deles é da banda Imagine Dragons, talvez eu faça um post como esse dedicado a eles também, e o outro é o ruivinho que eu mais amo: Ed Sheeran.

Ele é o tipo de cantor/compositor que destrói meu coração com qualquer música. Eu particularmente gosto muito de músicas com ritmo lento, aquela melodia mais calma, e claro de músicas com uma lírica de arrepiar os cabelos da nuca. Ed tipicamente entrega os dois, por isso é impossível para mim definir uma música favorita. Se o plural for possível, tudo bem, então vou rabiscar algumas aqui. Não está na ordem de gosto mais/gosto menos, eu nem conseguiria… Vamos no botão “aleatório” mesmo.

1. The A Team

Não poderia começar com outra música se não a primeira música dele que ouvi, e a música que fez com que parasse por um minuto e sentisse. Se não conhece, aconselho você a assistir junto ao clipe. É uma música triste, que fala, sobretudo, dos sacrifícios que as pessoas têm que fazer para sobreviver e que muitas vezes, a vida não lhes nada de volta. Quando dormir hoje, pense nos anjos que conhece e peça que a felicidade lhes toque em algum momento.

2. Lego House

Essa foi a segunda música dele que ouvi. Além de incrivelmente romântica e apaixonante, o clipe da música conta com ninguém mais mais ninguém menos do que Rupert Grint (alguém lembra de Ronald Weasley aí?). Sempre uma boa pedida para dedicar a alguém. Sempre uma boa pedida para fazer alguém querer te abraçar e não largar mais.

3. Give Me Love 

Já na ordem, vamos a terceira música que conheci? Give me love acabou comigo desde a primeira vez, a melodia dela já é melancólica. Sei que isso não é a praia de muita gente, mas é a minha. Risos. O clipe me fez querer gritar de angústia, mas é o tipo de música que fico feliz por existir naqueles meus momentos depressivos de sábado à noite + chocolate e/ou nutella e/ou sorvete. Mas acima de tudo… Reafirma o talento extraordinário que Ed Sheeran também tem como compositor.

4. Kiss Me

Essa é o tipo de música que não poderia faltar em um show dele mesmo daqui a 20 anos, quando ele tiver no mínimo 15 álbuns lançados (eu espero)… É aquela música que consagra um artista. É o tipo de letra que você ama tanto que gostaria de internaliza-la e externaliza-la ao mesmo tempo, para que o mundo conhecesse.

5. One

Essa música… Ah Deus, e a  questão é que estou escutando a minha playlist dele para escrever né? Logo, as lágrimas pelo meu rosto. Okay… Foco. Essa música seria maravilhosa se fosse de qualquer pessoa, mas com a voz do Ed no seu ouvido? Como se cantasse para você? Injusto. Muito injusto. Imagine aquela letra tão linda, aquele sentimento que você sempre desejou sem saber. Essa música te faz desejar por algo, por algo a mais. Você pode não admitir, não querer pensar, não dizer… Mas você vai saber o que essa música fará com você.

6. I See Fire

Sabe aquela música que você canta a plenos pulmões, com uma mão no coração e outra segurando o microfone imaginário? É essa. Ao menos para mim. Impossível descrever o que essa música representa, o que a letra dela acende em mim. Não é por menos que ela faz parte da trilha sonora do filme The Hobbit. Ela explode quanto toca… E eu explodo só de pensar nela.

7. Sing

Eu estou absurdamente ansiosa por cantar essa música no show, se não por mais nada só pelo título dela. Ela tem um estilo diferente das músicas comuns dele, uma pegada mais pop e dançante. Ele sempre apresenta música de um jeito mais despojado e solto. Eu me imagino pulando alucinadamente com ela estourando em meus ouvidos. Mais do que nunca, eu quero ouvir Ed caracteristicamente gritando “SING” para a plateia.

8. Don’t

Falando em músicas com estilo diferente… “Don’t” tem uma batida e estilo rap. Eu ouço as primeiras batidas dessa música, eu começo a me mexer e mudo a postura para a postura “Fuck Off”. É nisso que eu penso com essa música, todas as vezes… Afinal, a razão por trás dela é justamente uma sacanagem que alguém ousou fazer com o Ed. Uma desequilibrada qualquer. O clipe dessa música? Oh.Meu.Deus.Na.Terra.E.No.Céu. Eu sou absolutamente louca por dança, e a coreografia do vídeo? É para cair dura. Ou colocar no repeat até aprender cada passo.

9. Tenerife Sea

Aquele tipo de música que se fosse uma imagem, seria um arco íris. A fofura dessa música não pode ser descrita. Se você ler a letra, é capaz de não suportar tanta doçura, tanta ternura de uma vez só. Esse é o tipo de música que toda pessoa deveria escutar uma vez, de alguém de quem ela gosta, e acreditar na beleza que existe em cada um de nós. Eu sorrio só de pensar nela. O som de fundo dessa música, para mim? É a risada de uma criança. O meu sentimento é o mesmo.

10. Bloodstream 

Eu gosto demais da batida dessa música. Ela é gostosa de ouvir, gostosa demais. A letra dela não é feliz. Not at all. Por ela ser uma perfeita contradição, eu a amo ainda mais. Adoro contradições. Entendo contradições. Sou uma contradição.

11. Small Bump

Eu tenho um fraco grande por histórias entre pais e filhos. Um fraco grande. Portanto essa música, essa música… Ela é mais do que especial. Ah, ela celebra uma das formas mais puras de amor, o amor paterno. E ele anda meio sumido, não é? Vamos combinar uma coisa? Vamos divulgar essa música + o clipe dela? Vamos divulgar o amor? Isso sim é lutar pela família.

12. Wake Me Up

Outra música melancólica, outra música que amo, outra lírica surreal. Ela é mais acústica. Na verdade, essa música é mais poesia do que outra coisa. Imagino-a em um show mais íntimo num pub, ou em um luau na praia… Nossa, ela seria perfeita. Poucos amigos, uma fogueira, o som do mar e o som do violão. Mas imagino-a também num lugar lotado, em que até os corações para ouvir. Um palco com uma iluminação fraca sobre um menino ruivo que ousou sonhar, dedilhando um violão e com essa poesia nos lábios. Já posso ouvir.

13. Afire Love

Essa música PRECISA estar nesse show. E quando ela tocar, eu caio no chão de amor. É mais que família, é mais do que falar de Alzheimer’s, é a forma como é tratado. É o fato de que ver o Ed Sheeran cantando essa música ao vivo vai ser demais para meu coração. Mesmo quem nunca teve um caso na família como esse, mesmo quem nunca sofreu diretamente com isso, sente. Eu tive, e é impossível ouvir essa música sem lembrar da pessoa. É amor. É vida.

14. Photograph

Olha, que difícil me conter para escrever sobre essa música ao invés de sair por aí a cantando. Okay, por que me privar? Farei os dois. Eu não tenho um namorado, mas quando ouço essa música é como se eu tivesse. Eu canto como se eu tivesse. Essa música me lembra amor adolescente, e eu imagino a fotografia tocada por dois sorrisos jovens e duas mãos entrelaçadas.

15. All Of The Stars 

Essa música faz parte da trilha sonora do filme A Culpa É Das Estrelas. Acho que a descrição já encerra aqui, não é? Eu não consigo ouvi-la sem pensar no filme, e não consigo pensar na palavra “stars” sem pensar nela. Ela é triste, ela é incrível. Ela aperta o coração, ela alivia a alma. Ela é tudo.

16. You Need Me, I Don’t Need You 

Mais uma música para dizer “Fuck Off”, como as adoro. Essa tem uma batida dançante, um clima bem libertador. Solto. Gostoso. Descontraído. Já te convenci, não é?

17. Little Bird 

Essa é tão cúmulo da fofura. Tão… Tão… Tão… Fofa. Ah, ela tem que estar no show. Ela me deixa feliz, leve, com um sentimento bom, sabe? Penso em dançar essa música de um jeito desengonçado e completamente espontâneo. É isso. Essa música me remete à espontaneidade. À dança. À sorrisos.

18. Firefly

Esta é quietinha. Calma. Eu imagino um casal, pronto para dormir, e na calada da noite, um dos dois começa a cantar essa música em sussurros no pé do ouvido do outro. Ternura. Sorrisos. Abraços. Carícias.

19. Even My Dad Does Sometimes

Essa música é pouquíssimo conhecida, mas eu gosto tanto, tanto, tanto dela. Inexplicavelmente tocante. É ok não estar ok. Homens podem chorar. Eles podem sentir. Abrace o sentimento, qualquer um deles. Se você sente, é porque está vivo.

20. Thinking Out Loud

Essa é certeza no show. Claro. Sobre o clipe? Sobre a coreografia de Contemporâneo? Palavras não descrevem, então eu nem vou tentar. Essa música é auto explicável. Eu não vou nem tentar. Poder ouvir essa música é um privilégio. É um presente. Então, apreciem.

Ufa. Olhe, foi mais difícil do que eu pensava. Selecionar músicas? No conceito: deixar algumas de fora para o post não ficar tediosamente grande? Bem mais difícil do que parecia. Para mim, toda música do Ed é ouro. Todas são sucessos. Então vou agora esperar o show, torcer para que eu não tenha arrancado todos os cabelos lá pelo dia 30 de abril, e se eu não agarrar as pernas dele e ir me embora com meu ruivinho, volto e conto para vocês como foi.

Resenhas, Universo dos Livros
[Resenha] Domado
10.fev.2015

Título: Domado
Título original: Tamed
Autora: Emma Chase
 Editora: Universo dos Livros
Ano: 2014
Número de páginas: 222

Livro no Skoob
“Domado” é o terceiro livro da série Tangled, de Emma Chase. Neste volume, conheceremos melhor o casal Dee e Matt. Matthew Fisher é mais um sedutor de Nova York. Seu trabalho como agente de investimentos lhe permite desfrutar de alguns prazeres materiais e morar em um apartamento com vista para o Central Park. Matt também é um mulherengo incorrigível. Ele admite que, enquanto não encontra a Senhora Certa, se diverte com todas as Senhoras Erradas.

Deloris Warren é uma garota diferente. Seu trabalho como química de combustíveis aeroespaciais não a impede de ser uma mulher bela, sensual e espontânea. Deloris é do tipo decidida principalmente em relação a homens. Por ter tido seu coração partido, ela resolve não se envolver mais em compromissos e apenas aproveitar os encontros casuais pelas noites de Nova York.

Ao se conhecerem, Matt percebe que Dee é especial e propõe à bela uma amizade um pouco mais colorida. A garota aceita, mas sob uma condição: ele não deve se apaixonar. Será que ambos vão conseguir cumprir essa promessa?

Esse livro conta a história da melhor amiga de Katherine, Delores, e o melhor amigo de Drew, Matthew, e o romance entre os dois. O livro é bom para passar o tempo, mas não há nada de surpreendente nele. Antes de ler o livro, eu tinha minhas ressalvas quanto a Dee, e nesse livro ela se tornou mais humana e mais relacionável. Ainda assim, ela é pintada no livro como uma mulher símbolo da independência e aparentemente diferente de todas as outras: nesse ponto o livro falhou, em minha opinião.
O drama entre eles é um daqueles conhecidos: ela não querendo se envolver seriamente com ele porque havia sido machucada e só tinha namorado homens babacas ao longo da vida, por isso tinha medo de se magoar novamente e preferia manter as coisas bem casuais. Depois de uma noite juntos, a casualidade vai para o espaço. Nada que não tenha sido visto antes.
Matthew é bem paciente com ela; isso é um ponto bastante positivo. (E o livro é, felizmente, contado pelo ponto de vista dele) Bem paciente mesmo, até nas horas em que eu rolava os olhos para o comportamento dela. Apesar de ser parecido o suficiente com Drew para serem melhores amigos, Matthew tem suas características próprias e desde da primeira vez em que ficaram juntos, tratou a Dee de modo respeitoso e com consideração.
Amar é sentir falta do gosto do bafo matinal de alguém. É pensar eles são lindos, mesmo quando seus narizes estão vermelhos como os de um buldogue e o seu cabelo parece com um ninho de um pássaro. Amar não é suportar alguém apesar de seus defeitos, é adora-los por causa deles.
Senti que de certa forma a premissa do livro era mostrar que Matthew melhorou e amadureceu depois que se apaixonou pela Dee, aquela velha história que existe em livros de romance em que o cara galinha muda por amar a garota – o que nunca colou comigo, ficção ou não ficção. Mas Matthew não precisa mudar porque ele já é bem bacana para começar, ele nunca mentia para uma mulher sobre suas intenções e de certa forma, com algumas exceções, era mais gentil do que Drew fazendo isso.
A vida é uma viagem curta e selvagem. Não tente acionar os freios, não a analise demais ou tente controla-la. Se você tiver sorte, como eu tive, você encontrará aquele alguém perfeito que vai sentar ao seu lado e segurar sua mão durante cada curva, subida e descida da jornada.
Um alerta: há uma problemática no passado de Dee que toca num ponto delicado e polêmico; na verdade, é algo que descobrimos no livro 2 – só que pela perspectiva de Kate como amiga que a ajudou a enfrentar o problema. Aqui, vemos as coisas pela perspectiva da própria Delores. Algumas pessoas com certeza vão se incomodar com isso; eu não posso dizer que concordo com a decisão que a Delores tomou, mas não condeno. Nunca estive na situação dela – e não quero -, logo não posso opinar como se soubesse. Mantenham em mente que: antes de julgar, procuremos compreender.
Bem, agora que já lancei a curiosidade – risos -, meu trabalho está feito. O livro não é tão engraçado quanto o primeiro – acho bem difícil que isso aconteça de novo porque o primeiro foi whoa, mas é leve e rapidinho de ler.  Conhecemos a família de Matthew, Billy aparece como um personagem mais consistente nesse livro, ao invés de ser somente o ex-namorado de Kate. Billy e Dee são família, e aparecem como tal. Senti falta de ler mais sobre a Mackenzie – adoro essa menina -, mas ela faz parte mais da história de Drew. Espero que no quarto livro ela venha nos encantar e nos fazer gargalhar de novo. De resto é isso, agora é esperar pelo quarto e último livro da série.
Como uma última observação, destaque para a capa original sensacional que eles mantiveram na edição brasileira. Essas capas arrasam muito.
(…) Porque a melhor parte de uma viagem de carro não é chegar ao destino, é aquele conjunto de coisas doidas que acontecem ao longo do caminho.
Resenhas, Universo dos Livros
Título: Enroscado
Título original: Twisted
Autor(a): Emma Chase
Editora: Universo dos Livros
Ano: 2014
Número de páginas: 240

Livro no Skoob

Quando espontaneidade e tranquilidade se juntam com prudência e responsabilidade, apaixonar-se pode se tornar algo um pouco… Enroscado. Katherine Brooks era o tipo de pessoa planejada, cautelosa. Até conhecer Drew Evans, seu namorado persistente e seguro de si. Juntos, eles formam um casal que se jogam no trabalho e nas aventuras da vida a dois. Até que uma notícia (ou um possível mal-entendido) chega para abalar essa relação. Enquanto seus familiares e amigos acham que eles estavam vivendo o “felizes para sempre”, Kate e Drew entram numa crise. Ela vai para a casa de sua mãe em Greenville. Ele encontra na bebida uma forma de entender o que acontece com seu amor. Enroscado é uma história engraçada e sexy de um casal que não se cansa de desfazer velhos hábitos e busca sempre se reinventar. Nesse segundo volume, será que eles vão conseguir superar as surpresas que a vida a dois proporcionou ao longo do namoro?

Então Enroscado é o aclamado segundo volume da série que se iniciou com o livro Atraído, e desta vez conhecemos a história a partir do ponto de vista da Katherine. Eu já tinha ouvido falar bem mal a respeito do livro, e infelizmente descobri ser verdade a maior parte do que tinha lido.
A autora resolveu fazer o livro com o mesmo formato do primeiro, narrativa de primeira pessoa e em vários trechos como se o narrador estivesse falando conosco. Isso funcionou com meu amado Drew, mas com Kate deixou a desejar. Simplesmente não era o perfil dela e pareceu que ficou forçado, apenas porque tinha dado certo na primeira vez.
Assim como já tinha ouvido antes, achei esse livro bastante desnecessário. Ao mesmo tempo que não achei tão chato como foi taxado, achei porém que ele foi uma adição clichê a história, que tinha me ganhado justamente por sua originalidade – não na história em si, mas pela forma de contá-la.

O perdão é egoísta. Nós perdoamos não porque achamos que é merecido, mas porque é o que precisamos. Para encontrar paz. Para nos sentir completos.

O enredo da história não é nada, nada do já não tenha sido contato antes. Eu, particularmente, não gosto de histórias em que a problemática do casal é baseada em um mal entendido, o que é o caso aqui. Eles brigam e o drama do livro inteiro se desenvolve pelo fato de que ao invés de eles conversarem, cada um vai para um lado de cara feia, como duas crianças imaturas. Está certo que Drew pisa na bola bem feio aqui, com o teatro que ele arma para magoar Kate, mas também, nada disso teria acontecido se ela tivesse honesta com ele desde o início. Enfim, é um típico caso de ação e reação com proporções desastrosas.

– Eu não estou o defendendo, não faço ideia de por que ele fez as escolhas que fez. Mas… Não posso evitar sentir muito por ele. Porque um dia ele vai abrir os olhos e perceber que ele cometeu o maior erro de sua vida.

Para mim é muito mais válido trabalhar em cima de um verdadeiro problema, porque é isso com o que lidamos: problemas reais. E se ao menos eles percebessem que o problema deles foi a falta de comunicação e trabalhassem em lidar com isso… Mas não, como em histórias de romances previsíveis, a reconciliação é breve e superficial. Acho que o modo como eles se magoaram foi bem mais sério do que o final pressupõe, e desta forma, devia ter sido bem melhor trabalhado. Eu apenas não fiquei desapontada porque minhas expectativas eram bem baixas.Outra coisa que me incomodou demais nesse livro foi a quantidade de estereótipos femininos que são reforçados, e pela própria Kate. Os terrores da TPM, a mania de nunca falar o que está chateando e aparentemente querer que homens descubram sozinhos, sabe aquela baboseira toda das quais as mulheres são acusadas? Pois é, mais uma vez alguém diz que é tudo verdade. Eu nem tenho fôlego para discutir esse assunto, então vou deixar passar. Apenas saibam que somos mais uma vez estigmatizadas aqui.

Não posso apontar algo que tenha sido particularmente agradável para mim no livro, com exceção do epílogo que é contato pelo ponto de vista de Drew. O que posso dizer é que para mim foi uma história sem sentido, mas bem rápida. E ela resulta em frutos que durarão para o resto da história – #ficaadica. Eu pretendo continuar a série porque apesar de tudo, Drew continua sendo Drew, logo, como posso perder isso? Eu gosto da Kate, mas pelos olhos dele mesmo… Ler algo contado por ela não foi minha praia, não teve o mesmo encanto, mas ainda acho que ela é uma boa escolha, páreo para alguém como ele.

Ele grita: – Eu aceito qualquer coisa que esteja disposta a me dar! […] Mas não me diga que acabou. Eu não vou aceitar isso.

O terceiro livro da série, Domado, conta a história de Delores – amiga de Kate – e Matthew – amigo de Drew; embora eu ache a personagem de Dee Dee bem forçada, ela é engraçada e acho que ver detalhes sobre o romance deles dois possa ser divertido.

Preciso elogiar o fato da Universo dos Livros estar mantendo as capas originais dos livros, que são maravilhosas demais para palavras. A capa do terceiro livro é, por exemplo, uma das minhas favoritas. São literalmente “sexy sem ser vulgares”, lol.

Para quem é fã da série, não acho que esse livro vá desfazer o encanto de ninguém. Há algumas partes divertidas também, afinal, Kate também sabe ser engraçada. E esse livro me arrancou risadas também. É uma parte da série, então recomendo que leiam antes que continuem com ela. Serão poucas horinhas de leitura, e se você gostar, apenas estará ganhando com isso.

Apaixonar-se é fácil, continuar apaixonado(a) é difícil. Dedicado a todos aqueles que conseguiram permanecer apaixonados.

 

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