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TOP 10 COM O BREIM

Essa semana eu postei para vocês o vídeo que eu gravei com o Brian da Incrível Tag Musical que Deu Toda Errada, lembram? COMO DEU TUDO ERRADO, acabamos gravando um top 10 de músicas que cantamos em Nova York!

ACHO QUE EU NUNCA ME DIVERTI TANTO GRAVANDO E EDITANDO UM VÍDEO!

Segue aqui a parte do vídeo que deu certo para vocês conferirem uma Rapha que nunca apareceu nos vídeos! HAHAHAHAHA

Vocês gostam de vídeos assim? Eu estava bem à vontade esse dia e também acho que o canal não precisa falar só sobre livros. 🙂

BEDA, Editora Arqueiro, Resenhas

gsTítulo: A Voz do Arqueiro Título original: Archer’s Voice Autor: Mia Sheridan Ano: 2015 Editora: Arqueiro Número de páginas: 336

Acho que no final do livro as coisas se encaixam muito perfeitamente […]  Na vida real não acredito que teria sido assim, mas é ficção, neste ponto é perdoável. É um livro muito fofo.

Que saudade de vir aqui! Que delícia eu voltar falando de um livro que achei tão fofo como Archer’s Voice. Mas primeiramente, eu preciso comentar que: no que estavam pensando quando traduziram o título deste livro? Archer’s voice se traduz Voz de Archer – Archer sendo o nome de um dos protagonistas. Por que cargas d’água resolveram traduzir um nome próprio? De verdade. Quando vejo esse tipo de coisa, me convenço cada vez mais que não existem revisões de nenhum trabalho hoje em dia. Não é um erro muito difícil de se perceber, alguém que fosse ler a sinopse do livro notaria que Archer é um nome próprio. De todo o modo, vamos ao livro.

A primeira protagonista que conhecemos é Bree Prescott. Bree se muda para Pelion, no Maine, depois da morte de seu pai buscando, para todos os efeitos, uma “mudança de ares”. Desde o início percebemos que havia uma motivação maior em ela querer deixar para trás a vida que tinha em função de uma mudança; mudança que precisava. Típico de cidade pequena, quando ela chega a cidadezinha logo vira notícia no local e atrai a atenção de todos. De cara, ela se sente bem no lugar, apesar dos olhares curiosos, principalmente quando conhece o recluso Archer Hale, alguém que morava ali desde que nascera e era ignorado por todos. Bree queria conhecer sua história e saber porque se esforçava tanto em parecer invisível.

A premissa da história me encantou imediatamente; acho que já comentei em alguma outra resenha que adoro um personagem atormentado, principalmente quando homem. Lol. E a capa do livro (felizmente mantida na versão brasileira) me chamou atenção porque é linda. E o livro é muito, muito fofo. Eu tive alguns por menores com o desenvolvimento em si, mas eu recomendaria.

Uma série de encontros por obra do destino (e também do cachorro de Bree) aproxima os dois, e Bree descobre algo que contribuiria para a reclusão de Archer: ele é mudo (está aí a justificativa do título do livro). Apesar de ele demonstrar claramente que não deseja companhia, amizade e muito menos o interesse de alguém, Bree vai se tornando cada vez mais importante para ele e vice e versa. Uma capacidade incrível que Archer tinha de expressar tanto sem precisar falar. Acho que me apaixonei por ele no instante que apareceu pela primeira vez e não porque ele foi gentil ou sedutor ou prestativo, muito pelo contrário. Mas se ele fosse alguém que eu conhecesse, diria que ele seria uma daquelas pessoas que te passam uma energia muito boa e como resultado, você quer passar mais e mais tempo com essa pessoa.

O livro se desenrola e outros personagens surgem, com eles segredos que envolvem uma tragédia que aconteceu há mais de uma década na cidade e que ocasionou a condição em que Archer vivia. Lobos disfarçados de cordeiros fingindo querer ajudar, drama familiar, disse me disse… E os dois tentando passar por tudo isso, juntos. Não era fácil. Archer havia se acostumado a viver sozinho, a não se comunicar profundamente com ninguém há tanto tempo que tinha dificuldade em se relacionar com Bree. Mas isso também atribuiu a ele uma inocência, uma pureza, e uma bondade que você dificilmente encontra em um adulto que se formou em sociedade. Um adulto que já foi, por assim dizer, “contaminado”.

Eu mudaria uma coisa ou outra que autora optou por adicionar ao livro. Acho também que em determinado momento Bree estava concentrada demais em tirar Archer de sua “casca” e apresentar ele ao mundo, mudando assim a pessoa que ele era. E não se deve buscar mudar ninguém. Ela tinha boas intenções sim, mas acho que devia ter atentado primeiro ao que ele queria. Ao que ele precisava. E de fato o que ele queria simplesmente era estar com ela, simples assim.

Acho que no final do livro as coisas se encaixam muito perfeitamente, de um jeito surreal. Na vida real não acredito que teria sido assim, mas é ficção, neste ponto é perdoável. É um livro muito, muito, muito fofo. Acho que é a terceira vez que digo isso, lol. E o meu único arrependimento aqui é que Archer não existe. De verdade, ele seria uma pessoa maravilhosa para se ter ao lado na vida. Seja como um amigo, amante, ou simplesmente alguém que manteve um coração bom apesar de tanto mal acontecendo ao nosso redor.

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tagcomobrian

NÓS VOLTAMOS!

No final de semana passado, convidei o Brian para gravar um tag comigo que eu encontrei fuçando os canais da vida que consistia em sortear uma palavra aleatória e cantar uma música com essa palavra. CLARO, na teoria é tudo muito lindo e vocês vão entender do que estou falando! HAHAHA Como sempre, eu estou rindo mais do que falando, pensando ou agindo no vídeo. Mas eu me divertir muito! Bora conferir?

Aguardem que na quinta-feira eu posto a sequência desse vídeo, que esse sim, deu certo! Risadas da Rapha para vocês :*

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