Editora Rocco, Resenhas
gsTítulo: Deixe a neve Cair Título original: Let it Snow Autor: Maureen Johnson, John Green, Lauren Myracle Ano: 2013 Editora: Rocco Número de páginas: 356

Esta antologia possui três contos de três autores diferentes. A verdade é que eu esperava mais dela e conforme for relatando cada história, explico por que. Só um aviso antes, eu li esta antologia em inglês e não sei ao certo como ficarão as traduções dos nomes dos contos.

O primeiro conto é o da autora Maureen Johnson, O Expresso Jubilee em tradução livre, e conta a história de Jubilee, uma adolescente que acaba tendo que ir passar o Natal na casa de seus avós depois que seus pais foram presos em um protesto. Um acidente de percurso no trem em que está acaba impedindo sua viagem e ela fica presa numa cidade pequena, na companhia de quatorze cheerleaders escandalosas e um rapaz tímido e muito bonito.

A primeira impressão que tive foi que Jubilee fosse ter um relacionamento com Jeb, o tal rapaz, até porque a descrição dele é típica de livros de romance, mas não é o caso. Jeb na verdade é um personagem da terceira história, os personagens dos três contos se relacionam entre si, e o romance mesmo se dará entre Jubilee e Stuart, um rapaz se recuperando de um coração partido que age como salvador dela. Os dois têm em comum o fato de que o namorado de Jubilee, Noah – aparentemente o cara perfeito – não parece se importar com ela tanto assim e a ex-namorada de Stuart que o humilhou publicamente.

Este primeiro conto foi a história que, em minha opinião, tinha mais potencial do que todas, mas ela apenas foi inacreditável. Stuart é muito doce, responsável e dedicado à família, Jubilee para mim foi uma figurante na própria história. Ela é recebida na casa dele para o natal como se uma amiga de longa data e a forma como tudo se desenvolve em pouquíssimos dias foi surreal. E a forma como Jubilee não pareceu dar a mínima para seus pais que estavam na cadeia foi simplesmente demais para mim. Mesmo se tratando de ficção e por ser um conto apenas, não consigo engolir qualquer coisa. Fora que o fato de a mãe do Stuart querer que ele ficasse com Jubilee, alguém que mal conhecia, e trata-la como da família e fazer piadinha sobre os dois se pegando enquanto nem ela nem a irmãzinha dele estavam em casa foi no mínimo esquisito. Surreal.

– Eu segui suas pegadas. – ele disse, em uma resposta a pergunta não feita. – A neve torna a tarefa fácil.

Eu tinha sido caçada, como um urso.

– Desculpe te dar este trabalho. – eu disse.

– Não precisei ir tão longe, na verdade. Você estava apenas há três ruas de distância. Começou a andar em círculos.

Um urso bem incapaz.

O segundo conto, Um Milagre Natalino – em tradução livre, é escrito por John Green. Eu amo John Green, e acho que isso não é uma novidade aqui, mas para mim o conto dele foi o que menos fez sentido. Tobin é o protagonista: adolescente normal e não extraordinário. O conto se passa com seus amigos Angie e JP, que recebem uma ligação de um amigo que trabalhava na lanchonete da cidade, onde as cheerleaders se abrigaram depois que o trem estacou. E para lá eles decidiram ir.

A premissa do conto, o fato de que eles saíram na véspera de natal no meio de uma nevasca apenas para poder ver cheerleaders, já me desanimou totalmente. Angie, sendo uma mulher e hetero, não tinha interesse nisso, mas foi na aventura. O requerimento básico para que eles entrassem no local era levar o jogo Twister, porque as tais cheerleaders queriam se distrair. Os pais de Tobin tinham saído em uma viagem de negócios e estavam presos no lugar por causa do mau tempo. Os pais dos amigos não participam significativamente no livro, o que me fez pensar: ?? Véspera de Natal, seus filhos supostamente na casa de um amigo, e nenhuma comunicação com eles: super natural.

Oitenta e cinco por cento do conto se passa na tentativa deles de chegar até à lanchonete, com situações inusitadas e muita falta de sorte pelo caminho. Muitas pessoas riram com as situações de perigo por que passam. Há certa graça na fixação deles na esperança de terem algo com as cheerleaders, e o John tem a característica de criar personagens coadjuvantes com tiradas engraçadas, de fato. JP é o amigo das tiradas engraçadinhas. Os outros quinze por cento é o romance entre Tobin e sua amiga Angie, depois que descobrem que na verdade se gostam e querem ficar juntos. Fim.

Honestamente, eu queria poder trabalhar mais meu ânimo para escrever sobre a antologia, principalmente o conto de John Green – que é um autor que tanto amo -, mas de verdade a história dele foi ilógica e sem contexto. Há um ponto, no entanto, que eu preciso destacar: A Menina que Roubava Livros, uma recomendação de Angie, se tornou o livro predileto de Tobin. Háhá, ponto para ele.

Eu sempre pensei que você nunca deveria desistir de um ‘meio feliz’ na esperança de um ‘final feliz’, porque não existe um ‘final feliz’. Você entende o que quero dizer? Há muita coisa a perder.

O terceiro conto, O Santo Padroeiro dos Porcos – em tradução livre, é de Lauren Myracle. O título é terrível, mas em minha opinião, de todos foi a história mais real. Isso não quer dizer que os personagens foram os melhores. A protagonista Addie é uma adolescente egoísta e um tanto fria, namorada de Jeb – rapaz bacana demais que é introduzido no primeiro conto – e ela o traiu. Certo, admita que quando eu disse isso você que está lendo murchou. Aconteceu o mesmo comigo. Eu sou intolerável à traição, principalmente quando a pessoa traída me conquista ou não merece de modo algum.

O conto é basicamente apenas sobre ela, e a constatação de como ela estava se comportando terrivelmente com as pessoas, mesmo que “sem querer”, e como ela tinha deixado um cara especialíssimo escapar e o que ela poderia fazer para consertar. A razão do tal do porco é porque o porco de uma de suas amigas na história acaba sendo vendido erroneamente e ela emplaca em uma tentativa de recupera-lo. O porco é a prova de que ela tinha deixado de pensar apenas em si mesma e estava começando a mudar. Addie está arrependida do que fez com Jeb e apenas quer tê-lo de volta. De repente tudo a sua volta ganha uma nova percepção e ela se “transforma” em alguém melhor.

História mais real não quer dizer a melhor história, de maneira nenhuma. Eu não quero dar muitos detalhes sobre essa última história porque seriam spoilers. Nenhum dos três contos me agradou totalmente. Para o 1° minha avaliação seria 2.5, para o segundo 2.5, e para o terceiro 2.0. O que salva na história é que ela é uma antologia natalina e eu adoro, adoro contos de natal. Só o primeiro conto trata da “magia natalina” de fato, assim como só o primeiro conto é realmente romântico. E Stuart e Jeb também são rapazes muito fofos, adolescentes que tenho certeza que muitas meninas adorariam conhecer, para dar um tempo desses desmiolados imaturos por aí.

Todas as histórias apresentam a neve como um importante personagem, talvez não tanto o último conto, mas de um modo pessimista. Ainda que na primeira história, a neve acaba aproximando os personagens. A antologia me desapontou e eu fiquei até meio cabisbaixa por isso, esperava mais principalmente da história de John Green e não aconteceu. São contos leves, no entanto, uma leitura bem rápida e dá para dar umas gargalhadas de alguns comentários. Não mudará sua vida, e isso não é necessariamente ruim porque tem categoria literária para tudo, mas serve para passar o tempo.

Nós todos somos imperfeitos, minha querida. Todos nós. E acredite em mim, todos nós já cometemos erros. Você precisa apenas olhar para si mesma, mudar o que precisa ser mudado, e seguir em frente, docinho.

Editora Rocco, Filmes Baseados em Livros, Resenhas

Título: Três Metros Acima do Céu
Título Original: Tre Metri Sopra il Cielo
Autor: Federico Moccia
Tradução: Mario Fondelli
Páginas: 359
Ano: 2005
Editora: Rocco

 Livro no Skoob

‘Três metros acima do céu’ circulou por décadas em copias xerox entre os jovens italianos, embalando os romances de milhares de adolescentes. Relançado em 2004, numa versão atualizada pelo próprio autor, o livro de Federico Moccia é um relato emocionante sobre amor, sonho e melancolia, narrado com a revolta e a poesia típica daqueles que tem pressa de viver.

Eu comprei o livro no ano passado e falei que seria o primeiro que eu iria ler esse ano e assim o fiz. Eu já posso ser sincera com vocês já no início dessa resenha? Eu não sei como começar a escrever o turbilhão de emoções e sentimentos que esse livro me trouxe e me trás até hoje, apenas se eu penso em olhá – lo. Eu costumo dizer que eu tenho uma relação de amor e ódio com o autor, Federico Moccia. E é verdade. Depois que eu terminei esse livro ficou ainda mais evidente que não é posssível apenas amá – lo por escrever belíssimas histórias. Chega um momento em que você vai odiá – lo por ser tão realista. E não vai conseguir fugir. Porque as palavras dele vão conseguir te fisgar de qualquer forma e você vai se deixar levar por ele…

O nosso casal de protagonistas desse livro são: Babi e Steph. Babi é uma garota perfeita, que tem de tudo e do melhor. Estuda em boa escola, faz parte de uma família influente, linda e rica. Ele, cheio de problemas, participa de raxas de moto pela ruas de Roma, é forte, lindo de um modo misterioso que chega a ser perigoso. E apesar do seu jeito arrogante, consegue conquistar Babi. E um amor tão lindo e puro começa. E é impossível não suspirar e ler todas as confusões desses dois.

Estou feliz. Nunca me senti tão bem na minha vida. E você?
– Eu? – Step a abraça com força. — Melhor do que nunca.
– A ponto de poder alcançar o céu?
– Não exatamente.
– Como assim?
– Estou a pelo menos três metros acima dele!

Três Metros Acima do Céu pode parecer mais uma história clichê de dois adolescentes que se apaixonam, só que mais uma vez Federico consegue transformar um tema tão saturado em algo maravilhoso, encantador, que vai fazer quem está lendo querer viver realmente tudo o que está descrito. Em uma cidade onde o amor transpira, com uma boa dose de rebeldia da juventude, de paixões intensas e impulsivas, é impossível não se enamorar de verdade por todo o conjunto. E é marcante perceber como cada um se sujeita à mudanças para que o outro fique bem. A Babi enfrenta os pais, o Steph enfrenta os ‘amigos’. O autor trás elementos encantadores, frases marcantes, palavras sutis, uma escrita quase meláncolica, com um toque engraçado.

É gostoso ver as mudanças do Step em relação a Babi e a si mesmo. O quão carinhoso ele pode ser e que nessa pinta de bad boy existe sim um cara que pode ser apaixonado, cuidadoso, romântico e lindo! *suspira* Eu A – M – O  personagens como o Steph! E é por isso que eu me apeguei tanto a ele. A Babi nunca foi a minha personagem favorita, e quando chega ao final do livro eu falo: Definitivamente, eu te odeio. Como sempre, temos intercalados a história de outros personagens e tenho que dar destaque para a história de Pallina e Pollo, que na verdade, são de extrema importância para a história principal.

Ler Três Metros Acima do Céu é saber que você vai se apaixonar perdidamente. E que no final você terá suas emoções em conflitos, já que nem tudo é perfeito. É ler algo real, saber que pode acontecer de você se apaixonar, se separar, nunca perdoar, amar, viver loucamente e que talvez tudo não valha a pena. Ou valha tanto que você não sabe mais como agir.

Babi ainda está sonolenta e meio aérea quando, de repente, a vê. Não acredita em seus próprios olhos. Lá no alto, acima de todas as outras, na coluna branca da ponte, uma pichação domina as demais, inapagável. Está lá, no mármore frio, tão azul quanto os seus olhos, do jeito que ela sempre desejou. Seu coração começa a bater acelerado. Por um momento, acha que todos podem ouvi-la, que todos podem ler aquela frase, justamente como ela está fazendo agora. E, lá em cima, inalcançável, onde só os amantes podem chegar, está escrito: “Eu e você… três metros acima do céu.

Duas coisas que eu anotei nos meus post – its para comentar com vocês: o livro tem uma quantidade inexplicável da palavra saraivada. A repetição é constante e em algumas páginas, você encontra no início e no fim da página. Poderiam ter substituído por outra palavra que desse o mesmo sentido. E outro ponto é a mudança abrupta de ponto de vista, que eu acho que talvez nem seja um ponto negativo a ser exposto, para quem já está acostumado a ler os livros do Moccia. No entanto, é bom deixar avisado. Uma vez que eu anotei, é por que me incomodou.
Enfim, é um livro riquíssimo, com um cenário diferente e cativante de qualquer forma. Roma nos apresenta seus pontos turísticos, seus jovens, seus costumes… apresenta como é amar sem limites e esse clima todos não – americano faz difenreça. É como ser teletransportado para um outro lugar. O que eu posso dizer? Se um livro que rodou o país em cópias de xerox e ainda faz sucesso até hoje, é por que tem algo de especial. Que você só consegue sentir ao ler.

Quanto ao livro físico em si: um péssimo trabalho da Rocco com a capa. Por vezes eu nem acredito que a editora que cobra tão caro por seu catálogo teve coragem de fazer uma versão tão safada de um livro com enredo tão maravilhoso. A capa dispensa comentários de tão ruim que ficou. E as páginas são brancas. Ou seja, tem pessoas que já não gostam dos livros do Moccia e parece que a editora ainda incentiva. Outra coisa: o livro tem o preço de R$32,90. Eu comprei por que era do tipo que eu NECESSITAVA… são poucos os livros que eu compro por esse preço. Em suma, é um livro maravilhoso que eu acho que está com a editora errada, uma vez que nem parecer fazer parte do catálogo da Rocco. Na verdade, se você buscar no catálogo deles, não vai encontrar.

Editora Rocco, Filmes, Harry Potter
Bem, ontem foi a estreia do tão esperado filme que acompanhou um geração inteira. Eu fiz parte dessa geração, e desde o começo da semana que era como se algo estivesse faltando em mim. Cada dia que passava, que se aproximava da sexta feira, me fazia ficar mais ansiosa e receosa ao mesmo tempo. Por que depois que eu assistisse, seria o fim… ou não. Diferente do que foi escrito nos pôster em várias línguas, Harry Potter não vai acabar enquanto estiver dentro de mim.
E então, rapidamente, o dia de ontem chegou. E eu fui assistir ao filme. Se tiverem paciência pra ler este post até o final, vão descobrir minhas aventuras e a minha opinião a respeito do filme. 😉

Eu estava muito ansiosa que na semana que antecedia a estreia, falei com a minha chefa e pedi para entrar mais cedo. E ontem eu estava ansiosa que eu acho que acabei deixando todos no mesmo estado. De acordo as horas passavam, todos perguntavam: ‘E o filme, Rapha?! E o filme?!’ e eu respondia, louca: ‘É daqui a pouco gente!’ E nisso, me proibi de entrar no Twitter pra não pegar spoiller. E fiquei enchendo o meu amigo para poder fazer uma plaquinha pra levar pra estreia e tirar fotos legais. Quando deu 18hs, estava quase tendo um treco. Então eu e o Deivison fomos para o shopping e estava lotado como já era de se esperar. E nisso, eu queria tirar fotos com algumas pessoas e gravar alguns vídeos para a cobertura Up!Brasil, e aí eu vi uma menina que estava andando com uma camiseta linda de Harry Potter. Chamo – as, perguntando se são de algum fã clube, fã site e tal. E começamos a conversar, elas foram pra pré – estreia, morreram de chorar e voltaram no shopping, tinha ingressos ainda, compraram pra assistir na mesma sessão que eu. Entramos na sala, eu pedi pra tirar foto com eles e aquela bagunça toda. E finalmente… começa o filme!!
Meu coração palpitou. E eu prendi a respiração quando o Voldemort aparece violando a tumba do Dumbledore. E creio eu, até os 30 primeiros minutos do filme, eu estava bem feliz com tudo. Cenários lindos, e estava tudo transcorrendo exatamente como no livro. Mas é a partir do momento que o Harry se revela em Hogwarts em uma cena que não existe no livro, que as coisas começam a desandar. Na verdade, eu gostaria de ter acesso a esse livro que os roteiristas se basearam para fazer esse filme, por que com certeza não foi o mesmo que eu li. Na verdade, acho que eles tiveram acesso a esse livro. E ele está escondido na Sala Precisa.
Quero deixar bem claro que eu AMO Harry Potter. E sempre amei. Foram com esses livros que eu cresci, que me fizeram acordar de madrugada pra ler escondida, brigar com a minha irmã e fazer minha comprar por 90,00, e exatamente por isso, por ser uma fã e leitora apaixonada, é que eu fiquei tão decepcionada com o filme. Não é por que eu sou fã que quer dizer que eu não deva ser crítica. Eles mudaram TUDO! Mudaram a ordem do que as coisas acontecem, colocaram cenas que NUNCA existiram no filme e teve horas, que sinceramente, a interpretação dos próprios atores deixaram a desejar. Em diversos momentos – que eu perdi a conta de quantas vezes ocorreu – eu me perguntei: Eu entrei na sessão certa?! Se fossem pra fazer aquilo de filme, que não tivessem dividido! A primeira parte do filme é excepcional e dispensa qualquer comentário, está completamente baseado no livro. E esse? O pior é ler um monte de fan site falar que é o filme que todos esperavam, que é o melhor, que isso e aquilo. Eu não vi e não senti nada disso. E saí do cinema chorando, mas de frustração, decepcionada, chateada e sem acreditar que a tia Rowling deixou fazer com o ultimo filme. O MINIMO que tinha que fazer, era continuar baseando no livro! Era seguir a mesma linha de raciocínio, e não entupir o filme com cenas que NUNCA existiram e pensar que vamos engolir. Eu vi e ouvi várias pessoas que tinham acabado de assistir ao filme saírem de lá falando realmente que foi o melhor filme de todos. A sensação que eu tenho é que foi o melhor pra eles por que foi o ultimo. E por que não tem como tentarem arrumar no próximo, por que não tem um próximo. E que tem que se contentar com esse mesmo e falar que ficou ma – ra – vi – lho – so!
Mas eu não estou reclamando de tudo. Tiveram cenas excepcionais e únicas, que fizeram jus ao livro. O meu desejo é que tivessem feito isso no filme todo.  As lembranças do Snape (o que me faz lembrar que para ter acessos as lembranças, precisam retira – las da mente, não de uma lágrima. Desde quando A Penseira voa?!). Escolheram um ótimo ator para interpretar o Snape garoto, juntamente com a Lilian. A cena deles em uma espécie de clareira ficou linda! E junto com essas lembranças, temos relances do Tiago e do Sirius. A cena deles em Gringotes também ficou muito legal e não tenho nenhuma reclamação a fazer quanto aos efeitos especiais, por que dispensa os meus leigos comentários. Ficaram PERFEITOS! Quando Nagini mata o Snape (em um lugar desconhecido. Não era pra ser na Casa dos Gritos?!), eu me encolhi na cadeira. Ficou muito, muito real. A cena do Harry bebê no berço chorando, com a casa toda destruída, os pais mortos… O que me faz lembrar que apesar de ter ficado muito fofinho, o Snape não aparece na casa depois que Lilian e Tiago estão mortos. Muito menos abraça Lilian.
No entanto, eu me RECUSO a falar da morte do Fred!! Me recuso! Até por que não teve morte nenhuma! A morte do Fred era tão esperada pelos fãs quanto a do Dobby! E só colocarem o ator estendido lá no chão e mostrarem que ele está morto, sinceramente… Beijinho fraco Harry e Gina, só mostra o cocuruto da cabeça do Rony no beijo dele com a Mione na Câmera Secreta, que pelo menos reproduziram o cenário direitinho. Mas me digam, por que a Hermione e o Rony estavam tentando a todo custo matar a Nagini, quando já sabemos que quem vai fazer isso é o Neville? Cara, não precisam acrescentar nada a cenas que nós – fãs e apaixonados – já sabemos de trás pra frente! É pra enfeitar? Pra dar um ar de herói, ou pra que por um momento, fazer com pensemos que o que está no livro não vai acontecer? Teve momento que eu já estava tão desiludida, que eu VI a McGonagall matando o Voldemort. Juro. Por falar em lutas… nada mais sem graça que a luta da Molly com a Belatrix. E a morte da Belatrix, que acho que seria tão importante quanto a do Fred e Dobby juntas.
E DESDE QUANDO O HARRY PODE OUVIR AS HORCRUXS?! Pelo amor, de onde tiraram isso?! Tornaram tudo mais simples, toda vez que ele se aproximar de uma Horcrux começa a silvar! Não, eu me recuso aceitar isso.
E a melhor parte do filme: ELES NÃO PRECISAM MAIS VERBALIZAR OS FEITIÇOS! Não precisam! :O COMO – ASSIM? Eu sei que posso estar sendo insuportavelmente chata, mas os feitiços na cena épica em que o Harry mata o Voldemort é tipo essencial que os feitiços fossem falados gente!! No filme todo passamos por cenas onde tudo explode, estoura, se quebra, desaparece, salta e voa, mas não têm feitiços sendo pronunciados! E eu não vou nem comentar que o Harry quebra a Varinha das Varinhas.
Em contrapartida, a interpretação do Ralph Fiennes é magnifica! Creio que nenhum outro ator teria dado vida a Voldy tão bem quanto ele. Maquiagem perfeita, interpretação esplendorosa e eu ainda me pergunto como conseguiram fazer o nariz ficar daquele jeito. Com certeza, um destaque. Tem uma cena que o Voldemort rir que ficou super engraçada, e eu imagino que também tenha sido difícil de fazer uma vez, uma vez que é uma risada sem emoção e que mesmo assim passa o sentimento presente. Outra pessoa que se destaca bastante pra mim é a Helena Bohan Carter! Ela já é excêntrica por natureza, mas o papel da Belatrix é tão perfeito pra ela!
E no final do filme, não me venham dizer que o Dan Radcliffe, Rupert Grint e a Emma estavam mais velhos, por que eles estavam exatamente iguais. Passam um pouquinho de maquiagem e amarrar o cabelo em coque não significa que a pessoa está mais velha, portanto, pra mim estavam a mesma coisa. Eu nem comento a Bonnie Wright, por que ela é feia de qualquer maneira.

Depois desse desabafo, eu me retiro para reler Harry Potter e as Relíquias da Morte e tentar apagar todas essas cenas da minha imaginação e continuação a sonhar com um filme do Harry onde os produtores se basearam no livro e não em sua imaginação grotesca.


Sorrindo pra não chorar depois do filme junto com o Deivison.
    
Editora Rocco, Harry Potter
Pottermore
23.jun.2011

Perto do lançamento do último filme da saga que várias crianças, jovens e adultos cresceram e acompanharam lendo, J.K Rowling autora de um dos mais famosos livros do mundo, anuncia FINALMENTE o que é Pottermore, que os fãs durante toda essa semana esperaram tão ansiosos. Quando na semana passada foi divulgada a ágina pottermore.com junto com o canal do YT em que se tinha várias corujinhas e uma contagem regressiva, os fãs foram a loucura. Então, eis que hoje às 8hs finalmente minha mais perfeita autora revela finalmente. Confiram:

“Treze anos depois da publicação do primeiro livro de Harry Potter, continuo surpresa e encantada com a reação que tudo isso causou.  Apesar de o sétimo livro e o oitavo filme terem chegado ao fim, ainda recebo centenas de cartas toda semana, e os fãs de Harry continuam mais entusiasmados e criativos que nunca.  Então eu gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer, porque nenhum autor poderia querer leitores mais maravilhosos, diversificados e fiéis.  
Estou emocionada em dizer que posso agora lhes dar algo único. Uma experiência de leitura online, como nenhuma outra. Chamada Pottermore.  
É a mesma história, com algumas adições cruciais…a mais importante delas é você.  Como a leitura requer que as imaginações do autor e do leitor trabalhem juntas para criar a história, Pottermore será feito, em parte, por você…o leitor.  A geração digital será capaz de aproveitar uma segura e única experiência online, construída com os livros de Harry Potter.  
Pottermore será o lugar onde fãs de quaisquer idades poderão compartilhar, participar e redescobrir as histórias.  Será também um lugar exclusivo para adquirir audiobooks e, pela primeira vez, ebooks da série de Harry Potter.  Eu também participarei, porque vou compartilhar informações adicionais que escondi por anos sobre o mundo de Harry Potter.
Pottermore estará disponível a todos em outubro, mas alguns sortudos terão acesso mais cedo e ajudarão a construir essa experiência.  Simplesmente, siga a coruja. Boa sorte.”

Não preciso falar o quanto eu fiquei feliz com essa notícia, não é?! Para os fãs que cresceram lendo Harry Potter e que já estavam desesperados com o 15/07, foi uma maneira de extender um pouco a experiência única que tivemos a oportunidade de acompanhar. Essa experiência será totalmente online e os ebooks e audiobooks serão disponibilizados junto com conteúdos que não foram revelados. No site existe a possibilidade de cadastrar seu email. No dia 31 de julho, algumas pessoas serão chamadas para conferir as novidades antes de todo mundo! Como fã que eu sou, gostaria muito de saber algo a respeito do Os Marotos. Sem palavras mais pessoas. Vamos esperar!
123
Assista aos Vídeos
[wonderplugin_carousel id="2"]
Equalize da Leitura © 2010 - 2016 ♥ Todos os direitos reservados
Tema desenvolvido por Débora M.