Editora Rocco, Filmes Baseados em Livros, Resenhas

Título: Três Metros Acima do Céu
Título Original: Tre Metri Sopra il Cielo
Autor: Federico Moccia
Tradução: Mario Fondelli
Páginas: 359
Ano: 2005
Editora: Rocco

 Livro no Skoob

‘Três metros acima do céu’ circulou por décadas em copias xerox entre os jovens italianos, embalando os romances de milhares de adolescentes. Relançado em 2004, numa versão atualizada pelo próprio autor, o livro de Federico Moccia é um relato emocionante sobre amor, sonho e melancolia, narrado com a revolta e a poesia típica daqueles que tem pressa de viver.

Eu comprei o livro no ano passado e falei que seria o primeiro que eu iria ler esse ano e assim o fiz. Eu já posso ser sincera com vocês já no início dessa resenha? Eu não sei como começar a escrever o turbilhão de emoções e sentimentos que esse livro me trouxe e me trás até hoje, apenas se eu penso em olhá – lo. Eu costumo dizer que eu tenho uma relação de amor e ódio com o autor, Federico Moccia. E é verdade. Depois que eu terminei esse livro ficou ainda mais evidente que não é posssível apenas amá – lo por escrever belíssimas histórias. Chega um momento em que você vai odiá – lo por ser tão realista. E não vai conseguir fugir. Porque as palavras dele vão conseguir te fisgar de qualquer forma e você vai se deixar levar por ele…

O nosso casal de protagonistas desse livro são: Babi e Steph. Babi é uma garota perfeita, que tem de tudo e do melhor. Estuda em boa escola, faz parte de uma família influente, linda e rica. Ele, cheio de problemas, participa de raxas de moto pela ruas de Roma, é forte, lindo de um modo misterioso que chega a ser perigoso. E apesar do seu jeito arrogante, consegue conquistar Babi. E um amor tão lindo e puro começa. E é impossível não suspirar e ler todas as confusões desses dois.

Estou feliz. Nunca me senti tão bem na minha vida. E você?
– Eu? – Step a abraça com força. — Melhor do que nunca.
– A ponto de poder alcançar o céu?
– Não exatamente.
– Como assim?
– Estou a pelo menos três metros acima dele!

Três Metros Acima do Céu pode parecer mais uma história clichê de dois adolescentes que se apaixonam, só que mais uma vez Federico consegue transformar um tema tão saturado em algo maravilhoso, encantador, que vai fazer quem está lendo querer viver realmente tudo o que está descrito. Em uma cidade onde o amor transpira, com uma boa dose de rebeldia da juventude, de paixões intensas e impulsivas, é impossível não se enamorar de verdade por todo o conjunto. E é marcante perceber como cada um se sujeita à mudanças para que o outro fique bem. A Babi enfrenta os pais, o Steph enfrenta os ‘amigos’. O autor trás elementos encantadores, frases marcantes, palavras sutis, uma escrita quase meláncolica, com um toque engraçado.

É gostoso ver as mudanças do Step em relação a Babi e a si mesmo. O quão carinhoso ele pode ser e que nessa pinta de bad boy existe sim um cara que pode ser apaixonado, cuidadoso, romântico e lindo! *suspira* Eu A – M – O  personagens como o Steph! E é por isso que eu me apeguei tanto a ele. A Babi nunca foi a minha personagem favorita, e quando chega ao final do livro eu falo: Definitivamente, eu te odeio. Como sempre, temos intercalados a história de outros personagens e tenho que dar destaque para a história de Pallina e Pollo, que na verdade, são de extrema importância para a história principal.

Ler Três Metros Acima do Céu é saber que você vai se apaixonar perdidamente. E que no final você terá suas emoções em conflitos, já que nem tudo é perfeito. É ler algo real, saber que pode acontecer de você se apaixonar, se separar, nunca perdoar, amar, viver loucamente e que talvez tudo não valha a pena. Ou valha tanto que você não sabe mais como agir.

Babi ainda está sonolenta e meio aérea quando, de repente, a vê. Não acredita em seus próprios olhos. Lá no alto, acima de todas as outras, na coluna branca da ponte, uma pichação domina as demais, inapagável. Está lá, no mármore frio, tão azul quanto os seus olhos, do jeito que ela sempre desejou. Seu coração começa a bater acelerado. Por um momento, acha que todos podem ouvi-la, que todos podem ler aquela frase, justamente como ela está fazendo agora. E, lá em cima, inalcançável, onde só os amantes podem chegar, está escrito: “Eu e você… três metros acima do céu.

Duas coisas que eu anotei nos meus post – its para comentar com vocês: o livro tem uma quantidade inexplicável da palavra saraivada. A repetição é constante e em algumas páginas, você encontra no início e no fim da página. Poderiam ter substituído por outra palavra que desse o mesmo sentido. E outro ponto é a mudança abrupta de ponto de vista, que eu acho que talvez nem seja um ponto negativo a ser exposto, para quem já está acostumado a ler os livros do Moccia. No entanto, é bom deixar avisado. Uma vez que eu anotei, é por que me incomodou.
Enfim, é um livro riquíssimo, com um cenário diferente e cativante de qualquer forma. Roma nos apresenta seus pontos turísticos, seus jovens, seus costumes… apresenta como é amar sem limites e esse clima todos não – americano faz difenreça. É como ser teletransportado para um outro lugar. O que eu posso dizer? Se um livro que rodou o país em cópias de xerox e ainda faz sucesso até hoje, é por que tem algo de especial. Que você só consegue sentir ao ler.

Quanto ao livro físico em si: um péssimo trabalho da Rocco com a capa. Por vezes eu nem acredito que a editora que cobra tão caro por seu catálogo teve coragem de fazer uma versão tão safada de um livro com enredo tão maravilhoso. A capa dispensa comentários de tão ruim que ficou. E as páginas são brancas. Ou seja, tem pessoas que já não gostam dos livros do Moccia e parece que a editora ainda incentiva. Outra coisa: o livro tem o preço de R$32,90. Eu comprei por que era do tipo que eu NECESSITAVA… são poucos os livros que eu compro por esse preço. Em suma, é um livro maravilhoso que eu acho que está com a editora errada, uma vez que nem parecer fazer parte do catálogo da Rocco. Na verdade, se você buscar no catálogo deles, não vai encontrar.

Editora Rocco, Filmes, Harry Potter
Bem, ontem foi a estreia do tão esperado filme que acompanhou um geração inteira. Eu fiz parte dessa geração, e desde o começo da semana que era como se algo estivesse faltando em mim. Cada dia que passava, que se aproximava da sexta feira, me fazia ficar mais ansiosa e receosa ao mesmo tempo. Por que depois que eu assistisse, seria o fim… ou não. Diferente do que foi escrito nos pôster em várias línguas, Harry Potter não vai acabar enquanto estiver dentro de mim.
E então, rapidamente, o dia de ontem chegou. E eu fui assistir ao filme. Se tiverem paciência pra ler este post até o final, vão descobrir minhas aventuras e a minha opinião a respeito do filme. 😉

Eu estava muito ansiosa que na semana que antecedia a estreia, falei com a minha chefa e pedi para entrar mais cedo. E ontem eu estava ansiosa que eu acho que acabei deixando todos no mesmo estado. De acordo as horas passavam, todos perguntavam: ‘E o filme, Rapha?! E o filme?!’ e eu respondia, louca: ‘É daqui a pouco gente!’ E nisso, me proibi de entrar no Twitter pra não pegar spoiller. E fiquei enchendo o meu amigo para poder fazer uma plaquinha pra levar pra estreia e tirar fotos legais. Quando deu 18hs, estava quase tendo um treco. Então eu e o Deivison fomos para o shopping e estava lotado como já era de se esperar. E nisso, eu queria tirar fotos com algumas pessoas e gravar alguns vídeos para a cobertura Up!Brasil, e aí eu vi uma menina que estava andando com uma camiseta linda de Harry Potter. Chamo – as, perguntando se são de algum fã clube, fã site e tal. E começamos a conversar, elas foram pra pré – estreia, morreram de chorar e voltaram no shopping, tinha ingressos ainda, compraram pra assistir na mesma sessão que eu. Entramos na sala, eu pedi pra tirar foto com eles e aquela bagunça toda. E finalmente… começa o filme!!
Meu coração palpitou. E eu prendi a respiração quando o Voldemort aparece violando a tumba do Dumbledore. E creio eu, até os 30 primeiros minutos do filme, eu estava bem feliz com tudo. Cenários lindos, e estava tudo transcorrendo exatamente como no livro. Mas é a partir do momento que o Harry se revela em Hogwarts em uma cena que não existe no livro, que as coisas começam a desandar. Na verdade, eu gostaria de ter acesso a esse livro que os roteiristas se basearam para fazer esse filme, por que com certeza não foi o mesmo que eu li. Na verdade, acho que eles tiveram acesso a esse livro. E ele está escondido na Sala Precisa.
Quero deixar bem claro que eu AMO Harry Potter. E sempre amei. Foram com esses livros que eu cresci, que me fizeram acordar de madrugada pra ler escondida, brigar com a minha irmã e fazer minha comprar por 90,00, e exatamente por isso, por ser uma fã e leitora apaixonada, é que eu fiquei tão decepcionada com o filme. Não é por que eu sou fã que quer dizer que eu não deva ser crítica. Eles mudaram TUDO! Mudaram a ordem do que as coisas acontecem, colocaram cenas que NUNCA existiram no filme e teve horas, que sinceramente, a interpretação dos próprios atores deixaram a desejar. Em diversos momentos – que eu perdi a conta de quantas vezes ocorreu – eu me perguntei: Eu entrei na sessão certa?! Se fossem pra fazer aquilo de filme, que não tivessem dividido! A primeira parte do filme é excepcional e dispensa qualquer comentário, está completamente baseado no livro. E esse? O pior é ler um monte de fan site falar que é o filme que todos esperavam, que é o melhor, que isso e aquilo. Eu não vi e não senti nada disso. E saí do cinema chorando, mas de frustração, decepcionada, chateada e sem acreditar que a tia Rowling deixou fazer com o ultimo filme. O MINIMO que tinha que fazer, era continuar baseando no livro! Era seguir a mesma linha de raciocínio, e não entupir o filme com cenas que NUNCA existiram e pensar que vamos engolir. Eu vi e ouvi várias pessoas que tinham acabado de assistir ao filme saírem de lá falando realmente que foi o melhor filme de todos. A sensação que eu tenho é que foi o melhor pra eles por que foi o ultimo. E por que não tem como tentarem arrumar no próximo, por que não tem um próximo. E que tem que se contentar com esse mesmo e falar que ficou ma – ra – vi – lho – so!
Mas eu não estou reclamando de tudo. Tiveram cenas excepcionais e únicas, que fizeram jus ao livro. O meu desejo é que tivessem feito isso no filme todo.  As lembranças do Snape (o que me faz lembrar que para ter acessos as lembranças, precisam retira – las da mente, não de uma lágrima. Desde quando A Penseira voa?!). Escolheram um ótimo ator para interpretar o Snape garoto, juntamente com a Lilian. A cena deles em uma espécie de clareira ficou linda! E junto com essas lembranças, temos relances do Tiago e do Sirius. A cena deles em Gringotes também ficou muito legal e não tenho nenhuma reclamação a fazer quanto aos efeitos especiais, por que dispensa os meus leigos comentários. Ficaram PERFEITOS! Quando Nagini mata o Snape (em um lugar desconhecido. Não era pra ser na Casa dos Gritos?!), eu me encolhi na cadeira. Ficou muito, muito real. A cena do Harry bebê no berço chorando, com a casa toda destruída, os pais mortos… O que me faz lembrar que apesar de ter ficado muito fofinho, o Snape não aparece na casa depois que Lilian e Tiago estão mortos. Muito menos abraça Lilian.
No entanto, eu me RECUSO a falar da morte do Fred!! Me recuso! Até por que não teve morte nenhuma! A morte do Fred era tão esperada pelos fãs quanto a do Dobby! E só colocarem o ator estendido lá no chão e mostrarem que ele está morto, sinceramente… Beijinho fraco Harry e Gina, só mostra o cocuruto da cabeça do Rony no beijo dele com a Mione na Câmera Secreta, que pelo menos reproduziram o cenário direitinho. Mas me digam, por que a Hermione e o Rony estavam tentando a todo custo matar a Nagini, quando já sabemos que quem vai fazer isso é o Neville? Cara, não precisam acrescentar nada a cenas que nós – fãs e apaixonados – já sabemos de trás pra frente! É pra enfeitar? Pra dar um ar de herói, ou pra que por um momento, fazer com pensemos que o que está no livro não vai acontecer? Teve momento que eu já estava tão desiludida, que eu VI a McGonagall matando o Voldemort. Juro. Por falar em lutas… nada mais sem graça que a luta da Molly com a Belatrix. E a morte da Belatrix, que acho que seria tão importante quanto a do Fred e Dobby juntas.
E DESDE QUANDO O HARRY PODE OUVIR AS HORCRUXS?! Pelo amor, de onde tiraram isso?! Tornaram tudo mais simples, toda vez que ele se aproximar de uma Horcrux começa a silvar! Não, eu me recuso aceitar isso.
E a melhor parte do filme: ELES NÃO PRECISAM MAIS VERBALIZAR OS FEITIÇOS! Não precisam! :O COMO – ASSIM? Eu sei que posso estar sendo insuportavelmente chata, mas os feitiços na cena épica em que o Harry mata o Voldemort é tipo essencial que os feitiços fossem falados gente!! No filme todo passamos por cenas onde tudo explode, estoura, se quebra, desaparece, salta e voa, mas não têm feitiços sendo pronunciados! E eu não vou nem comentar que o Harry quebra a Varinha das Varinhas.
Em contrapartida, a interpretação do Ralph Fiennes é magnifica! Creio que nenhum outro ator teria dado vida a Voldy tão bem quanto ele. Maquiagem perfeita, interpretação esplendorosa e eu ainda me pergunto como conseguiram fazer o nariz ficar daquele jeito. Com certeza, um destaque. Tem uma cena que o Voldemort rir que ficou super engraçada, e eu imagino que também tenha sido difícil de fazer uma vez, uma vez que é uma risada sem emoção e que mesmo assim passa o sentimento presente. Outra pessoa que se destaca bastante pra mim é a Helena Bohan Carter! Ela já é excêntrica por natureza, mas o papel da Belatrix é tão perfeito pra ela!
E no final do filme, não me venham dizer que o Dan Radcliffe, Rupert Grint e a Emma estavam mais velhos, por que eles estavam exatamente iguais. Passam um pouquinho de maquiagem e amarrar o cabelo em coque não significa que a pessoa está mais velha, portanto, pra mim estavam a mesma coisa. Eu nem comento a Bonnie Wright, por que ela é feia de qualquer maneira.

Depois desse desabafo, eu me retiro para reler Harry Potter e as Relíquias da Morte e tentar apagar todas essas cenas da minha imaginação e continuação a sonhar com um filme do Harry onde os produtores se basearam no livro e não em sua imaginação grotesca.


Sorrindo pra não chorar depois do filme junto com o Deivison.
    
Editora Rocco, Harry Potter
Pottermore
23.jun.2011

Perto do lançamento do último filme da saga que várias crianças, jovens e adultos cresceram e acompanharam lendo, J.K Rowling autora de um dos mais famosos livros do mundo, anuncia FINALMENTE o que é Pottermore, que os fãs durante toda essa semana esperaram tão ansiosos. Quando na semana passada foi divulgada a ágina pottermore.com junto com o canal do YT em que se tinha várias corujinhas e uma contagem regressiva, os fãs foram a loucura. Então, eis que hoje às 8hs finalmente minha mais perfeita autora revela finalmente. Confiram:

“Treze anos depois da publicação do primeiro livro de Harry Potter, continuo surpresa e encantada com a reação que tudo isso causou.  Apesar de o sétimo livro e o oitavo filme terem chegado ao fim, ainda recebo centenas de cartas toda semana, e os fãs de Harry continuam mais entusiasmados e criativos que nunca.  Então eu gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer, porque nenhum autor poderia querer leitores mais maravilhosos, diversificados e fiéis.  
Estou emocionada em dizer que posso agora lhes dar algo único. Uma experiência de leitura online, como nenhuma outra. Chamada Pottermore.  
É a mesma história, com algumas adições cruciais…a mais importante delas é você.  Como a leitura requer que as imaginações do autor e do leitor trabalhem juntas para criar a história, Pottermore será feito, em parte, por você…o leitor.  A geração digital será capaz de aproveitar uma segura e única experiência online, construída com os livros de Harry Potter.  
Pottermore será o lugar onde fãs de quaisquer idades poderão compartilhar, participar e redescobrir as histórias.  Será também um lugar exclusivo para adquirir audiobooks e, pela primeira vez, ebooks da série de Harry Potter.  Eu também participarei, porque vou compartilhar informações adicionais que escondi por anos sobre o mundo de Harry Potter.
Pottermore estará disponível a todos em outubro, mas alguns sortudos terão acesso mais cedo e ajudarão a construir essa experiência.  Simplesmente, siga a coruja. Boa sorte.”

Não preciso falar o quanto eu fiquei feliz com essa notícia, não é?! Para os fãs que cresceram lendo Harry Potter e que já estavam desesperados com o 15/07, foi uma maneira de extender um pouco a experiência única que tivemos a oportunidade de acompanhar. Essa experiência será totalmente online e os ebooks e audiobooks serão disponibilizados junto com conteúdos que não foram revelados. No site existe a possibilidade de cadastrar seu email. No dia 31 de julho, algumas pessoas serão chamadas para conferir as novidades antes de todo mundo! Como fã que eu sou, gostaria muito de saber algo a respeito do Os Marotos. Sem palavras mais pessoas. Vamos esperar!
1234
Assista aos Vídeos
[wonderplugin_carousel id="2"]
Equalize da Leitura © 2010 - 2016 ♥ Todos os direitos reservados
Tema desenvolvido por Débora M.