Relatos de Uma Blogueira
Ano passado, em especial, eu tive a oportunidade incrível de ter algumas experiências musicais, que acabou dando neste post. 
Eu tenho duas amigas Nadine e Mari que viveram a época do frenesi por Back Street Boys. Atenção: se você tiver mais de 25 anos saber do que eu estou falando. Eu sei que você sabe.

Opção 1: você era freneticamente apaixonada por eles, incluindo as suas amigas, e juntas escolhiam quem namorava com quem.
Opção 2: era freneticamente apaixonada por eles mas hoje em dia não confessa. Nem sob tortura, mas toda vez que ouve alguém falando Back Street Boys vira a cabeça rapidamente, como se estivesse vendo-os pessoalmente.
Opção 3: não gostava, mas sabe de quem se trata.
Se você tiver menos que 25 anos:
Opção 1: sabe do que se trata, como eu, mas é indiferente.
Opção 2:  teve uma irmã mais velha e com mais de 25 anos que te fez ficar viciada.
Opção 3: não sabe do que se trata.
Lembrando que você pode compartilhar o amor (ou não) com as Spice Girls.
O que aconteceu é que eu gosto de ouvir elas falando sobre a paixão delas sobre a boy band, apesar de às vezes ficar perdida, principalmente quando começam a falar do nome deles – eu os conheço apenas por características, tipo o que eu acho mais gatinho, que é o de cavanhaque -, cantam suas músicas e falam de todas as loucuras que fizeram. Acreditem, foram muitas. Boa parte são tão divertidas a ponto de tirar lágrimas dos olhos. Eu vejo minha amiga que não sabe absolutamente nada de inglês cantar todas as músicas com perfeição e a outra que sabe inglês implorar para a mãe que ia para a Europa que se ela esbarrasse com QUALQUER-UM-DELES poderia pedir autógrafo.
Com a nossa diferença de idade que fica de 6 e 8 anos, obviamente, os meus surtos por bandas foram totalmente diferentes. Que eu me lembre, era algo do tipo KLB, Rouge e, com menos intensidade, Br’oz.

Sim, eu tinha um tamanco do Rouge e eu ia para a escola com ele e uma meia colorida até o joelho. E sabem qual era a minha maior loucura? Escrever cartas para as promoções da rádio e deixar “escondidas” embaixo do travesseiro (onde a minha mãe sempre encontrava). Na adolescência: Avril Lavigne, CPM 22, Charlie Brow Jr., Guns n’ Roses e o que mais estivesse tocando na rádios.

O fato é, que além do KLB que eu escrevi as cartas, eu nunca fui fanática por nenhuma banda E também tinha o fator mãe. Ela nunca foi dessas de levar em shows, eventos e blá. Quer curtir? Ahãm, faça isso ouvindo música e só. Hoje em dia, os fãs fazem loucuras, pintam quadros, gravam vídeos, cortam a roupa fora, costuram ela de volta, ficam HORAS e HORAS em filas (sério, isso é algo que eu ainda não consigo entender), fazem tatuagem…

E AÍ CHEGAMOS NO PONTO QUE EU QUERO.

A Nadine tem um estagiária que é simplesmente a-pai-xo-na-da pelo Luan Santana. Tem, INCLUSIVE, uma tatuagem com o N-O-M-E dele escrita no pulso.

E este post nem é para julgar o gosto musical nada confiável dela, okay? Muito menos a tatuagem.

E em dezembro, para os fãs e não fãs, teve a gravação do DVD dele em São Paulo e todos os sites de entretenimento explodiram em promoções de todos os tipos. E a estagiária, claro, enlouqueceu junto. Fez um vídeo com o amigo de cair no chão de vergonha e teve uma incrível promoção que consistia em: tirar uma foto representativa dos anos 50 e 60 (já que é o tema do DVD, que eu também não tecerei comentários a respeito). Num braimstorm frenético chegamos a conclusão que: ela poderia tirar uma foto na lanchonete da cidade que é bem característica com roupas representativas da época. Para nossa alegria ela tinha também um pôster gigante do moço, que levamos também.

O resultado foi a foto abaixo:

Eu apareço nesta foto, já que fui Luan Santana por alguns minutos. SIM, eu estou bem segurando o pôster. E, para nossa surpresa e incredulidade, A ESTAGIÁRIA GANHOU A PROMOÇÃO!

Juro
Por
Deus
Que
Não
É
Brincadeira

E nós comemoramos a base do É TEEEEEEEEEEEEEEEEEETRA! *cambalhotas, saltos, giros, gritos, sorrisos, emoção*


Segundo as informações transmitidas através da pessoa que telefonou avisando sobre o prêmio, foram enviadas +/- 15.000 fotos e 10 foram selecionadas. Juro, eu fiquei tão feliz por ela que foi como se eu mesma tivesse ganhado. Foi uma correria para chegar até a lanchonete, depois ela se arruma, pede suco e hambúrguer, agora segura o pôster, olha para cá, arruma o canudinho na boca do Luan… Ei, o canudinho tá no nariz dele, arruma de novo.

Os nossos sentimentos como fãs vão e vem. É muito mais fácil para a minha geração entender o que isso significa do que para a geração dos meus pais, por exemplo. Hoje em dia, você consegue ter contato com aquele ídolo pelas redes sociais, encontrá-lo na rua, participar de promoções. E o seguinte é: sempre vão ter pessoas que serão especiais a ponto de arrastarem multidões e serem sucesso extremo (Beatles, Guns n’ Roses, É o Tchan, Bruna Vieira, Elvis Plesley, Justin Bieber, J.K Rowling, One Direction, Meg Cabot e ∞ mais). Eu acredito que devemos fazer aquilo que está ao nosso alcance – sem  machucar nem ofender – para realizar os nossos sonhos.

Um dia, você virá para trás e vê quanta idiotice já fez e acaba rindo. Rindo. E rindo.

Sem contar que as amizades que você faz no processo nunca deixarão você esquecer o que foi capaz de fazer por alguém. Que certamente nem sabe quem você é.

Relatos de Uma Blogueira

Quando estamos prestes a terminar a faculdade, várias dúvidas batem a nossa porta e deixa os nossos corações mais aflitos. O que eu vou fazer? No que vou trabalhar? Quanto vou receber? Quem vai me dar a oportunidade de mostrar o que sei?
No momento eu estou passando exatamente por isso e a única coisa que eu posso dizer é que é muito, muito, muito ruim crescer.
E é muito bom crescer.
O que acontece?
Você é testado de várias maneiras durante a sua jornada rumo ao sucesso – ou ao alcance – profissional. Nessa jornada você vai conhecer pessoas que vai te ajudar e te ensinar muito, profissionalmente e pessoalmente, vai encontrar obstáculos para superar, vai encontrar pessoas babacas para te colocar para baixo, vai encontrar o seu caminho (ou não), vai aprender. E o principal: amadurecer. E vou contar para vocês: não é fácil. Dói e no meio do caminho você vai querer tomar decisões que não passariam pela sua mente se a situação fosse outra.
Às vezes, eu queria ser novamente apenas uma criança, para a minha mãe me colocar no colo e deixar meu rosto descansar no ombro dela enquanto eu durmo. Juro que morro de inveja quando vejo isso acontecer, principalmente quando estou voltando para casa cansada e vejo aquelas crianças dormindo o sono da vida no colo das mães.
Muitas pessoas não sabem onde e com o que eu trabalho, pois nunca quis expor o que eu faço fora da minha vida de blogueira. Eu trabalho com marketing, turismo, estrangeiro, órgão público. Eu entrei nesse trabalho sendo estagiária, lá no meu 3º semestre do curso, sem experiência, sem saber nada, apenas aprendendo algumas poucas coisas na faculdade e terminando o cursinho de espanhol. Ali eu fiquei dois anos. E posso dizer? Foram dois anos maravilhosos, onde encontrei pessoas magníficas, que me ensinaram muito mais do que eu poderia pedir, me incentivaram, me deram opções, puxaram minha orelha quando necessário. E quando meu contrato terminou, apareceu a oportunidade de me contratarem: eu iria trabalhar com marketing, na minha área de formação e sem ser formada, ganhando uma grana que para mim com 20 anos era a fortuna do mundo e ainda ter uma experiência incrível de Copa do Mundo!
E assim aconteceu. Obviamente que algumas coisas eu gostaria que tivessem ocorrido de modo diferente, mas nada é perfeito. Muito menos trabalho.
A não ser que você trabalhe para si mesmo. E olhe lá.
Eu não acredito em Deus da forma com a maior parte das pessoas acreditam. Eu creio em um Deus que é totalmente meu, pois é assim que eu o imagino, sem pertencer a nenhuma religião. E quando aparecem pessoas na minha vida que me fazem ver o mundo de outra forma é quando eu realmente acredito que todas as pessoas só aparecem no nosso caminho com um propósito, seja ele bom ou ruim.
Resumindo todo esse texto. O que acontece é que essa semana eu fui colocada a prova. Confesso que me senti desamparada, triste, revoltada. A minha vontade era de responder um certo e-mail assim:
– Ó seu babaca. Está vendo este e-mail aqui? *esfrega o e-mail impresso na cara do sujeito* Se você fosse um pouco mais inteligente e educado veria que a culpa pela falta de prazo não é minha e sim da sua incompetência e caixa de e-mail lotada que fez todos os e-mails que eu enviei para você voltarem! 
Mas isso seria no mundo perfeito.
No mundo real eu fiz a única coisa que eu poderia.
Eu chorei.
Chorei porque foi a forma de mostrar a minha tristeza e raiva ao invés de chegar na pessoa e falar tudo que eu queria. (vide texto em itálico acima) Porque isso eu já sei que não se pode fazer.
No trabalho nós aprendemos a nos colocar em nossos lugares e em muitas vezes no lugar dos outros. Se fosse em casa, com a minha mãe ou irmãs, elas ouviriam da mesma forma como falaram. Isso já aconteceu muito e hoje em dia – com o amadurecimento! – e dependendo da gravidade do assunto, eu apenas ia zoar e deixar minha mãe (principalmente) falando sozinha ou deixaria um bilhete para a minha irmã pedindo desculpas (como geralmente acontece). Mas no trabalho eu não posso fazer nada disso.
E sempre tem aqueles momentos em que pequenas situações do destino, que independe de você ou do destinatário, acabam fazendo um círculo onde tudo acaba dando errado no resultado final.
Me mandaram um e-mail dizendo que eu estava sendo mentirosa e que o trabalho que eu estava fazendo não era satisfatório, quando a minha equipe está reduzida e eu estou fazendo o trabalho de três pessoas. Quando você está trabalhando de uma forma na qual nunca trabalhou e sem as pessoas que te ajudaram a chegar ali. Sem as pessoas que são suas amigas, mas que não podem te ajudar com o seu trabalho. Quando você não tem apoio de ninguém.
E eu tive uma crise.
Eu fiquei tão triste que minha cabeça doeu e quando cheguei em casa estava um pouco febril. Tudo isso porque uma pessoa estava desmerecendo o trabalho que eu sabia que era o melhor que eu poderia fazer no momento, mas que acabou me afetando por me fazer acreditar que não era o melhor. Foi uma coisa pequena, agora eu enxergo isso. Mas no momento, foi quando o copo transbordou e para mim era o problema de trabalho do mundo. Sabe o que é pior? A sensação de se sentir incompetente, idiota e desvalorizado, como se o que você fizesse fosse tão simples que qualquer pessoa poderia fazer, obrigada.
E quando eu fui conversar com a minha chefe, em meio a lágrimas, com e-mails impressos em mãos e todos marcados de amarelo fluorescente, ela me disse: – você está chorando por causa disso?
E por estar com a cabeça nos pés e os dedos balançando nas orelhas, não consegui enxergar o óbvio: que ela e muitas outras pessoas ali tinham que lidar com situações piores do que com a que eu estava encrencando. Sabe qual foi o problema? Eu não soube lidar com uma situação pequena e com uma pessoa estúpida, porque até então sempre tinha alguém por trás de mim que poderia me apoiar no momento em que isso acontecesse.
Só que eu cresci.
E as pessoas que não estão mais ali não podem me ajudar a escolher a melhor palavra, responder de forma mais cordial o e-mail e deixar passar situações de estresse quando a sua maior vontade é de falar tudo que está realmente sentindo para ela.
Respira. Inspira. Conta até 10. 1.2.3.4.5.6.7.8.9.10.
Sabe o que aconteceu? Lembra das pessoas que eu disse terem aparecido na minha vida para me ajudar? Pois é. Eu me sinto tão amada e acarinhada que eu não consigo descobrir como as pessoas não sabem o que é amar umas as outras. Não porque elas me ajudam, mas porque eu aprendi a ama-las à sua maneira. Porque sei que elas podem me ajudar em qualquer momento. E porque eu me sinto a irmã mais nova. A filha mais nova. A amiga mais nova que ainda está perdida encontrando o seu caminho. Essa sou eu.
Sabe o que eu ouvi?

– Rapha, você agora é uma profissional formada e que está no mercado. Situações como essa é o mínimo que você vai passar. Daqui para frente vai ser tudo muito pior porque a vida é assim, porque o mercado de trabalho é assim e porque as pessoas são assim. Mas você não tem sonhos? Metas? Você tem escrever tudo isso em um papel e acreditar que é capaz de conseguir. Porque eu confio em você.

Crescer realmente é dolorido. Amadurecer demanda tempo e um trabalho contínuo consigo mesmo. Mas o que eu levo dessa experiência é que na próxima vez que isso acontecer eu estarei tão preparada que irei rir depois da situação ao invés de deixar isso me afetar como aconteceu dessa vez. Os meus sonhos e desejos são tão maiores do que esses problemas, que eu tenho que pensar apenas que é necessário passar por isso: porque eu preciso crescer, porque eu preciso saber lidar com pessoas ordinárias, porque eu preciso lidar com pessoas educadas, porque eu preciso do trabalho, porque eu preciso conquistar meus sonhos. Porque isso tudo aqui é apenas experiência para que no próximo emprego, quando as dificuldades aparecerem, eu apenas deixe as palavras que machucam entrar por um ouvido e sair pelo outro.
Sabe o mais eu aprendi? Não espere a aprovação de ninguém. Nem a sua mãe, que em tese é a pessoa que mais te ama no mundo inteiro, vai fazer isso para você sempre. Tenha a sua consciência limpa de que o trabalho que você está fazendo é melhor e se dedique para que isso aconteça. O seu chefe tem muitas outras coisas a fazer – e mais importantes – do que ficar te elogiando e dizendo: Ei, cara. O seu trabalho está maravilhoso.
Isso quem tem que saber é você. O seu chefe só vai saber disso quando algo muito louco acontecer.

Temos que aprender a olhar nossa vida através da lente de uma câmera, focando nos nossos sonhos e fazendo de tudo para que o resultado seja a foto perfeita, sob um ângulo magnífico e com um raio de luz que acaba aparecendo um pouco e se enquadrando para melhorar resultado.

Imagem: Tumblr
Relatos de Uma Blogueira

Toda vez que sai um livro que é preferidinho por uma boa parte dos leitores e eu que eu, impreterivelmente, falo mal… 

#acabouomundo #SaiRaphaela #VocêÉLouca #ParaForaTodasAsPessoasQueDetestamOPatch #OsAnjosSãoMaravilhosos #TravisMaddoxMeChamaDeMesaECantaEmCimaDeMim #GabrielChamaMeuCorpoDeMestradoEVemMeOrientar #OsYA’sSãoOsMelhores #NuncaIreiMeApaixonar #MaddoxVocêMeSeduz #GabrielVocêMeAlucina #PatchaNãoSeiOQueMaisDizerDeVocê

– Você não pode falar assim de um livro.

– Você ofende os fãs.

– Como você OUSA?

– Ele é tesudo.

– Ele é perfeito.

Patch é gostoso. Travis é o homem da minha vida. O Professor Gabriel é ma-ra-vi-lho-so.

Okay… OKAY!

Esse Relatos vai causar certo desconforto e sei que boa parte das pessoas que estão lendo vão discordar de mim, mas espero que as poucas que concordem apareçam também e deixem seus comentários (Uhuu!! Não estou sozinha! #SeJogaGalera) e me dar um apoio moral, pois no final me sentirei sozinha no mundo.
Eu tenho problemas com alguns personagens masculinos. Um problema sério. Um problema grave. Geralmente, porque eu simplesmente não consigo me identificar com ele ou porque ele é idiota ou porque é autoritário ou porque é babaca ou, pior que isso: é idiota, autoritário e babaca. Tudo junto. Para cá eu trouxe três exemplos diferentes: Travis Maddox de Belo Desastre e Desastre Iminente, Professor Gabriel de O Inferno de Gabriel e O Julgamento de Gabriel e Patch da série Hush Hush.

Por que você escolheu logo esse três? Porque são os três personagens que quando eu cito são os mais aclamados e discutidos e debatidos e os fãs são loucos e frenéticos.  Cada um de seu modo conseguiu atravessar o mundo em diversas direções e conquistar o coração da mulhereda (e dos homenzaços também, por que não?) com seus atributos. Eu acho o Travis um canalha sem escrúpulos e sem personalidade, o Gabriel é um autoritário que não gosta de ser contrariado e muitas vezes rude e o Patch é simplesmente idiota. Eu não consigo lidar com esses personagens. Eu não consigo lidar com essas personalidades.

O que eu quero dizer é que você pode continuar a gostar de um desses caras ou de todos eles juntos, eu não me importo sinceramente. O que me incomoda é que vez ou outra que eu toco no assunto, várias pessoas me agridem verbalmente (podem acreditar, isso acontece!) ou mandam indiretas (estou acostumada) por não entenderem que eu não tenho interesse nenhum e nem morro de amores por eles.
Mas as pessoas não entendem isso. E é aí que entra o desastre infernal que é falar mal de qualquer livro, seja ele angelical ou não.
E, claro, boa parte de vocês não me conhecem pessoalmente. Não sabe que eu fico zoando, rindo, atentando dizendo: ‘Você não merece respeito! Você não gosta apenas de um, mas de todos eles juntos!’ (@JeessieRodrigues, você se identifica com essa frase?), mas eu vou respeita – lo. E por isso acham que eu não posso falar mal ou apontar o que acredito não valer a pena em determinados livros e se esquecem principalmente que eu também fico #chateada, #magoada, #aflita, #semchão quando vocês falam de algum livro que eu gosto muito. Quando você, meu caro, não gosta de alguma coisa, por acaso deixa de falar por causa de algum comentário? Não? Pois é, nem eu.
Eu realmente acho sério o fato de tantas meninas, mulheres e adultas acreditaram que o Travis é o homem da vida delas, não estou aqui para julgar ninguém #CadaUmCadaUmCadaLugarUmLugar Mas o encanto dele que é atiçado em milhares de leitoras simplesmente não chega até em mim. Considero ele machista e ofensivo a minha inteligência. Suas ações não justificam suas reações.
MAS RAPHA. POR QUE VOCÊ É ASSIM?
Porque eles não me atraem, galera. Eles não são personagens cativantes. Não quero entrar na moralidade nem bancar a feminista aqui, mas são personagens com a personalidade conturbada, que me incomodam de uma maneira quase dolorosa. Se eles fossem pessoas de verdade, eu com certeza brigaria com todos eles assim que pousasse os olhos neles. Eu sei que vocês podem falar: *imitando a vozinha debochada* ‘- Mas tem personagens piores do que os citados e você não fala nada.’ Verdade. Isso pode ser um pouco de implicância da minha parte #meujeitinhosimpático e pode ser porque eles não causam tanto frisson quanto os já citados. Existem personagens e personagens. Personalidades e personalidades. Gostos e gostos.
A leitura traz sentimentos que só quem está lendo consegue identificar e isso pode não ser coerente (para poucas pessoas) ou não vai agradar (para uma grande parcela de pessoas).  POR FAVOR, eu sou apaixonada por Crepúsculo e sei a quantidade de coisas idiotas que tem ali. Mas eu gosto mesmo assim. Eu sei o quanto as pessoas criticam quem gosta. Mas eu gosto mesmo assim. Eu sei que falam mal dos livros, do filmes, que tem vampiro que brilha, humana totalmente dependente de outra pessoa. Mas eu gosto mesmo assim. Eu acho equivocado algumas coisas que as pessoas falam? Acho. Eu posso tentar convence – la do meu ponto de vista? Depende, se ela quiser me ouvir (e me deixar ouvi – la) e souber lidar com o que eu vou falar. Eu gosto quando falam mal dos livros que eu tenho guardados no peito? Não, mas quem está lendo as minhas manifestações negativas tem que saber discernir e ir atrás para saber se concorda ou não comigo e não vim bater boca comigo (primeiro porque você vai ficar falando sozinho; segundo porque não vai funcionar; terceiro que isso é bobo) ou falar que eu não posso falar isso ou aquilo.
Estou cansada das pessoas ficarem pegando no meu pé pois eu não gosto de tais personagens, aquele autor, aquela história ou qualquer coisa do tipo. Me deixa falar! E falem também! Você pode encontrar pessoas com pensamentos diferentes e mesmo assim ser feliz! E pode encontrar pessoas que concordam com você e continuar sendo feliz. Continue lendo os livros que te dá prazer, que te faz feliz. Se o jeito estúpido do Travis te faz feliz, o que pode fazer? Se você ama o modo como Gabriel trata a Julia, seja feliz! Se o anjo sem sal do Patch te faz arrepiar, agarra mesmo.
Cada um é realizado lendo aquilo que gosta. E sempre vai ter reclamações. Você só tem que aprender a lidar com isso, mesmo que às vezes seja inevitável a chateação. A vida é assim.

P.s.: queria ressaltar que o Grey está além das discussões, por isso ele não entrará nesse tópico. Apesar de crer que ele se encaixa. E quais são os personagens que quando você abre a boca para falar já vem uma enxurrada de pessoas de #mimi para vocês?
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