Relatos de Uma Blogueira

A maior parte dos meus amigos são pessoas que tem a leitura em dia, leem sempre e tudo que está pela frente.

Tipo, eu.

Daí conhecemos novas pessoas, fazemos novas amizades e vai descobrindo mais a respeito delas.

No meu trabalho eu empresto meus livros para várias pessoas. Eu sempre faço aquele blá blá blá básico de ‘cuida direitinho, não amassa, não dobra, não suja, não coma perto’. Como eu tenho muitos livros e de diferentes gêneros, então eu consigo atender boa parte dos leitores do meu setor. MENOS UMA.

Assim, eu não gosto de desafios, sabe? Mas detesto quando me desafiam. Fica aquela sensação de que eu tenho que provar o meu valor e mostrar para a pessoa que eu consigo, sim! E foi aí que a Nadine entrou.

Erro número 1: Ela – me – desafiou.

Nadine é a minha amiguinha de trabalho. Eu gosto muito dela. É engraçada, divertida, conhece e fala com todo mundo na empresa, da Presidência ao 2º subsolo (coisa que me irrita bastante, principalmente quando estamos saindo para almoçar). Ela é cativante e gosta do rock n’ roll. Ou seja, meu número em questão de amigos para colocar aqui no coração. Só que ela me desafiou. Não foi nada expositivo. Mas ficou subentendido e aí eu já estava no jogo.

Seguem os diálogos.

– Amiga Nadine, como você, uma criatura formada em Letras, não lê mais de 5 livros por ano? O Marco te emprestou um livro que você está há mais de 5 meses e não termina! Você sequer está lendo! Pode falar.

– Rapha, eu estou lendo, sim. Mas é uma leitura mais complexa. Não é que nem esses livros de mulherzinha que você fica lendo.

– Deixe meus livros de mulherzinha fora disso. Estamos falando de você. Você só quer ficar lendo livros da época de mil novecentos e bolinhas, leituras difíceis, José Saramago, Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade, literatura brasileira lá da época que descobriram a cana de açúcar e ainda vem falar do que eu leio?

Erro número 2: ela ri do que eu leio. E aí começou o caos. Era só aparecer o tópico livro que eu estava sempre no meio porque ela fazia questão de me empurrar para poder ficar rindo e falando para as outras pessoas os títulos e gêneros do que eu estava lendo. E também porque na hora que falam LIVROS eu fico: ‘aonde, aonde, aonde?’

E todas as vezes ela ficava me provocando, falando que eu só leio livros de romance, de mulherzinha, Nicholas Sparks para cá e quando não, livro de sem vergonhice explícita. O problema é que ela sabe que eu não leio só esse tipo de livros. Eu leio muito de tudo, mas tenho as minhas preferências.

– Eu vou trazer um livro para você, Nadine. Lê. Se não gostar eu nem tento mais nada porque aí o problema não é comigo.
– Pois traga.

Eu, toda feliz, achando que agora ia provar um ponto levei Amante Sombrio, da JR Ward. Fala sério! Se a pessoa não gosta da Irmandade da Adaga Negra eu já vou olhar desconfiada pra ela e duvidar do seu gosto literário.

Erro 3: a única autora de vampiros que serve para ela é Anne Rice. E foi aí que tudo se perdeu. Ela não chegou a ler nem o primeiro capítulo inteiro de Amante Sombrio e eu tomei o livro. Fiz o meu discurso: falei que nunca mais emprestaria nenhum dos meus livros, que se a pessoa não gosta dos meus vampiros tesudos da Irmandade *Rhage dando um sorrisinho de lado* tem algum problema, que ela que ficasse lendo os livros chatos dela.

Eu me ofendi.

Continuamos a falar sobre livros. Ela sempre pergunta sobre o que eu estou lendo. Eu mostro, ela pergunta sobre o que se trata, já faz todo o seu veredicto apenas olhando para o livro.

Erro 4: A Nadine tem um sério problema: ela julga o livro pela capa. Eu sempre mostro os livros que eu estou lendo e ela faz comentários aleatórios do tipo: ‘Esse livro tem a capa bonita’ (quando eu estava lendo Trezes Relíquias); ‘Esse livro tem a capa igual a todos os outros do mesmo autor, Rapha’ (quando eu estava lendo O Casamento); ‘Esse livro tem a capa simpática, mas ele é de mulherzinha, né?’ (quando eu estava lendo Azar o Seu!); ‘Quem é o autor desse livro? A capa ficou bem interessante, eim?’ (falando de Laços de Sangue); ‘Esse aqui tem cara de comédia romântica, só pelo título.’ (falando de O Projeto Rosie). ‘Esse aqui tem cara daqueles livros de sexo que você gosta, só por essa capa tão sugestiva’ (falando de Amante Finalmente) ‘Esse aqui tem cara de quem vai morrer e o livro é triste, não quero’ (falando de Como Eu Era Antes de Você);

Conseguiram entender o meu drama? Ela já dá sua inclinação literária pela capa. E sim, isso é um problema quando você intimamente ainda tem esperanças que ela leia livros indicados por você.

Erro 5: fica de frescuragem que ler dentro de ônibus faz ela querer vomitar e dar dor de cabeça. Não me atirem pedras, mas eu fico 4 horas dentro de ônibus de segunda a sexta e nunca senti nada disso. Então, foi um ponto que eu tive para ficar debochando dela.

– Isso é desculpinha para não ler, isso sim!

– Não é, Rapha! A formatação e a história do livro são bem complexas!
– Então leia isso em casa e pegue outros livros para ler no ônibus. Essa desculpa não, cola amiga Nadine.

Um belo dia, ela me falou de um livro que a filha da amiga dela tinha comentado no Facebook dizendo que era LINDO: A Culpa é das Estrelas, e que ela tinha ficado interessada em ler.

Eu surtei.

– EU JÁ FALEI PARA VOCÊS VÁRIAS VEZES QUE ESSE LIVRO É LINDO, QUE VOCÊ DEVERIA LER, QUE É EMOCIONANTE! – bati com a mão na mesa, transtornada, e bem… ofendida. – E DEPOIS QUE A FILHA DA SUA AMIGA DIZ QUE ADOROU VOCÊ VEM FALAR PARA MIM QUE QUER LER O LIVRO? NÃO QUERO MAIS PAPO COM VOCÊ.

Ela tentou explicar, disse que não ia ler, que só estava coment… mas eu não quis saber. A vida é debochada com você. Tendo uma amiga fanática por livros, o que ela faz? Vai pegar impressões e diz que quer ler o livro depois da atualização de um status no Facebook. Erro 6: ela não confiava no meu gosto literário.

Depois disso, eu cheguei em casa e olhei as minhas duas estantes, disposta a encontrar um livro indicado POR MIM que fizesse essa criatura ler. O que eu sabia: ela não gosta de livros em que o foco é romance (Rapha, essas coisas não acontecem de verdade. Então, é difícil fazer com que eu acredite) – descartei duas prateleiras de livros da Novo Conceito -, não gosta de livros de vampiros que não seja Anne Rice – descartei uma prateleira dos meus livros de vampiros -, não gosta dos livros que as pessoas morrem, não lembra de ter lido nada erótico, só gosta de livros nacionais que foram publicado entre 1600 e 1900, nunca leu Harry Potter – heresia!! – e se eu não gosto de livros de anjos, vai ser complicado indicar algo para ela.
Tirando tudo isso, me sobraram poucas opções. Mas eu descobri que por algum milagre divino da literatura, talvez, ela gostasse de um.

Quase chorando eu fui conversar com ela.

– Amiga Nadine, POR FAVOR, POR FAVOR, POR FAVOR! Me deixa trazer um livro para você ler! Sabe aqueles livros que você sente que todo mundo na vida tinha que ler? Então, é esse! Não é romancezinho! EU JURO! Se você não gostar desse EU PROMETO, PROMETO, PROMETO que nunca mais indico livro nenhum para você! Nem vou ficar rindo porque você não lê, nem vou ficar te torrando a paciência porque você diz que eu nunca vi Star Wars mas você nunca leu Harry Potter, não vou mais zoar você quando estivermos conversando com outras pessoas sobre livros, não vou! Eu desisto e não toco mais no assunto!

Acho que ela percebeu o meu estado drástico. Mas dessa vez eu estava falando sério. Se ela não gostasse, eu realmente não iria mais insistir porque não teríamos nunca compatibilidade literária.

 ACERTO 1: Ela aceitou.

No outro dia eu levei com muita alegria Extraordinário da R.J Palacio. O irônico, talvez seja, que na capa atrás do livro está escrito:

Não julgue um livro pela capa. Não julgue um menino pela cara.

A parte boa agora é que ela leu o livro em dois dias. Inclusive dentro do ônibus. E adorou o Auggie. Eu fiquei tão surpresa e tão feliz ao mesmo tempo que quase não acreditei que ela tinha terminado e que ainda queria emprestar para a irmã!

Sabe aquela sensação de: ‘O MUNDO NÃO ESTÁ PERDIDO!’? Foi exatamente assim que eu me senti. E orgulhosa. Eu consegui um livro que não tinha romance, vampiro, morte dos personagens e ela ainda adorou por causa da personalidade do personagem principal!

Não consegui resistir. Levei A Culpa é das Estrelas para ela. Aí já começou:

– Blá blá blá romancezinho, blá blá blá ela vai morrer…

– Ela não morre. – suspirei, cansada dessa história já.

– Mas alguém morre.

– Eu não posso te dizer. Lê e me conta.

E começaram as mensagens de texto novamente e tudo se repetiu. E eu quis dar piruetas quando ela falou:

– Gostei Rapha. Tem romance, mas não é o foco do livro.

Eu estava ganhando a batalha e não quis desistir. O que eu fiz? Entreguei Jogos Vorazes, porque é isso que eu faço.

ACERTO 2: Ela gostou tanto de Jogos Vorazes que não parou mais. Rapidinho foi para Em Chamas e agora está em A Esperança.

E ainda teve a audácia de fazer o seguinte comentário: Eu ainda estava e recuperando do Augustus e você me vem com esse livro que todo mundo se mata?

ACERTO 3: Ela não parou mais.

E quando eu digo isso, podem levar ao pé da letra. Receber mensagem no celular meia – noite pedindo para que eu não esquecesse o próximo livro no outro dia porque o que atual já estava acabando? Fichinha. Receber mensagem na madrugada perguntando quem morreu? Risadas histéricas. Receber mensagens na madrugada pedindo spoiller? Tortura através do celular.

E foi assim que eu consegui fazer com que mais uma amiga se juntasse ao meu círculo literário. Eu fiquei tão feliz com esse obstáculo superado que quase não acredito ainda que tive essa capacidade. Meus olhos brilham como dois diamantes quando ela diz que vai lendo no ônibus (a mesma pessoa que falou que passava mal) ou que ficou até a madrugada lendo para concluir o capítulo (pois ela é sistemática) ou que já fica falando para as suas próprias amigas sobre os livros que está lendo.

Para o tanto de erro que cometemos, os 3 acertos valeram mais do que qualquer um.

Quando eu digo que vale a pena, é porque realmente vale.

Relatos de Uma Blogueira

Eu leio muitos livros. De muitos autores. De muitas autoras. Eu gosto de alguns mais do que de outros, muitas vezes apenas pelo fato de me identificar mais com que eu estou lendo. Reparo escrita, como se saem descrevendo diferentes pontos de vistas e vivendo gêneros distintos de personagens. Confesso, sinto muita falta de personagens femininas que sejam dignas de dizer: CARAMBA, VOCÊ É A PERSONAGEM! Sentia falta de mais mulheres se destacando na literatura e mostrando para o que veio.
 Felizmente, algumas autoras não deixam a desejar. Quando eu terminei de ler a série Night Huntress (publicada no Brasil pela editora Novo Século), eu pensei: Deus, eu quero escrever como você, Jeaniene Frost! E de repente, começo a perceber que as autoras da minha vida, que escreveram os melhores livros que eu li, no qual eu sou completamente apaixonada – tanto por elas, quanto pelas histórias – são… mulheres! Eu não saberia dizer a ordem. Elas simplesmente estão no meu top – escritoras – fodas – e – maravilhosas – que – fizeram – a – minha – vida literária – mudar – drasticamente!
Aí vocês perguntam: quem são elas, Rapha? Eis a resposta, em ordem alfabética (e não de preferência, para não ter confusão): Jeaniene Frost, J. K Rowling, J.R Ward e Richelle Mead, Sim, reparei que todas são de fantasia e fora a segunda, todas escrevem histórias de vampiros.
Sabe aquelas pessoas que são inspiração para a sua vida? Óbvio, claro que elas devem saber que isso acontece com várias pessoas que são fãs delas também… mas não é apenas isso. Um dia gostaria de escrever um livro. E eu gostaria de escrever algo tão bem feito, bem elaborado, bem escrito e estruturado quanto elas, com personagens cativantes e que eu visse as pessoas tão frenéticas por eles a ponto de eu mesma ficar em dúvida quanto a eleger qual é o melhor.
Essas mulheres criaram personagens maravilhosos, enredos cativantes e me fizeram virar madrugadas lendo seus livros. Todas elas e em fases diferentes da minha vida e não são menos importantes. Conscientemente ou não, induziram os meus gostos literários, me fizeram enxergar a literatura de maneiras distintas e mesmo que não tenham noção disso, mudaram a minha vida. Aí é que está o ponto: você se envolve tanto com o que foi lido que a sua imaginação entra em cena e você fica desejando, especulando, querendo, insistindo. Desculpa, mas eu ficaria mais do que feliz em ter um Bones para mim. Ou ter tido o Harry me salvando na Câmera Secreta. Ou quem sabe o Rhage me oferecendo pirulitos e o Dimitri dizendo coisas obscenas em russo em meu ouvido? A coisa fica tão complicada a ponto de eu não saber se eu gosto mais dos personagens ou das autoras que criaram… bem, que criaram tudo isso para fazer minha mente sambar de êxtase.
E surpreendentemente, fui olhar minha lista de leituras esse ano… e só li livros de autoras! E não foi por escolha e sim por causa dos títulos que mais me interessaram! (okay, como eu demorei a postar esse texto, já aparece um ou dois nomes masculinos, mas para fins do texto continuar com sentido, por favor, esqueçam-se deles por alguns instantes *pisca,pisca,pisca*)
Claro, diminuir a minha lista literária de mulheres autoras para quatro seria praticamente um insulto, mas elas são as principais e as que me inspiram. Nora Roberts revolucionou o romance para mim – a capacidade dessa mulher de escrever tanto assim e sobre assunto distintos ainda me surpreende -, Bridget Asher me fez rir com As Queridinhas do Meu Marido e trazer humor para uma situação complicada como é traição. Sara Gruen trouxe o mundo do circo e romance em Água para Elefantes. Ana Paula Bergamasco me fez sentir ojeriza e ao mesmo tempo alegria ao saber que nem tudo termina da melhor maneira possível, mesmo nos momentos mais estressantes e impactantes. Elizabeth Eulberg e Stephanie Perkins me fizeram dar boas risadas com seus livros com temática teen, mas que me deixaram fazer parte desse mundo sem fazer com que eu me sentisse intrusa. Samanta Holtz me fez acreditar que os romances históricos podem sim fazerem sucesso e que eu posso encontrar minha liberdade voando mesmo que seja nas páginas de um livro. Julia Quin, Sally Mackenzie e Nicole Jordan me entreteram quando eu precisei de um romance de banca básico. Colleen Houck apareceu e mostrou como a Índia e rica e inteligentemente escreveu sobre maldições. Carol Sabar me fez acreditar que talvez eu encontrasse o sósia do Robert Pattinson em um intercambio e que ele se apaixonaria por mim, doce ilusão. Suzanne Collins me fez odiá – la: ela deveria ter parado de escrever em Jogos vorazes. A Laura Conrado me mostrou que tem problemas femininos que são compartilhados universalmente. E também me fez acreditar em amizades que começam através dos livros…
Sabe o que me deixa mais orgulhosa? Nossas autoras estão se enveredando por caminhos literários que geralmente você só vê homens dominando. Estou lendo Seraphina da autora Rachel Hartman e antes de terminar o livro eu posso assegurar com certeza que será um que ficará marcado esse ano para mim. É muito difícil ver mulheres escrevendo sobre dragões, mas ela veio e está fazendo sucesso. Creio que nesse exemplo, colocando a brasileriedade em destaque, citarei a Carolina Munhóz. Ela escreve sobre fadas e outros seres e sabe que tem público feminino que gosta e são apaixonados por suas palavras. Não importa mais sobre o que se escreve, desde que tenha lógica e agrade. Essas autoras conseguiram isso atrvés de seus próprios méritos. Cada uma delas foi encontrando seu público, suas leitoras (e leitores, aqui vocês são bem – vindos) e mostrando seu talento. Não ficam atrás, me fazem derreter o coração e desejar mais, mais, mais, MAIS!
Queridos autores, desculpa, mas este post é só para mulheres. Para mulheres escritoras. E para as mulheres leitoras.

Sobre o Autor:

Raphaela. Futura Publicitária apaixonada por livros, que deseja ler todos os livros do mundo. Como sei que não é humanamente possível, vou lendo os que estão ao meu alcance. :}

Estudante, aspirante a escritora, romântica declarada, compulsiva por livros. Blogueira, resenhista, universitária, apaixonada por bons livros e amante de bons personagens.

Relatos de Uma Blogueira
Todos os anos quando um acaba e o outro se inicia, fazemos promessas. Sem falar nos nossos desejos internos e pessoais que sempre anotamos em um papel, torcendo para que que quando o ano acabe, todos eles tenham sido realizados. 
Posso confessar para vocês? Comigo não foi diferente. Eu pedi algo também junto com os meus outros desejos. Pedi que os livros que eu lesse esse ano trouxessem histórias magnificas, cheias de entusiamo e fantasias, com personagens lindos, bem escritos e que eu me apaixonasse. E eu não quero só um. Qual seria a graça? Quero muito, vários, todos!
Pode ser os malvados e vilões. Pode ser os bonzinhos e sem graça. Pode ser os lindos e bad boys. E também os anjos ou os demônios. Que sejam bílingues, fortes, baixos, alto, quentes, frios, loucos, quietinhos, tímidos, roqueiros, bisbilhoteeiros, mágicos, com doenças terminais, com filhos ou sem eles…. Aaaaaaaaaaaah, pode ser personagens femininas também. Desde que tenham personalidade, sejam guerreiras, apaixonantes e não submissas. Eu não quero mulheres cheias de mimimi, que deixam o homem ficar enrolando, batendo, machucando, fazendo chorar e etc. Por favor, isso eu já vejo todos os dias na minha vida. Vamos mudar, autores?

Quero mais livros com histórias de verdade, que me faça ler até não querer mais largar o livro, que eu fique frenética, alucinada, ansiosa, enamorada. E que não necessita ter cenas de sexo. E que se tenha, que sejam bem escritas, com conteúdo e não apenas descrições onde os autores pensam que eu terei um frio na barriga lendo ‘xoxotas, paus, pintos e triângulos cabeludos’.Com outros temas. Não precisa ser fantasia, nem vampiros. Só precisa que… me encante.

Esse ano eu desejo apenas que eu me apaixone mais. Pelos meus personagens tão queridos de papel.

Sobre o Autor:

Raphaela. Futura Publicitária apaixonada por livros, que deseja ler todos os livros do mundo. Como sei que não é humanamente possível, vou lendo os que estão ao meu alcance. :} 

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