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Trilogia da Gratidão (Os Irmãos Quinn)
Título original: Chesapeake Bay Saga
A Trilogia da Gratidão recebeu esse nome devido à edição da histórica como foi publicada no Brasil primeiramente, mas a saga na verdade possui quatro livros – o 4° tendo sido publicado anos depois do 3° a pedido das fãs.
Esta série é muito aclamada entre as fãs da autora, inclusive sendo considerada por muitos a melhor de suas séries escritas, e é perfeitamente justificável sendo uma trama que envolve amor, drama, lealdade, e um sentimento de família tão puro que ultrapassa qualquer relação consanguínea. Os quatro irmãos protagonistas são unidos pelo destino e pela mão caridosa do casal Ray e Stella Quinn.  
O primeiro livro, Arrebatado Pelo Mar, conta a história do primeiro deles a ser acolhido pelos Quinn, Cameron. Atendendo ao último pedido do pai, ele retorna à costa de Maryland para a casa onde cresceu depois de muitas viagens ao redor do globo. O homem que nunca tivera grandes responsabilidades na vida se viu com um prato cheio nas mãos: voltar a viver na casa que guarda tantas memórias, ao lado dos irmãos e cuidando de um garoto rebelde cuja ligação com seu pai adotivo é ainda misteriosa.
A série começa já maravilhosamente e ao mesmo tempo, desde esta história eu já fiquei com o coração na mão. A convivência entre os irmãos é complicada e precisa ser lidada com cuidado, até porque eles não eram mais simplesmente três homens que viviam a vida como queriam – tinham o futuro de uma criança nas mãos, uma criança que os lembrava de modos diferentes de uma infância que ainda os atormentava. E sem contar que, eles ainda precisavam lidar com a durona assistente social que estava atenta buscando zelar pelo bem do menino. Uma assistente social que já passou por situações terríveis também, uma personagem que muito admiro pela força que tem. Cameron desejava honrar a vontade do seu pai, que era manter a família unida mesmo com todos os seus “poréns”, e ele pretendia fazer aquilo mesmo que precisasse enfrenta-la.  
Trechos:
Você fez isso de propósito.
Fiz o quê de propósito?
Escolheu esse terno não-me-toque e o perfume de deusa sexy ao mesmo tempo apenas para me deixar louco.
Ouça o terno, Quinn. Sonhe com o perfume.
 Ele havia realizado o mais vital dos atos. Ele havia tocado vidas. E ele tinha transformado três garotos que ninguém quisera em homens.


O segundo livro, Movido Pela Maré, traz a história de Ethan, aparentemente o mais calmo e sereno dos irmãos, mas que, em minha opinião, enfrenta dia após dia o passado mais doloroso de todos. Ele e Seth se identificam por partilharem de traumas que levarão para sempre. Ethan lida com a recente perda do pai tentando continuar o negócio da família: construção de barcos, mas sua vida muda muito com a chegada do menino. 
Ele tentava seguir a vida da melhor maneira que podia, tentando não se ater muito ao passado e reprimir os sentimentos que tinha por uma amiga de longa data por receio de arriscar a pedir muito de um destino que, até então, achava ter sido caridoso considerando tudo o que já tinha lhe acontecido. Ele descobrirá, na segunda parte desta jornada maravilhosa de descobertas e superação, que a felicidade apenas pode ser alcançada se lutarmos por ela, por mais difícil que pareça o caminho. 

Trecho:

Uma pessoa ferida reconhece a outra.



O terceiro livro, Protegido Pelo Porto, relata a história de Phillip, o irmão que aparentemente melhor seguiu com sua vida: bem-sucedido no ramo dos negócios, vive em um apartamento com vista para o mar e com uma postura tão estável que ninguém jamais descobriria de onde ele realmente tinha vindo. Ele próprio parecia ter se esquecido, mas a proximidade com Seth o faz relembrar das poucas e boas que a grande peça da vida já lhe pregou. 
A família deles está firme e forte como nunca antes e tudo parece que vai se encaminhar bem até que uma estranha escritora chega à cidade de modo inesperado com a desculpa de que estaria fazendo uma pesquisa para seu novo livro. Há algo nela, no entanto, que não convence o atento Phillip, que está determinado a descobrir o que verdadeiramente ela foi fazer ali. A verdade ameaça novamente a estrutura de segurança que eles haviam estabelecido para o pequeno Seth. E põe em prova de novo a lealdade dos irmãos. 

Trecho: 

Phillip olhou nos olhos de Ray. Ali ele reconheceu compaixão e esperança. E a sua imagem refletida naqueles olhos, sangrando num beco qualquer onde a vida valia menos do que uma moeda de dez centavos.
Enojado, cansado e assustado, Phillip deixou a cabeça pender em suas mãos.
Qual é o propósito?

Você é o propósito, filho. – Ray passou a mão pelo cabelo de Phillip. – Você é o propósito.



O quarto e último livro, Resgatado Pelo Amor, é o meu predileto e eu tenho estrelinhas nos olhos enquanto escrevo. Ele se passa muitos anos mais tarde e conta a história do Seth, agora maduro, mas ainda muito ligado a seus irmãos de coração. Ele acaba de voltar da Europa e pretende se estabelecer de vez em Chesapeake Bay, principalmente depois de conhecer uma recém-chegada à pequena costa que desperta sentimentos nele que nenhuma outra tinha feito até então. 
Tudo parecia se encaixar, mas… Não. Havia uma pequena brecha em sua vida que Seth não estivera disposto a compartilhar com ninguém durante muitos anos. Brecha esta que o impedia de seguir em frente totalmente como queria. Brecha que, mesmo após anos de bonança, buscava formar uma nova tempestade. 
Os irmãos precisam mais uma vez mostrar que nem o tempo, nem a distância, nem o cansaço os impediria de batalhar quantas vezes fosse o necessário pelo ideal mais importante de suas vidas: a família. 
Trecho:

Não é um exagero dizer que eles salvaram minha vida. Ray Quinn, Cam, Ethan e Phil. Eles transformaram o mundo deles por mim, e com isso, transformaram o meu. Anna, Grace e Sybill, Aubrey também. Eles formaram um lar para mim, e nada do que aconteceu antes importa tanto quanto tudo o que ocorreu depois.

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Nora é conhecida por seus romances best-sellers e a série Mortal que escreve sob o pseudônimo de J.D. Robb. Alguns amam Nora, alguns não gostam de Nora, e alguns a julgam. Eu juro que, mesmo no começo de minha jornada pelos livros dela, eu nunca entendi como alguém pega uma obra relíquia dela e não vê que há algo diferente. Mesmo que deteste, mesmo que ache que ela é a pior escritora da terra, mas eu não consigo compreender como tem gente que diz que ela escreve como qualquer outra. Não, isso não entendo.
Eu digo a vocês, ao invés, que provavelmente quem não encontrou nada de diferente no modo dela de escrever não selecionou um dos melhores trabalhos da Nora. E ela, assim como todos, tem melhores e piores obras, magníficas e algumas medianas, algumas que fazem você agarrar o livro contra o peito e outras que termina a história sentindo que poderia ter sido diferente. Isso já aconteceu comigo, fã louca, acreditem. Mas o ponto é que não importa minha opinião geral de um livro, sempre vale a pena porque a forma como a Nora escreve… Exige reações.
Aquela capacidade de fazer com que você vá dormir pensando nas cenas que presenciou, nos lugares que visitou e nos personagens que conheceu. Costumo pensar que conhecer o trabalho dela é essencial para cada pessoa que gosta de literatura. Ler Nora Roberts é como assistir aquele filme clássico que já decorou as falas e arranca de seus olhos lágrimas constrangedoras de tão comuns, é como tomar seu sorvete predileto depois de um longo tempo: quer devorar tudo de uma vez porque necessita daquilo como o próprio ar e ao mesmo tempo quer saborear bem devagar porque mesmo que coma outro, quem colocou aquele gosto conhecido e mágico na sua boca foi o primeiro; e nada é como ler pela primeira vez.
Ler Nora Roberts é tocar as nuvens com os pés fincados no chão, é sentir o mundo mais importante girar e mudar de lugar enquanto ninguém percebe: o seu mundo interior, e amar o mais intensamente que pode por um período de tempo ilógico aquele pedacinho de realidade que não existe.
Confiram o cronograma do Mês Especial no blog, pois durante três semanas estarei apresentando uma trilogia da autora.

Semana 1
3/6: Trilogia da Gratidão
6/6: Trilogia da Fraternidade

Semana 2
10/6: Trilogia da Magia
13/6: Trilogia do Sonho

Semana 3
17/6: Trilogia do Círculo
20/6: Os O’Hurley

Semana 4
Surpresa

Até amanhã!
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Quando eu era pequenina, ficava escrevendo nos cadernos velhos que tinham pela casa, coisas que nem para mim mesma faziam sentido. Quando eu fiz 11 anos e ganhei meu primeiro computador, eu e minha irmã fizemos um blog (benditos ou malditos hahaha tempos do Meu Mundo Pink ¬¬), onde o meu principal foco era ficar escrevendo besteiras que eu pegava na internet e juntar com os gifs que eu achava um máximo pensar que eu sabia fazer. Depois, eu criei incontáveis, inclusive um Harry Potter e sonhei que ele se tornaria um fan site enorme. Fui frustrada. Depois de mais 3 ou 4 blogs de coisas distintas, desisti de vez, principalmente quando os blogs de moda assumiram com tudo seu espaço. Eu era muito menino pra tentar me engajar nisso.
No dia 21 de abril de 2010 eu resolvi que depois de vários anos sem blog, eu queria um de novo. E dessa vez eu viria pra ficar… mas sobre o que falar? Comeceu com amenidades, falando um pouco sobre o meu dia – a – dia, era pouco atualizado e tal… O nome inclusive era outro e muitas pessoas me conhecem na época do Glitery In The Mirror (outro nome sensacional… *ploft*)…

Às vezes eu tenho a impressão que se passaram três dias, outra vez anos; uma semana; 9 horas… contabilizando de acordo com o mundo são três anos. Três aos cheio de coisas boas, alegrias, tristezas, frustrações, reclamações, exclamações, amizades, inimizades… Foram três anos cheios de sonhos, desejos, compartilhamento, aprendizado e experiência. Queria poder dizer que o Equalize é apenas um hobby para mim. Claro, ele é. Mas hoje eu o vejo como instrumento de trabalho, colocando (ou tentando) em prática várias coisas que eu aprendo na faculdade. Pode ser bobo, mas ele já faz parte de mim. Me sentiria solitária, triste e sozinha se não pudesse compartilhar com alguém o que eu leio, o que eu gosto e desgosto, meus gostos pessoais e livros preferidos, personagens irritantes e amáveis, zoação dos livros eróticos que tem sempre a mesma pegada… Mas aí o Equalize veio aparecendo, surgindo e estamos aqui até hoje! *O/*

Queria agradecer aos leitores do blog, as editoras parceiras, aos amigos que consegui através daqui, aos autores parceiros que compartilharam um pouco de si mesmos comigo e confiaram no meu trabalho. Obrigada àquelas pessoas que me animaram quando eu quis desistir, àqueles que estão sempre por perto e a você que sempre passa por aqui, apesar de eu não saber quem é.

Vamos tentar, juntos (e na companhia de novas coleguinhas *O/*) fazer um ano de blog mais cheio de experiêncas, notícias importantes, descontraído e alegre.

Obrigada pelos 3 anos!
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