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Título Original: The Twilight Saga – Breaking Dawn Part II
EUA, 2011– 117 min
Direção: Bill Condon
Gênero: Romance
Atores: Robert Pattinson, Kristen Stwart, Taylor Lautnet, Kellan Lutz, Ashele Greene, Niki Rea

 E lá vamos nós para a indicação do último filme da saga. Eu começo dizendo que fico feliz por mais esse ciclo ter se fechado. Tudo que começa tem um fim e esse foi realmente surpreendente. 
Eu não estava muito como fiquei com a primeira parte do filme, já que essa segunda parte é exatamente a mais frustrante do livro e ve – la sendo reproduzida, pensei, que fosse ficar tão ruim quanto. Ledo engano. Me atrevo a dizer que foi o melhor até aqui, fechando com chave de ouro e deixando os fãs da Saga em êxtase. Se você não assistiu ainda, vai ter só spoiller.
Quando Bella acorda depois de ser transformada em vampira, começa a se adaptar em como a sua nova vida será. Claro, Edward está ao seu lado para ajuda – la na primeira alimentação e para todos os próximos momentos, inclusive quando conhecerá sua filha, Reneesme. O que ela não esperava era que Irina visse a criança e pensasse que ela fosse imortal, indo dedurar para os Volturi que vão atrás dos Cullen para resolver a história toda, enquanto isso, esses vão atrás de testemunhas para tentarem conter os Clã poderoso.
Depois desse resumo tosco já que todos sabem realmente a história do filme, vamos ao que interessa. Eu sai extasiada do cinema. Com a pele arrepiada, com a mão no rosto sem acreditar no que tinha acabado de assistir, sem acreditar que o Bill Condon conseguiu dar um final digno para um filme que tinha TUDO para sair errado e tão ruim quanto o final do livro. Mas não. É chocante perceber a interpretação dos atores, como as cenas foram produzidas, sendo fieis ao livro até a parte final, onde é reviravolta que vai fazer toda a diferença. Eu pelo menos aplaudi de pé a decisão do Condon. Se a Meyer tivesse feito algo parecido no livro, creio que teria agradado mais os leitores.
A Kristen está muito bem no filme: realmente ela como vampira é sensacional. A melhor parte é que parece que quando ela se tranformou, perdeu o péssimo hábito de morde os lábios *O/* O Rob parece mais tranquilo nesse filme e muito bem. Taylor sempre é uma surpresa boa para mim, já que na minha mente ele sempre será o Jacob perfeito. Outro que eu sempre gosto de dizer que faz a diferença nos filmes, claro, é o Billy Burke. Sério.
O que eu AMEI:
Surra no Jacob: Aaaaaaaaaaaaaah, como eu ansiava por isso! As caras da Kristen muitas vezes não me convenceram, mas quando ela berra: ‘VOCÊ ESTÁ CHAMANDO A MINHA FILHA DE MONSTRO DO LAGO NESS?!’ e joga o Jake lá longe eu me divertir muito. Enquanto isso, o Edward está bem lá na sacada vendo tudo e deixando. Eu sempre achei que o Tay perfeito para o papel de Jacob e quando ele faz cara de arrependido, tentando mostrar para a Bella que não é como ela pensa, conseguiu me convencer.
Queda de braço: uma das cenas mais esperadas, né? Só achei que foi muito rapidinha, mas a cara do Emmet foi sensacional!

Jacob se transformando: Jacob se mostrando na frente do Billy e quando ele pula e depois deita na frente do Charlie, enquanto o mesmo está com uma cara de: ‘que raios é você?!’ foi so amazing! E depois vem uma das cenas mais lindas…
Charlie abraçado com a Bella: gente, que cena liinda! Eu sou fã do Burke por que ele deu um toque irônico aos filmes, mas mesmo assim ele sempre consegue me surpreender. Ele aparece todo destruído por causa do sumiço da Bella, pensando que a filha está morrendo. E claro, a pergunta clássica: você não se transforma em um animal, não né? foi de arrancar risos. Mais um pontinho para o Billy.
Clã Denali:  Quando Bella, Edward e Jacob levam a Nessie para conhecer o clã em busca de testemunha, ficou muito real a cena que elas pulam lá na Indonésia de medo da menina, deixando bem claro como é forte o sentimento em relação as crianças imortais.
Créu vampiresco: eu não sabia o que esperar dessa cena de sexo na segunda parte do filme. E caramba, mais uma vez fui surpreendida e ficou maravilhosa. Ficou lenta, sensual, sexy, nada vulgar. Tirando algumas caretas que a Kristen fez que eu acho impossível que alguém faça (talvez só ela mesma) durante o sexo, ficou perfeita.
Vampiros pelo mundo: adorei, adorei, adorei ver os outros vampiros espalhados. Assim, aquelas Amazonas estavam esquisitas por demais, parecendo bichos e eu me senti ofendida. u.u Mas tirando esses detalhes, pelas interpretações.
A grande luta: Deus, o que foi aquilo?! O Bill conseguiu fazer um final espetacular para o que pensávamos ser impossível! Se a Meyer tivesse tido essa sacada e não feito a merda que fez no final do livro, estaríamos todos mais felizes. Na hora que arrancaram a cabeça do Carlisle, o meu coração sangrou. Tipo, como?! Minha boca ficou em um ‘o’ eterno e eu não sabia o que pensar, fazer, agir. E rapidamente as outras cenas começaram e todo mundo foi morrendo, lutando, se matando, lobos e vampiros. Aí arrancam a cabeça do Jasper, depois o Seth morre 🙁 Caramba, quando eu vi que o brilho tinha sido apagado dos olhos dele, os meus se encheram de lágrimas. Depois bem a Leah salvando a Esme, sendo que ela nunca foi com a cara da mulher. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaah, quando eu percebi que era tudo a visão da Alice, eu já estaa agarrada na poltrona da frente, os dedos brancos por que o sangue não conseguia circular direito. Sem mais. Poderia ter sido uma merda, mas as minas palavras não conseguem explicar o que eu senti.
Bella & Edward na clareira:  como eu sobrevivi a essa cena? Fazendo uma alusão bem clara aos outros filmes, quase tive um treco. Não lembrava mais dessa parte e foi uma bela surpresa, principalmente quando tem a Bella mostrando que o Edward sempre foi importante pra ela… e tem todos aqueles flashbacks dos outros filmes, inclusive dela toda destruída em Lua Nova *lagriminhas nos olhos* Emocionante.
Trilha sonora: só não bateu a de Crepúsculo, por que aquela lá foi a melhor de todas. Mas por exemplo, a música do Green Day que estava esperando tanto só foi tocar nos créditos finais e ela é tão linda. Esperava que tivessem dado mais destaque. Mas a canção de ninar da Bella foi repetida e teve a da Nessie. Gostei.
O Final: Que bela homenagem o tio Bill prestou a todos que participaram do filme. Eu já me sentia saudosa só de olhar para a carinha de todos eles que deram vida aos personagens que tanto gostamos, uns mais e outros menos. Enquanto eu via aquela homenagem, lembrei das pessoas que eu conheci através da Saga, das amizades que construi e das histórias que escrevi. Muitos podem falar mal de Twilight, por que parece que foi/é a moda. Mas o que os livros e filmes me proporcionaram ninguém conseguirá me tirar. Por isso fico tão feliz que esse ciclo tenha se encerrado.
O que eu achei ESTRANHO:
A Bella fugindo dos homens que estavam fazendo trilha: não sei vocês, mas a impressão que eu tive é que ela estava possuída, correndo descalça, os cabelos tudo desgrenhado, com aquela cara típica da Kristen e tal… Eu comecei a rir na hora.
Nessie: Gente, aquela menina em computação gráfico ficou engraçada demais. Na hora que dava o som com o risinho dela eu me encolhia toda! hahahah Em algumas partes eu acho que ficou demais, mas no geral fizeram um bom trabalho, exceto no final que ficou muito falso, quando colocaram o rosto da Mackenzie na menina mais velha.
Enfim, um filme digno de palmas. O melhor para finalizar a saga de forma esplendorosa.
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Hey, galera! Como estão?
Estou passando por aqui para divulgar um evento bem bacana aqui em Brasília. A maior parte de vocês não é do quadradinho, eu sei. Mas gostaria que me ajudassem a divulgar o evento. 🙂
Recebi carinhosamente o convite da autora Janaína Rico para mediar o evento literário aqui em Brasília onde o tema será: Literatura Feminina – Muito Além de Tons de Cinza. A Janaína junto com as autoras Cinthia Kriemler e Cristiane Sobral vão bater um papo bem legal a respeito da literatura feminina. 
Eu estou torcendo para que seja extremamente envolvente e que possámos conversar mais a respeito dessa literatura que explodiu muito depois do lançamento de 50 Tons.
Será no dia 27 de outubro de 2012, às 16hs, na Livraria Cotidiano que fica na 201 Sul. Todos serão bem – vindos, mulheres e homens também! 🙂
Confirmem a participação de vocês no evento.

Sobre o Autor:

Raphaela. Futura Publicitária apaixonada por livros, que deseja ler todos os livros do mundo. Como sei que não é humanamente possível, vou lendo os que estão ao meu alcance. :} 

Estudante, aspirante a escritora, romântica declarada, compulsiva por livros. Blogueira, resenhista, universitária, apaixonada por bons livros e amante de bons personagens.

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“Copper” tem como protagonista o detetive Kevin Corcoran (Tom Weston-Jones), também conhecido como Corky, um ex-boxeador irlandês durão. Ele conta com a ajuda do seu companheiro de equipe Francis Maguire (Kevin Ryan), do amigo médico afro-descendente Matthew Freeman (Ato Essandoh) e do amigo rico Robert Morehouse (Kyle Schmid) para manter a ordem e fazer justiça na caótica Nova Yorkde 1864.
O primeiro episódio da série nos joga na conturbada área de Five Points, distrito disputado por imigrantes de várias partes do mundo (especialmente irlandeses), negros que lutavam por seus direitos (a história se passa na época da Guerra Civil Americana) e pela rica aristocracia nova-iorquina, que tinha grandes interesses financeiros na região e fazia de tudo para expulsar os pobretões.
É nesse caldeirão fervilhante que os Coppers (forma antiga de “cops” = policiais) capturam bandidos, fazem a cobrança de propina, enfrentam gangues rivais de irlandeses, recolhem corpos (que às vezes são levados para serem examinados não oficialmente pelo Dr. Freeman), se divertem com prostitutas e tentam fazer justiça para os mais necessitados. Corky ainda faz hora extra vagando entre os imigrantes recém-chegados em busca de pistas que o ajudem a solucionar o assassinato da filha e o desaparecimento da mulher.

E é justamente a tristeza pela filha morta que o faz se apiedar de Annie Reilly (Kiara Glasco), garota que mora na rua e se prostitui para sobreviver. Sua angústia aumenta ainda mais quando o corpo da irmã gêmea de Annie é encontrado violado. O incidente faz Corcoran enfrentar os interesses da poderosa Condessa (que promovia festinhas para endinheirados regadas a muita prostituição infantil) e as ameaças de influentes membros da sociedade nova-iorquina para descobrir o assassino e puni-lo, bem como para arranjar um novo lar para Annie.

Além da reconstituição de época primorosa, é muito interessante observar os comportamentos típicos do período: o casamento legal de crianças maiores de 10 anos, a prostituição, os conflitos entre os irlandeses e os negros (os primeiros temiam perder seus empregos para esses últimos, que ainda lutavam pela liberdade e obviamente constituíam mão de obra mais barata), a corrupção policial, os linchamentos/enforcamentos em praça pública.

Vale destacar ainda a forma como Dr. Matthew realizava o trabalho de médico forense daquele tempo, um CSI primitivobastante curioso. A abertura também é um show à parte, contando com bonitos elementos gráficos e música irlandesa tradicional.

“Copper” é a primeira produção da BBC America e estreou no dia 19 de agosto nos Estados Unidos. No Brasil, a Foxadquiriu os direitos de exibição, mas a série ainda não tem data prevista de estreia.
Acho que já deu para perceber, mas nunca é demais avisar: “Copper” é uma série adulta, OK?
Beijo e até a próxima!
Sobre o Autor:
Michelle, 33 anos, paulistana, tradutora formada em Letras pela PUC-SP, apaixonada por idiomas, mesmo aqueles que não entende. Viciada em filmes, livros e séries, adora ir a shows de rock e nunca abre mão da sobremesa.

Colunista de filmes e séries no Equalize da Leitura, mas às vezes também posta resenhas de livros.

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Siim, siim, siim! Voltei! E esse post era pra ter saído ontem, mas eu estava totalmente sem condições pra isso, mas aqui estamos nós! Vou contar para vocês tudo que aconteceu na Bienal do Livro de São Paulo, durante os 4 dias que eu estive presente. 😉 Vamos lá?

Cheguei à São Paulo na quarta – feira (15) às 7hs da manhã. Nunca tinha viajado de avisão, era a primeira vez que viajava sozinha então meu coração martelava dentro do peito de preocupação comigo mesma. Queria dizer à vocês, paulistanos, que a maior parte do meu pânico foi por conta do que vocês me disseram. E não é nada disso. Sério, eu pensei que quand chegasse, teriam dez pessoas em cima de mim para arrancar minha roupa, meu tênis, levar minha mala, arrancar minha bolsa e puxar meu cabelo. Muito, muito, muito exagerado. Foi tudo muito tranquilo e depois do primeiro dia, eu já estava me sentindo uma paulixxxta (Bruxinha, esse sotaque é pra você!).
Eu fui com a Faby do blog Adoro Romances Aracaju, a Bruxinha/Jujuba/Jubs/Ju do Diário de Uma Leitora Compulsiva e também com a Jeessie do Sempre Leitora. A primeira pessoa que eu encontrei foi a Faby e adorei! Devo dizer que passei esses 5 dias zoando muito dela e esse sotaque fofo? Já na quarta mesmo partimos tarde pra Bienal, mas conseguimos chegar lá.
Entrada da Bienal.
Eu não consegui a credencial para imprensa quando teve inscrições via site, mas quando chegou lá, tanto eu quanto a Faby conseguimos a nossa. Entramos felizes e alegres, doidas para poder explorar tudo. Eu nunca tinha ido a uma feira de livros desse porte e meus olhinhos brilhavam encantados com tudo! E confirmei que a Bienal de Brasília foi uma feira do livro organizada! O tamanho, a quantidade de pessoas, a perfeição dos estandes… Meu bom pai do blogueiros literários, foi o começo de um sonho que estava se tornando realidade!

Óbvio que o primeiro estande que eu estava LOUUUUCA para conhecer é da Novo Conceito! Parti pulando pra lá. E pá! Era mais do que poderia imaginar, mais do que qualquer um de vocês que nunca visitou uma Bienal poderiam imaginar! Estava lindo! Era o estande mais entupido de gente, com todos os títulos perfeitamente organizados (e baratinhos, diga – se de passagem. Não vi nenhum livro na editora por mais de R$20,00).

 Esse livro de Starters tombado bem na entrada era um máximo!

Preciso comentar vários pontos aqui: o melhor atendimento, os melhores, preços, o melhor estande: Novo Conceito. Pode parecer puxa – saquismo, eu não vou me importar se muitas pessoas comentarem isso, mas foi tudo isso sim. O pessoal da editora parava pra conversar sobre livros com você, vi isso diversas vezes em momentos diferentes. A Julian nos tratava com um carinho imenso, mas a equipe em si era muito simpática e atenciosa. Tiramos fotos, rimos, ficamos jogados no espaço para eventos que tinha pufes e poltronas. Era o ponto de encontro para todos os blogueiros. Eu e as meninas pegamos alguns bottons do avental do Luciano (apelidado carinhosamente de Fror 1) e do Carlos (apelidado carinhosamente de Fror 2).

Faby, Carlos (Fror 2) e Eu.
Todas querendo foto com o Fror 1.

O estande também era todo forrado com os principais títulos da editora e tinha um painel enoooorme com o meu amado Nicholas Sparks e o novo lançamento dele que eu já quero muito! Aaaah, tinha também o painel com selinhos dos blogs parceiros – que eu achei LINDO da parte deles terem lembrado de nós – e eu encontrei o Equalize lá! *-*

Já tinha recadinho da Ana Lu do Ofício dos Livros ao lado! *-*

Aaaah! O estande da Novo Conceito foi também onde eu mais me emocionei, onde mais encontrei pessoas com as quais eu sonhava em poder conhecer de verdade! Exemplo? A Ana Lu estava sentadinha descansado na poltrona, eu a vi de longe, dei um grito e sai correndo e saltitando: ANINHAAAA!!! *pula em cima dela* Choramos, claro. Temos uma história já grandinha, desde época de fanfics e eu tenho um carinho muito especial por essa a quem me chama de Nega Sotaqueira! hahaha

Sim, eu sou bem pequenininha e ela toda mulherão e bonitona. Vergonha de ficar ao lado dela hahaha <3

Eu encontrei mais blogueiros queridos por lá também:

 Ju Giacobelli e a Bruxinha.

Eu e a Ju. Ela me deu Errante de presente! *——-*
Eu e a Fernandíssima do Leitora Incomum. 🙂

 Fotinha linda que vou guardar pra mim <3

Aaaaaahh tinha a cosplay de Starters também que vou confessar mais uma vez: esquisitinha. Mas eu me divertia tanto vendo ela participar pelo estande. E era simpática também.

Eu dei um destaque pra caramba na Novo Conceito, né? Pra mim isso é o reflexo do que aconteceu na Bienal. A Intrínseca estava com ALGUNS títulos de R$2,00 e R$8,00 (que nenhum me interessava), mas de restante eu achei o estande MUITO caro. Eles aproveitaram, claro, o sucesso de 50 Tons de Cinza e o livro estava sendo vendido por R$ 29,90. Bem, eu não compro livro nesse preço nem aqui, quanto mais em São Paulo. A Culpa das Estrelas é outro. No geral, foi bem frustrante. Só salvou os marcadores que eu catei aos montes.
Fui ao Trono de Ferro na editora Leya, mas nem me interessei muito, já que os preços estavam tão caro quanto na Rocco. Detalhe: eu passei direto por váááários estandes, não apenas por o das duas citadas acima. Sem condições de comprar sequer um gibi com eles. Editora iD e Record entram nesse time também. Livros do selo Galera Record absurdamente caros. Uma ou outra promoção de livros de R$10,00.
Tentando fazer com que o Rob se apaixonasse pelo meu sorriso *pisca*
Na quinta – feira (16) eu já encontrei com vários blogueiros que chegaram para ficar o final de semana. E também tiramos fotos em outros estandes.

Acho que o #failepic vai para a Ediouro. Eles tinha um dos maiores estandes da Bienal… para exposição!! Vocês não leram errado, juro! O estande tinha um exemplar dos títulos deles apenas para você olhar. *cara de aff total* Quase tive um treco quando me entregaram uma revistinha e me disseram para ir no estande da Saraiva. Sério, dispensa comentários. E uma parte do estande tinha essa foto enorme da J.K e computadores onde você poderia se cadastrar para receber novidades a respeito do novo livro.

Na sexta – feira (17) o negócio já começou a ficar bom e alguns dos autores que eu queria ver já estavam passeando pela feira. Encontrei vários leitores do blog, alguns blogueiros também e pirulitei de alegria! *-*

Com a Ana Lu esperando a palestra sobre Mulheres na Literatura.

Fernanda Saads e a Tammy Luciano.

 Com a Leila e a Lia (adorei esses olhinhos *-*)
Leila, Carol Estrella, Rapha, Lia, Jeessie e Bruxinha.

 Rapha, Mari, esqueci seu nome, desculpa e Jeessie.

Abraçadinha com a Laura Conrado! Vocês viram também que eu sai na orelha do livro Freud Me Tira Dessa! 2ª edição? Sim, sim! Se vocês comprarem agora, além do livro em si e a Laura, vai ter a Rapha com vocês 😉

Rapha, Laura, Bruxinha e Jeessie. A espertinha da Bruxinha já comprou o exemplar dela.

 Com a Yasmin do Ler e Imaginar.

Com a Jeessie.

E a fotinha que eu mais gostei: DANDO UMA ABRAÇO NA ANA MARMOTA!! Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!! *O/*

Abraço de perna cruzada na cintura 😉

E vamos finalmente para sábado (18). Ufa! Foi o dia mais cheio, mais cansativo, mais cheio de lágrimas e sorrisos, mais tudo. 

Pra começar o dia, nós fomos ao encontro das Queridas da Harlequim. Conheci a Kelly e mais um bando de mulheres louuuucas por romance.

Foi bem bacana. A Kelly resolvou uma sala e daí tinha comidinhas e mesinhas para podermos ficar papeando 🙂

Daí, a tarde foi caindo e a coisa começou a ferver de verdade. Vááááários dos meus amiguinhos blogueiros chegaram… e quem me conhece só um pouqunho sabe que é fichinha pra mim: eu choro. E na Bienal, claro, eu não poderia deixar minha marca. *irônica*

Com a Lu Piras:
A Lu é toda fofa! Eu chorava e queria falar, e daí ela me abraçava aí começávamos a rir e depois eu chorava de novo. Resumindo: chorei e chorei. Foi lindo! *-*
Com a Sammy Holtz:

Minha querida Sammy, que confiou em mim desde o começo quando estava lançando seu O Pássaro, que me prestigiou e me tornou especial. Com toda a sua simpatia + vontade de abraça – la fez as lágrimas escorrerem também. Mais um ponto pra mim.

Com a Van de Cássia:

Esperando foto. Atualizo quando tiver a mesma.

Com a Mari – Mari e a Nathy:

Conheço a Mari desde que ela teve a sorte ou azar, não sei haha te me tirar como amiguinha na troquinha ESA do antigo blog da  Tathy. Desde então, me sinto tão feliz de conseguirmos manter essa amizade! E foi uma experiência mais do que incrível conhece – la junto a Nathy sua irmã, uma criatura tão fofa e engraçada! Obrigada pelos momentos, meninas! Minhas lágrimas foram de alegria, podem acreditar! 😀

Com a Rapha:

Ainda bem que essa não saiu com lágrimas por que rapidinho a Rapha² secou. hahahaha Lembro tão bem como se tivesse acabado de escrever o primeiro comentário no blog da Rapha, pulando e falando que tinha sido maravilhoso encontrar uma xará na net e blogueira também. Desde então, mantemos contato e é um das pessoas mais dices que eu tive o prazer de conhecer.

Com a Nica do Drafts da Nica:

Niquinhaaaa!! *————–* Foi uma prazer conhecê – la minha linda! Mesmo rápidinho e na correia, conseguimos pelo menos uma fotinha que eu vou guardar de lembraça, junto com as memórias de ter tido a oportunidade de abraça – la! Obrigada!
E também tenho fotinha com a Gleice do Murmúrios Pessoais e a Ceile do Este Já Li 🙂

Pra fechar com chave de ouro, não poeria deixar de mostrar a minha foto com o Mr. Grey. Confesso: não lembra o Grey pra mim, mas o homem era charmoso *pisca os olhinhos*

Eu e a Maria do Jardim de Borrboletas.

E ainda tirei fotinha com a Lucinda, autora de A Casa das Orquídeas:

 E foi ISSO a Bienal pra mim. Foi especial por que eu estava com pessoas que fizeram com que fosse assim e também por que as pessoas que eu conheci lá ajudaram a transformar meu sonho. Obrigadaa todos que eu encontrei, a quem me viu mas não me reconheceu ou não falou por algum motivo. fiquei feliz com a recepção de todos e é gratificante poder compartilhar isso com vocês, leitores do blog:
Comentários finais para finalizar (dãããm):
– Comentários de pessoas que eu ouvi por lá a respeito de blogueiros, parceria, twitteiros e afins poderiam ter sido dispensados. Pensei que não fossem levar esse tipo de coisa pra feira, mas pelo jeito eu fui ingênua demais para imaginar isso.
– A organização da Bienal: desculpa paulistanos e organização do evento, mas vocês foram PÉSSIMOS: divulgação da lista de autores quase na semana  que começava a feira, quatro quedas de energia, banheiros lotadíssimos. Enfim. Poderia não ter acontecido se vocês tivessem se organizado melhor.
– Editoras: é um absurdo que tanta gente saia de suas cidades – uns pertos e outros muito longe, como eu – para ver preço de livros que nem em livrarias físicas vemos. Talvez tenha sido ingenuidade (novamente) da minha parte pensar que teríamos preços mais bacanas.

Aaaah, mostrar o que eu trouxe de lá:

– Bottons e marcadores que eu catei por lá. Só percebi agora que eu esqueci um tanto no quarto do hostel.

– Sacolinha com canetas do encontro das Queridas Harlequim.

– Salcolinhas de Freud me Tira Dessa! autografadas.

– Despertar que veio com esse caderninho que tem tags e post – it e uma canetinha.

– Doce Vampiro que eu comprei no estande da Record.

 – Equinócio autografado com marcadores:

– Calisto que eu comprei na Novo Século:

– Errante que eu recebi da Ju GIacobelli autografado também e as fotinhas do Eros e Gael.

– O Poder do Fogo que eu comprei também na Novo Século.

Ganhei no #PegágioNC

É isso! 😀

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