Cabelo Curto, Cabelos, Vídeos

Geeeeeeeeente, finalmente voltei para conversar com vocês sobre a minha Transição Capilar! Em dois anos, muitas coisas aconteceram: eu cortei, pintei. Ele não cresceu e me deixou frustrada. Eu aprendi a cuidar melhor e mais dele, eu me senti feliz. Eu me sinto. Nos dois vídeos abaixo eu falo um pouco mais sobre esse mais um aninho de transição na minha vida.

Editora Globo Alt, Resenhas

Título: A Química que Há Entre Nós Título original: Autora: Krystal SutherlandAno: 2017 Editora: Globo Alt Número de páginas: 272

O autor mostra que a sabedoria pode ser encontrada nas pequenas e grandes ações, com referências antigas e que continuam sendo tão atuais, e não precisa ser de uma maneira chata e enfadonha.

Ai, gente. Eu estou apaixonada por este livro e não vou fazer questão de esconder de ninguém. Pelo contrário: gostaria de conseguir atingir o maior número de pessoas possíveis que gostam gostam de Young Adults bem escritos, divertidos, com uma carga emocional bem desenvolvida e motivos reais para sofrimentos. Em A Química que Há Entre Nós nós vamos conhecer dois personagens que vão nos acompanhar durante toda a leitura: Henry Paige Grace Town.

Henry tem pais super liberais e divertidos. Isso faz com que seus amigos tenham liberdade fora do comum dentro da sua casa, o que torna a leitura bem divertida em diversos momentos. Seu sonho sempre foi ser o editor chefe da revista da escola, no seu último ano. Quando isso finalmente acontece, ele não esperava que tivesse que dividir o cargo com…

Grace, a garota nova que usa uma muleta, se veste como menino, não interage e não está muito disposta a contribuir para o que quer que fosse com o jornal, apesar de ser incrível escrevendo.

Já que o destino e o universo resolveu juntar os dois, o trabalho agora é fazer essa parceria dar certo. Nessa, Henry descobre que Grace pode ser divertida, ainda que não dê espaço para saber mais a respeito da sua vida. Ela ela tem bom gosto musical, apesar de se vestir como um garoto, sem explicação aparente. Que ela tem senso de humor, ainda que de uma hora para outra ela se feche e suma. Que seu sorriso pode fazer o mundo brilhar de maneira diferente.

E assim, vamos acompanhar a trajetória desses dois personagens que inexplicavelmente são uma dupla. Mesmo com segredos. Tristeza. Superação. Derrotas. Ênfase.

Durante a minha leitura, publiquei até cheguei a publicar nas redes sociais que os personagens me lembravam do John Green – ainda que eu tenha lido apenas A Culpa é das Estrelas. Por que eu fiz essa comparação que pode até, certo ponto, ser um pouco perigosa, levando em consideração a legião de fãs do autor. A minha fala foi quanto ao desenvolvimento do enredo, aos personagens cativantes ainda que estejam quebrados/machucados/tristes/sofrendo. Mesmo na dor, consigo sentir a beleza naquele personagem que quase me parece real. A autora, junto com Grace, me trouxeram muito isso quando falou da dor na sua perna, da sua dor não compartilhada, da sua dor o coração, na alma.

E ainda que tenha todos esses percalços, é uma leitura divertida, pois os personagens secundários também trazem vida a à tona, não ficando de lado, apenas criados para falar que o livro só tem personagens principais. O Henry é um garoto inteligente, um pouco atrapalhado, totalmente sem experiências, mas muito leal em suas falas e que se vê perdidamente apaixonado por alguém que está quebrado e não explica os motivos.

É lindo e frustrante acompanhá-lo tentando conquistar alguém tão triste.

Ao mesmo tempo que julguei as atitudes da Grace, eu a compreendi. E a autora conseguir trazer esse balanço de raiva e entendimento é tão… incrível. A dor da Grace e o seu sofrimento é algo que é compreensível, não a julgo por isso. Ela ama tanto que não consegue quebrar o vínculo. Ela sofre tanto que é como se o seu corpo pertencesse a outra pessoa e ela não percebesse o mal que está fazendo a si própria. Ela toma consciência, mas não tem forças para tentar lutar um pouco mais.

É tão mais fácil sofrer quando tudo já parece tão errado.

O que eu mais gosto no livro é que o final dele não é nada do que esperamos, quando no início, começamos a leitura. E esse fina faz uma diferença enorme para mim – não é todos os finais que são feliz, não é todos os finais que não são felizes, não é todos os finais que todos os personagens conseguem resolver a vida. Mudar o roteiro do que já estamos acostumados traz uma dinâmica diferente par ao livro, mas ainda assim tem o seu charme.

Gosto de como a autora cria momentos únicos e fora dos clichês para estreita laços entre os próprios personagens e entre os personagens e o leitor. Gosto de como a Grace, mesmo derrotada como está, ainda consegue ser cativante. Sério, é bem difícil você não gostar da garota. Gosto de como o Henry é ingênuo em alguns momentos, como ele descreve suas experiências, como ele é leal aos amigos, como ele separa fotos próprias em uma pasta própria e os pais estão autorizados a divulgá-las amplamente em caso de desaparecimento.

São esses fatos únicos que me fizeram gostar tanto de A Química que Há Entre Nós. Foi o fato de não ser bobo, de não diminuir os sentimentos dos personagens, de não torná-los distante da realidade. Tudo aqui é muito provável de acontecer e isso me faz querer abraçar esse livro e mantê-lo perto de mim para sempre.

Às vezes só é necessário uma dose de livros para o público jovem que contenha um Henry e uma Grace para conquistar seu coração.

Tag, Vídeos

Pessoal, acabei respondendo a tag literária: 10 perguntas literárias! ♥ Eu gosto de responder as tagzinhas, então, vou deixar as perguntas abaixo, caso vocês queiram responder também:

01. Qual a capa mais bonita da sua estante?

02. Se pudesse trazer um personagem para a vida real, qual seria?

03. Se pudesse entrevistar um autor, qual seria?

04. Um livro que não lerás de novo? Por quê?

05. Uma história confusa.

06. Um casal.

07. Dois vilões. (Que você gostou ou não)

08. Um personagem que matarias.

09. Se pudesse viver num livro, qual seria?

10. Qual teu maior e menor livro? (Em número de páginas)

Assista aos Vídeos
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