#RaphaTodosOsDias, Intercâmbio, Viagem

Eu estou fazendo contagem regressiva no meu perfil pessoal e também na page do blog, desde o início do ano. E agora, finalmente, eu posso compartilhar um pouquinho dessa minha alegria e sonho com vocês, que estavam (alguns) tão curiosos a respeito. Eu estou indo fazer intercâmbio, estou indo ficar UM MÊS em Malta! ♥ Estou muito feliz, quase choro no vídeo e agradeço muito todos os comentários e o retorno que tive de vocês a respeito do vídeo. Sério, foi mais do que eu poderia esperar!

Editora Átomo, Resenhas

Título: Karl – Buscando Sabedoria na Mitologia Título original: Autor: Sérgio RibasAno: 2016 Editora: Átomo Número de páginas: 92

O autor mostra que a sabedoria pode ser encontrada nas pequenas e grandes ações, com referências antigas e que continuam sendo tão atuais, e não precisa ser de uma maneira chata e enfadonha.

Quando eu recebi o livro, confesso que fiquei um pouco receosa sobre qual seria o conteúdo que encontraria nele. Não me interesso em livros que tenham um conteúdo mais acadêmico (#adeusfaculdade) e esse era o meu principal medo. Quando o recebi e folheei, a primeira impressão foi: 1. ele é curtinho, 2. tem texto corrido (tinha outro medo de ser um daqueles livros técnicos, cheios de palavras que preciso ler com um dicionário ao lado), 3. posso gostar de tudo por aqui, eim?

E foi assim que comecei a ler o livro do autor Sérgio Ribas e lembrei que sair da nossa zona de conforto literária faz bem, muito bem mesmo. ♥

No livro curtinho de 92 páginas, vamos acompanhar as aventuras de dois professoras – Karl e Frank. No decorrer da leitura, eles vão nos apresentando através de palestras na faculdade (com muita interatividade entre os jovens), algumas passagens reflexivas do cotidiano – como algumas pessoas tem a infelicidade de tirar a felicidade de outras com pequenos atos, como nossa educação influencia nas gerações futuras e como essas gerações mudaram e se adaptaram, a necessidade de se provar humano, o desejo. Gosto que o autor é esperto quando insere universitários na trama – eu, pelo menos, me senti bastante acolhida (apesar de já ter me formato). Foram temas pertinentes, que trazem uma grande carga educacional para a formação de uma pessoa, não apenas profissionalmente.

O livro é dividido em pequenos capítulos que não precisam ser lidos em ordem, mas em alguns momentos eles fazem referências a anteriores, apesar de não atrapalhar. Gosto do jeito leve e fácil, e muitas vezes com um tom descontraído, da narrativa, De ver que em situações cotidiana nossos personagens conseguem inserir filosofia, não de uma maneira chata, mas de maneira informativa. Os personagens não são super desenvolvidos ou com muitas características – até porque o foco do livro é outro -, mas confesso que senti faltar de saber como esses professores eram fisicamente (a minha mente é realmente muito visual, talvez até tenha sido uma boa ideia para não contaminar as minhas expectativas com relação a eles). Em alguns pontos não concordei com suas reflexões e é tão interessante observar que SE PODE DISCORDAR de um livro. Porém, minhas marcações com post-its e lápis (!!!) se fizeram maiores e eu separei vários trechos inspiradores.

Outro ponto que eu gostei bastante foi o fato do autor utilizar bastante personagens mitológicos em seus pensamentos cotidianos, em como esses Deuses e Desusas, de centenas de milhares de anos, possuem histórias que ainda serve de analogias para os dias atuais. Confesso que acabei pesquisando sobre aqueles que mais me interessaram, para saber a versão completa e conseguir entender melhor o assunto, refletir a respeito de nossas atitudes, ações.

Apesar de não ser o gênero literário que eu leio com frequência, diversas vezes comento que gosto de sair da parte de livros para entretenimento e me focar em outras leituras, que agreguem sentimentos diferentes dentro de mim, como ser humano e como leitora. O autor mostra que a sabedoria pode ser encontrada nas pequenas e grandes ações, com referências antigas e que continuam sendo tão atuais, e não precisa ser de uma maneira chata e enfadonha: pequenos textos com conteúdo enorme.

Editora Intrínseca, Resenhas

Título: Five Nights at Freddy’s: Olhos Prateados Título original: Five Nights at Freddy’s: The Silver Eyes Autores: Scott Cawthon e Kira Breed-WrisleyAno: 2017 Editora: Intrínseca Número de páginas: 368

Depois de ler esse livro, você não vai mais querer dormir com aqueles bichinhos fofos de pelúcia te olhando a noite toda.

Veja mais em: http://www.intrinseca.com.br/fivenightsatfreddys/

Charlie é uma garota de 17 anos que está voltando para visitar sua cidade natal, depois de ter passado longos dez anos tentando esquecer todo o horror que havia passado por lá.

Ela não se permitia lembrar de muitas coisas, mas sabia que na época era muito feliz na pizzaria de seu pai, a Freddy’s Fazbear, com todos aqueles brinquedos gigantes que encantavam as crianças e divertiam os adultos pela engenhosidade.

Desde pequena aquilo foi sua família: brinquedos que seu pai criava e que falavam, dançavam, chamavam seu nome. Na pizzaria, seus amigos também participavam da diversão. Charlie, Marla, Jéssica, Lamar, Carlton, John e Michael eram inseparáveis, até que aquilo os separou.

Dez anos antes, eram todos melhores amigos. E então aquilo aconteceu, e tudo acabou, pelo menos para Charlie. Não os via desde que tinha sete anos. […] Michael era a razão da viagem, afinal. Tinham se passado dez anos desde sua morte, dez anos desde o acontecimento, e os pais do menino queriam que que todos se reunissem para uma cerimônia em sua homenagem.

Com o reencontro dos amigos na velha cidade, surgiram também as recordações que a garota tanto tentava bloquear: as mortes que ocorreram na pizzaria de seu pai; os corpos que nunca foram achados, inclusive o de Michael; o criminoso que nunca foi pego. Por isso quando a ideia de voltar à Freddy’s Fazbear surgiu na roda de conversa dos jovens, Charlie não pensou duas vezes em aceitar: melhor terminar com isso logo.

Entre Bonnie e Chica estava o famoso Freddy Fazbear, que levava o nome do restaurante. Dos três, era o mais simpático e adorável e parecia bem tranquilo. O urso marrom e robusto – mas com a fantasia flácida – sorria para a plateia segurando seu microfone e ostentando uma gravata-borboleta preta e uma cartola. O único detalhe incomum em suas feições era a cor dos olhos, um azul-claro jamais visto em outro urso.

Depois que Dave, o segurança do shopping abandonado que havia sido construído em volta da Freddy’s, decidiu entrar junto com o grupo na pizzaria e que os brinquedos que ainda estavam lá começaram a se mexer de forma nada carismática, a ideia de terminar com isso logo não pareceu tão boa assim.

Olhos Prateados é o primeiro livro da trilogia Five Nights at Freddy’s, baseado no famoso jogo de terror criado por Scott Cawthon. No jogo, você assume o papel do segurança e vê os animatrônicos ganharem vida dentro da pizzaria. No livro, escrito por Cawthon, juntamente com Kira Breed-Wrisley, você descobre o que há por trás de todas aquelas mortes misteriosas e aqueles brinquedos assustadores.

A pergunta que todos que me viram com esse livro na mão fizeram foi: dá medo igual o jogo? A resposta varia. Existem dois tipos de pessoas que gostam do gênero de terror: o primeiro tipo é o que gosta de susto, o segundo tipo é o que gosta da história. O primeiro pode não gostar tanto da leitura – pois é fato que o ambiente e sons de jogos e filmes dão um ar mais realista para o enredo, o que não ocorre no caso do livro –, já o segundo tipo vai simplesmente amar!

A Intrínseca caprichou na estética do livro, mas ainda acho que eles poderiam ter colocados imagens dos animatrônicos para o leitor se familiarizar. Fora isso, tudo perfeito, comecei e terminei o livro satisfeita com o enredo e louca para saber como serão os próximos dois livros e como irão explorar mais essa história. Depois de ler esse livro, você não vai mais querer dormir com aqueles bichinhos fofos de pelúcia te olhando a noite toda.

Era o coelho, o mesmo coelho marrom-amarelado que eles adoravam, mas naquele momento não dançava, nem cantava, só estava parado, olhando para as crianças, sem piscar. […] Charlie podia enxergar os olhos dele, seus olhos humanos, e ficou congelada de terror.

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