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abril 17, 2017Trechos preferidos de livros, Vídeos

Meus trechos PREFERIDOS de livros!

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Acho que vocês vão gostar desse vídeo tanto quanto eu gostei de separar material para gravá-lo. Saí fuçando a estante, vendo resenhas antigas aqui no blog, buscando por…

Meus trechos preferidos em alguns livros! 

Sério, acho que é um dos vídeos mais amorzinhos que eu já gravei para o canal e que eu acho que, talvez, vocês queiram várias versões dele. Caso gostem, me avisem, viu? Vai ser uma prazer enorme refuçar a estante novamente e ficar lembrando das histórias que eu mais gostei e, claro, indicando mais livros para vocês.

Vou aproveitar para deixar todas as resenhas dos livros citados aqui para vocês conferirem:

Amante Eterno
Desculpa se te Chamo de Amor
Anna e o Beijo Francês
O Céu Está em Todo Lugar
Um Dia
Três Metros Acima do Céu 
Filha da Tempestade 
A Linguagem das Flores
Cruzando o Caminho do Sol
A Música que Mudou a Minha Vida
A Probabilidade Estatística do Amor À Primeira Vista
Extraordinário
Sou Louco por Você
Como eu Era Antes de Você
Um Caso Perdido
Dias de Sangue e Estrelas
Azar o Seu

novembro 07, 2016#RaphaTodosOsDias, Vídeos

Livros que não deveriam ter continuação – #RaphaTodosOsDias

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Você ama de paixão um livro. Tudo bem. Daí vem o autor e resolve escrever uma continuação e seu mundo desaba. PARA QUÊ VOCÊ ESTÁ FAZENDO ISSO, SE JÁ É TÃO PERFEITO? #choro É sobre esse livros que eu vou falar hoje: livros que não deveriam, de forma alguma, ter continuação.

Confiram todos os vídeos do mês #RaphaTodosOsDias

setembro 15, 2016Editora Bertrand, Resenhas

[Resenha] Antes de Partir

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Título: Antes de Partir Título original: Before I Go Autora: Colleen Oakley Ano: 2016 Editora: Bertrand Número de páginas: 322

É um livro singelo, cheio de amor e ternura, tristeza e drama e acredito que não tinha como fugir muito disso.

Antes de Partir é o típico livro que entra para a a categoria ainda não categorizada, mas que parece com outros como Como Eu Era Antes de Você e O Primeiro Último Beijo. Se você já leu algum desses livros e gostou, pode se jogar sem medo e começar a leitura.

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Daisy é a nossa personagem principal. Ela teve câncer de mama, mas fez tudo que precisava para se curar da doença: quimioterapia, raspou os cabelos, tomou os remédios e recebeu a maravilhosa notícia que estava curada! Quatro ano depois ela recebe uma temível ligação falando que o câncer estava de volta e, dessa vez, ela teria no máximo, 6 meses de vida. Como contar essa notícia para a mãe que só sabe chorar desde sempre e para o marido, Jack, com quem todo ano eles comemorar o câncerversário?

Sem um propósito de vida, já que tudo a lembra que não adianta investir muito esforço em nada, afinal de contas Estou morrendo, vida!, ela começa a preencher com ainda mais afinco a sua lista, já que com elas sabe lidar. E um dos seus questionamentos é: como Jack ficará quando eu morrer? Daisy é metódica, tudo precisa ser seguido restritivamente a sua lista de afazeres enquanto Jack é o seu oposto. Quem cuidará do homem que foi/é o amor da sua vida, que é super inteligente, apaixonado por animais e sonha em ter filhos para fazer fazendinhas de formigas? Daí, ela começa a ter um propósito: preciso encontrar uma esposa para o meu marido, antes de que eu morra.

Quando eu terminei de ler o livro, fiquei achando que a proposta dele era tão boba, afinal de contas, você está morrendo e ainda fica se preocupando com a felicidade dos outros! Esse, talvez, seja o pensamento de uma pessoa que não é casada e nunca se dedicou a outro alguém dessa maneira. Daisy é tão apaixonada por Jack quanto ele por ela e você acompanha como a doença acaba influenciando na vida dos dois.

Daisy vai afastando seu marido de acordo você vai lendo: eu posso fazer isso, eu não quero você fazendo aquilo comigo, não o quero aqui. Jack, paciente, respeita sua opção apesar de ficar muito claro o quanto sofre por estar sendo afastado, quando o que mais queria era estar ali, emanando e demonstrando o quanto a ama.

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Nossa personagem tem um jeito próprio de ser e isso traz uma graça irresistível para quebrar um pouco a tensão que é acompanhar o sofrimento de uma pessoa com câncer e como são suas batalhas diárias para manter a própria sanidade diante da perspectiva de morte. Um dos pontos que mais mexeu comigo foi ler e descobrir que todos os sonhos que foram criados não seriam realizados, que o esforço de duas pessoas que se amam não valeria para nada, porque a Daisy estava… morrendo. Me dói o coração só de escrever isso. É triste em vários níveis.

Eu precisava de você e errei quando disse que não precisava.

É um livro singelo, cheio de amor e ternura, tristeza e drama e acredito que não tinha como fugir muito disso. Me tocou a forma verdadeira como a autora nos apresenta a Daisy: em alguns momentos vai ser inevitável achá-la egoísta e insensível, pensando apenas em si que está morrendo e aí você percebe que essas ações são completamente aceitáveis, caramba! Ela está morrendo, ela está sofrendo, não está sabendo como agir! Mas aí conhecemos uma Daisy frágil, com medo de morrer, de perder tudo o que conquistou, de deixar para trás as pessoas que amam. Isso sim foi sincero e verdadeiro para mim, pois é assim – ao meu ver – que as pessoas reagiriam. Ninguém é forte e destemido para sempre, principalmente em um situação dessa. E ao mesmo tempo acompanhamos todo o seu processo de lutar por algo que é invencível, apenas pelo fato de que o tratamento pode trazer mais alguns dias de vida

O problema aqui seja, que talvez, a autora não tenha conseguido conquistar os leitores de maneira sincera, já que a sinopse não deixa muito a imaginar para o final. Você já começa o livro sabendo o que esperar, sem nenhuma grande surpresa. A escrita é maravilhosa, dosando entre altos e baixos, mas em alguns momentos eu não me senti totalmente ligada ao que estava lendo.

março 07, 2016Editora Intrínseca, Resenhas

[Resenha] Depois de Você

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gsTítulo: Depois de Você Título original: After You Autor: Jojo Moyes Ano: 2016 Editora: Intrínseca Número de páginas: 318

Depois de Você é bom dentro daquilo que se propõe, mas não o suficiente para ser ser a continuação porque ele não deveria existir. Isso faz sentido para vocês?

NÃO ESTOU BEM.

E eu já sabia que isso iria acontecer. Eu nunca quis uma continuação para Como Eu Era Antes de Você, nunca tive curiosidade em saber como a Louis teria ficado depois da morte do Will, nunca quis saber o ‘depois’. Até que a Jojo anuncia que escreverá sim sobre tudo isso que eu nunca quis saber. E desde esse momento que eu venho sofrendo pois eu não sabia o que esperar do livro. Considerando o histórico da autora, já era de esperar que as palavras destroçassem meu coração, fazendo com que eu não consiga explicar explicitamente se eu gostei ou não do que li. Mas, vamos lá. Tentarei de qualquer forma.

Um ano e meio se passou depois da morte do Will e mesmo assim Lou não consegue seguir em frente com a sua vida, é como se ela tivesse parado no estágio ANTES do Will, onde tudo parecia não dar certo, só que agora muito pior: sente-se culpada, principalmente, por não tê-lo convencido a tomar outra decisão. Agora sua vida se resume a trabalhar em um bar dentro do aeroporto recebendo quase nada por isso, vestindo uma roupa ridícula e vulgar, beber na volta para casa para esquecer tudo que a aflige e usar roupas sem graça. Fora todos os pensamentos de estar em um apartamento comprado pelo Will, acha errado ter recebido algo em troca quando o que fez por ele foi verdadeiro.

Participando de um grupo de apoio para pessoas em luto, compartilhando e ouvindo histórias de pessoas que também perderam alguém que amam, Lou não vê motivos para estar ali e sua vida muda totalmente de rumo quando cai do terraço do apartamento e seus pais, principalmente, e todos ao redor acreditam que ela estava cometendo suicídio. Mas todo drama causado pelo acidente abre um leque de novidades para Lou, como Sam, o paramédico que salvou sua vida e Lily, uma garota bêbada, drogada, intransigente e muito mal educada que aparece na sua casa pedindo ajuda.

Em meio a todo esse turbilhão que tomou conta da sua vida, ela consegue enxergar algo para qual se dedicar e uma maneira de tentar redimir algo que não conseguiu fazer por Will e a culpa que carrega em si própria.

Enquanto eu lia, fui me ambientando novamente no cenário que se tornou a vida da Lou, em como ela está, o que faz da vida, sua relação com os pais. O que é meio o que já acontecia no primeiro livro. Eu senti que muita coisa ali não mudou, apenas o fato que agora ela está bem mais deprimida.

Tem umas partes engraçadas e isso meio que contrabalanceia com as partes que eu quis quebrar a cara da Lou e as partes depressivas. SÉRIO, esse complexo de preciso ajudar todo mundo chegou ao nível EXTREMO DA IRRITAÇÃO NESSE LIVRO! Eu queria dar um sacode na Louisa e falar: amiga, está na hora de você olhar para si mesma, tentar alguma coisa, fazer algo da sua vida, VIVER por você e não viver pelos outros! O que me fez ficar furiosa porque a sensação que eu tenho é que a Jojo só saber ferrar com a vida da Lou, ela não merece ser feliz, não merece seguir em frente, pois todas as vezes que isso pode pelo menos acontecer, se houve um indício que seja, a autora desvia a história e tudo fica extremamente errado (pelo menos para mim).

E aí tudo volta a se encaminhar e você fica: isso, agora vai dar certo! E não, não dá certo! E dá voltas em torno de uma decisão que ela se mostra infantil demais para decidir, apesar que eu sei que vários de vocês não vai achar isso por causa da situação completa e que fica complicado explicar sem spoiller. Mas, falando sério: a sensação que eu tive foi que esse livro só foi realmente escrito por causa da pressão em cima da autora, não por ser algo que ela realmente queira fazer já que algumas coisas não fazem sentindo.

A relação da Lou com a Lily é incabível para mim e parece que a autora só infiltrou essa menina na história para que ela realmente pudesse ter enredo, conteúdo, o que escrever. Porém, você consegue enxergar, enquanto lê, que as duas crescem até o final da história. A Lou continua encontrando desculpas para que a sua vida não siga em frente, para as suas ações idiotas, para explicar a todos que está tudo bem. A Lily aparecer nesse momento é bom, pois equilibra (da maneira dela) a vida da Lou, até mesmo insistindo para que ela seja melhor, seja feliz. Ao mesmo tempo, tem a Lou idealizando e colocando o Will em um pedestal, mesmo sabendo que ele tinha inúmeros defeitos – e que ficam claros no livro. É algo que me incomoda MUITO colocar as pessoas que morreram como santas. Por favor, todos temos defeitos e depois da morte não viramos anjinhos livres daquilo que sabemos ser nossas características, sendo elas boas ou não.

Eu odiei o livro como eu pensei que fosse acontecer? Não. Eu amei? Também não. Os meus sentimentos ficam em conflito porque eu não achei o livro ruim, de maneira geral, mas eu gostaria que ele não existisse. Depois de Você é bom dentro daquilo que se propõe, mas não o suficiente para ser ser a continuação porque ele não deveria existir. Isso faz sentido para vocês? A minha irmã chorou, mas confesso que não senti nada de emoção ou que fosse realmente perturbador para me fazer lacrimejar pelo simples fato que se fosse para alguém morrer, seria o previsível, se ninguém morresse não seria novidade.

Os personagens novos que aparecem aqui são bem cativantes, como o Sam que conseguiu roubar meu coração e que ajudou e protagonizou cenas dignas de gargalhadas, e os que já conhecemos traz aquela sensação de nostalgia gostosa de ler. Tive, contudo, a sensação que a autora inseriu algumas atitudes e contextos que ficaram perdidos, já que não fizeram diferença para a história e que, quando resolvidos, também não me fez ver os motivos para estarem ali, uma vez que foram tudo, menos importante, como, por exemplo, o lance feminista da mãe dela que apareceu de repente. Algumas cenas foram muito rápidas, desfechos dignos do Framboesa de Ouro, umas inserções desconexas e sem fundamentos. Eu juro que tentarei ler este livro como se ele não fosse uma continuação do primeiro.

Depois de Você fica no limbo para mim, entre o amor e o ódio, pois o final da Lou ao mesmo tempo que eu gostei, ainda me deu a sensação de ‘estou ferrando com você mesmo quando você está seguindo em frente.‘ Senti também que fica aberturas para um próximo livro, que de maneira alguma eu sei se gostaria de ler, pois acredito que em algum momento vai acabar ferrando com tudo e algo que foi extremamente bonito e marcante vai acabar se tornando horrendo. Por fim, para quem tem o coração fraco, fica firme e aguente com coragem a leitura pois o final é bem destruidor. E não falarei mais nada a respeito. *pisca*

Eu gosto muito do trabalho que a Intrínseca faz com seus livros, principalmente quando tentam manter as capas originais, fazendo apenas a adaptação Aqui não é diferente: Depois de Você faz o seu próprio link com Como Eu Era Antes de Você nas cores, fonte, elementos. A minha única reclamação seria sobre o tamanho da fonte que eu achei minúscula, do tipo, exagerado mesmo. Mas como conjunto, não tenho do que reclamar.

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