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janeiro 21, 2018Cabelo Curto, Cabelos, Foto, Fotografia

It’s a new dawn, it’s a new day, it’s a new life for me

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Sempre gostei do Michael Bublé e ouço suas músicas seguidamente, repetidamente… mas nunca pensei que representaria tão bem esse meu mais novo momentinho.

It’s a new dawn

It’s a new day

It’s a new life for me

And I’m feeling good

Acredito que boa parte de vocês que ainda estão aqui pelo blog, certamente me seguem nas demais mídias sociais do blog: Facebook, Twitter e, principalmente, Instagram. E viram que de dezembro pra cá algumas mudanças foram aconteceram em mim mesma: eu sai do cabelo preto, para um que deveria ser rosa mas ficou vermelho Riahana.

E ainda que o resultado não tenha sido o rosa que eu queria, porque fiquei com medo de descolorir meu cabelo demais e ele cair, eu estava me achado muito linda. Fiquei feliz com o resultado rosa/vermelho, a maneira como eu me enxergava, como estava me sentindo bem comigo mesma. Ainda que tivesse que ficar retocando com a tinta fantasia a cada duas ou três vezes na semana para ele não ficar alaranjado.

ATÉ QUE eu vi a foto de uma amiga da minha irmã de trança e MEU DEUS! Como ela ficou linda, como ela ficou diferente, parecia que estava meio resplandecente, sabe? Nunca tinha passado pela minha cabeça alongar o cabelo ou colocar tranças.

[ADENDO] Hoje em dia que sou adulta, eu adoro tranças e as acho lindas, principalmente quando você procura por inspirações no Pinterest – impossível encontrar alguém que não possa usá-las e não ficar extremamente belíssimas. Porém, quando pequena, eu detestava as tranças que a minha mãe fazia em mim. Inclusive, minha identidade é uma foto minha com cara de doente e cheia de tranças – ficava enfurecida quando tinha que mostrar para alguém e foi motivo de chacota aqui em casa por muitos anos. [/ADENDO]

E eu fiquei com aquele bichinho da tentação e mudança que me pica de vez em quando (com mais frequência nos últimos meses) e super frustrada porque talvez não conseguisse fazer as mudanças com a rapidez que eu queria por conta de dinheiro. Mas eu tenho pessoas boas demais pra mim in my life que me ajudaram e TCHARAM! Eis, uma Rapha 2018 prontinha para compartilhar tudo com vocês! <3

A principal mudança, claramente, foi em mim: eu ando em um estado de sublimação comigo mesma que é bem inexplicável. Acho que tem muita ajuda terapêutica que comecei a fazer ano passado (comentei sobre isso com vocês no vídeo do resultado das metas de 2017) – estou mais ciente do meu corpo, da minha mente, meus limites e ao mesmo tempo do que quero, posso e consigo.

Eu nunca tive o cabelo longo e grande, então, dizer que não estava bem ansiosa para esse resultado é redundante, né? Coloquei as migas tudo loucas junto comigo, pesquisei por várias cores de cabelo que foram dos coloridos até os que tinha cor única, porque estava com receio de ficar uma grande merda.

Mas ao mesmo tempo estou numa fase de experimentação muito gostosa. VOU COLOCAR ESSE CABELO COLORIDO e se der ruim, é só esperar 3 meses e depois e tiro. O passo foi decidir qual colorido que seria hahaha Eu queria muito um que começa preto, passa pelo roxo e termina com rosa. Quando cheguei na loja, vi um que terminava com castanho que era maravilhosamente lindo e mais discreto. Mas meu coraçãozinho estava naquele colorido. E se eu não tinha conseguido um cabelo rosa, no tom que eu queria, que tal testar agora?

Posso falar abertamente e sinceramente com vocês? Acho que é a minha melhor fase <3 Me achei linda, não apenas pelos comentários de vocês no Instagram que me deixaram de queixo caído, mas porque quando terminou eu falei: Oh, Deus! Olha como estou diferente, olha como estou bonita, olha como meus olhos brilham de alegria! É o mesmo brilho que eu tinha nos olhos quando pintei o cabelo de rosa/vermelho, mas parece que está acentuado, sabe? É porque eu me sinto completa comigo mesma, me amando de uma maneira que nunca aconteceu antes, me sinto linda e feliz.

Esse tipo de trança é diferente e conhecida como box braid. Vocês podem procurar no Google e Pinterest (melhor fonte de inspiração!) e que aparecem meninas com tranças lindíssimas desse estilo. A principal diferença é que ela é um pouco mais grossa dos que as tranças de rastafari. Quando as Meninas Afro estavam fazendo, eu fiquei observando e elas separam um pouco do meu cabelo, começam a trança com uma mecha e depois que tem uns 4 dedinhos trançados, elas pegam outra mechinhas e continuam trançando por cima.

Muitos de vocês perguntaram se dói, se pesa. Então, vamos lá:

Sim, dói – principalmente porque estão colocando uma nova quantidade de cabelo em uma mechinha do seu cabelo e trançando. Lembrando que não é força que faz durar mais ou ficar mais bonito, mas sim a maneira certa com que a pessoa faz. O problema pra mim foi dormir, pois você precisa encontrar uma posição boa pra sua cabeça onde os nós não ficam espetando.

Sim, pesa. Mas quem tem cabelo gigante aí e já cortou no ombro alguma vez, vai sentir a diferença entre ter cabelo longo e curto, tem um peso ali que sai dos seus ombros. É exatamente a mesma sensação aqui, acredito que a única diferença para mim foi porque nunca tive cabelo longo (e essa sensação que descrevi acima senti quando fui fazer o BC e passar pela transição), então, tenho que me acostumar com o tamanho  e o peso. Quando eu coloquei e assim que terminou, parecia que eu estava com uma toalha molhada caminhando pra lá e pra cá. Agora, algumas horas depois, o peso não me incomoda mais. 🙂

É isso, pessoas lindas! Pelos próximos dois meses é assim que eu vou aparecer aqui para vocês, compartilhando e me mostrando ainda mais.

Obrigada por todo o carinho & amor que eu recebi. Não pensei que a recepção de vocês ia ser tão maravilhosa e é importante quando você se sente bem e passa isso para as demais pessoas.

agosto 30, 2017Foto, Fotografia, Inspiração do Mês

#InspiraçõesDoMês: Viagens ✈️

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Oi, gente! Como vocês estão? Mais um mês se encerra e com ele chega o nosso projeto lindo de Inspirações!

No mês passado, falamos sobre Invernoconfira aqui o post ? e foi a coisa mais linda acompanhar um pouco de cada blogueira falando sobre esse tema específico e suas características, sua maneira de interagir com ele. Este mês falar de algo que eu simplesmente amo: VIAGENS! ✈️

Conheça os demais blogs participantes do projeto: Aione do Minha Vida Literária, Paola do Livros e Fuxicos, Ju Cirqueira do Nuvem Literária, Bárbara do Segredos entre Amigas e Tamirez do Resenhando Sonhos.

Setembro vai ser um mês extremamente especial, pois eu viajo para fazer meu intercâmbio! ♥ Já falei para vocês o quanto estou animada & feliz & ansiosa, fazendo contagem regressiva e tudo mais! Aaaaaaaaaaaaah, vem logo dia 29 de setembro! Estou arrumando minha mala, comprando umas coisinhas novas para #arrasar na Europa hahahaha

Daí, também vou para o Rock in Rio, assistir MAIS UMA VEZ o show do Maroon 5! Lembram que eu já fui em Salvador e achei UÓ de triste? Pois é, estou dando outra chance para o Adam e espero que ele não me decepcione, principalmente porque o show deles que eu tenho como referência de maravilhoso é o do ? Rock in Rio em 2011. Eu ouço e assisto esse vídeo em looping por vários dias, sem me cansar nunca! Expectativas? Quase nenhuma. #Ahãm Ir com companhia boa deixa tudo ainda melhor, né? Pra essa aventura, vou com uma ? amiga de São Paulo!

E, claro, HABEMUS BIENAL! Aaaaaaaaaaaah, como estou animada para abraçar, amar e dar muito xêro em vocês! Este ano eu ainda conhecerei boa parte das meninas que sou mais próxima no booktube, vai ser um momento pra lá de especial! Fico o primeiro final de semana perambulando pela feira e estou com um gostinho de “vou aproveitar muito!”, pois este ano eu quase não ia por conta de verba & intercâmbio. Estou tentando não pensar em todas as coisas ruins que já aconteceram no Rio comigo nas outras Bienais e focar no amor que eu sinto pelas algumas pessoas, nos inscritos, leitores e autores que posso encontrar por lá, aquela vibe cansada, acabada porém f.e.l.i.z de estar em um dos maiores eventos literários do país.

É só amor, gente!

Adoro também lembrar de todas as pessoas que já conheci, todas as lágrimas que derramei (de emoção e raiva KKKK), de todas as oportunidades que já tive de ter esse tipo de lembrança de Bienais, já que tenho um carinho muito grande pelo evento, ainda que tenha confusão, correria, chateação. Tem amor, tem a oportunidade de conhecer aquele autor que fez a sua mente embaralhar, pessoas de editoras que mantemos contato apenas por e-mail… Meus crachás de todas as que participei. ??

Além de atualizar vocês sobre essas pequenas e grandes viagens, eu gosto de relembrar também as que eu já fiz, as oportunidades que já tive de conhecer outros lugares e me apaixonar demais! ♥.♥ Tirar foto nos girassóis, fazer rappel e entrar em uma caverna, quando achei que estava em Hogwart na Bienal, Nova York sem passaporte e visto mas com muita cerveja barata e cachorro quente de graça…

Sabe uma coisa que adoro em viagens? Pesquisar roteiros, anotar pontos turísticos que não posso deixar de visitar e, quando é algo MUITO ESPECIAL, fazer contagem regressiva. ⏱️ Vocês que já viajaram, já sentiram ? borboletas ? na barriga de tanta ansiedade e emoção? Eu tenho sempre e adoro tanto! É aquela expectativa por conhecer e desbravar um lugar novo, tudo que posso aprender, como posso me conhecer e conhecer mais do mundo através de uma viagem. Adoro aquele nervosismo quando fico verificando loucamente se todos os documentos estão corretos, ? já imaginando as fotos lindas que posso tirar,  conversar com amigos e trocar experiências sobre possíveis destinos.

E vocês? ? Quais são as melhores viagens da vida de vocês, as melhores experiências? ? Quais são os destino dos sonhos e que faz seu coração bater mais forte de ansiedade? ? Eu tenho tanto a compartilhar das minhas futuras viagens, que apenas espero que vocês amem tanto quanto eu! ?

julho 30, 2017Foto, Fotografia, Inspiração do Mês

#InspiraçõesDoMês: Inverno ?

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Oi, gente! Como vocês estão? Faz tanto tempo que eu não publico nada tão íntegro assim aqui no blog, apenas replicado os conteúdos do Youtube ou publicando algumas resenhas. MAS AGORA TUDO ISSO MUDOU! Junto com outras amigas blogueiras, nos reunimos para postar uma vez por mês sobre algum tema que será decidido entre nós e traremos esse mesmo para vocês, em fotografia!

Conheça os demais blogs: Aione do Minha Vida Literária, Paola do Livros e Fuxicos, Ju Cirqueira do Nuvem Literária, Bárbara do Segredos entre Amigas e Tamirez do Resenhando Sonhos

O tema desse mês nada mais é que Inverno! É a minha estação preferida do ano? Com certeza, não. Minha casa fica muito mais gelada, é um martírio acordar para trabalhar com tanto frio… mas existem algumas coisas interessantes nessa temporada: as peculiaridades. Aqui em Brasília, por exemplo, começa uma temporada de ipês ?, onde a cor de todos eles vão mudando de acordo com a estação – temos o prazer de recebê-los rosas, brancos, amarelos e azuis. Alguns ficam mais tempo presentes enquanto outros em poucos dias já se foram. E como eu amo a cidade quando ela está tão colorida assim! É impossível você não ver pessoas comentando, se encantando, apaixonado-se pela maneira como a cidade fica linda!

A parte norte e a parte sul ficam enfeitadas e o mais interessante é que elas conseguem florir diante da seca que faz em Brasília! Já estamos há mais de 65 dias sem chuva, mas os ipês ? nos traz mais alegrias! Podem acreditar, é quase patrimônio da cidade essa árvore tão típica do cerrado. Já no início do inverno vemos elas surgindo e vão trocando de cores até o início de setembro.

Confesso que fico realmente muito boba com essa temporada de ipês? na cidade, principalmente porque as flores me lembram muito as de cerejeiras, tão comuns no Japão, e que eu tenho uma vontade enorme de conhecer. Quem sabe minhas tatuagens nas costelas sejam de ipês rosas ?  e cerejeiras? <3

Quando decidimos o tema deste mês, fiquei pensando mil maneiras de fotografar para repassar para vocês um pouco desse amor que eu sinto quando chega essa época por aqui. Algumas pessoas tem neve no inverno – quem mora aqui tem vento frio e seco e ipês! ?

A cidade inteira fica assim, gente! Sério, eu fico muito boba quando vejo tanta florzinha assim pelo chão! Como as árvores de ipês tem o tronco alto, nunca consegui pegar um buquêzinho desse em mãos! hahahahaha

Quem me acompanha no Instagram, viu que este mês eu refiz uma tatuagem na perna e mais duas: uma câmera no pulso e essa frase no calcanhar, junto com a minha irmã. Ela escreveu: “Tudo sobre ela” e eu escrevi “É tudo sobre mim“, com um coraçãozinho no final para dar aquele charme maroto.

Quem mora aqui em Brasília sabe que ao mesmo tempo que faz um calor dos infernos, em 20 minutos isso tudo pode mudar e você congela até o tutano dos ossos. Rapha Blogueirinha foi tirar fotos para o post e colocou as pernocas pra jogo, enquanto colocava um caso que até gola alta tem… Ironias à parte, eu deveria ter cortado a foto de uma maneira mais adequada, mas o resultado ficou tão legal que aaaahhhh. Só vai.

Uma novidade que eu gostei muito foi que estou pensando em abdicar de vez das faixinhas de cabelo e usá-lo mais definido e cacheado e menos sem definição. O que vocês acham? Foram as primeiras fotos que eu tirei testando esse novo penteado e, confesso, amei! Já falei diversas vezes que ter assumido meu cabelo cacheado foi uma das melhores decisões da minha vida, né? Mas é que essa fase de adaptação e transição é de descobertas mesmos, então, depois de 2 anos, vamos descobrir mais?

E é isso, pessoas lindas! Espero que tenham gostado do post e, caso tenha alguma sugestão de tema, podem deixar nos comentários ou nas redes sociais! Vai ser lindo compartilhar com vocês todo o mês. E que também seja uma inspiração para que eu volte a postar por aqui com mais frequência. Termino com uma foto que eu tirei para complementar o post, mas que eu desisti pois ficaria uma mistura de temas. As flores acabaram tomando seu espaço (todo) aqui.

novembro 27, 2016#RaphaTodosOsDias, Fotografia, Vídeos

Como eu tiro e edito minhas fotos – #RaphaTodosOsDias

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comoeutiroeditominhasfotos

Se tem uma coisa que eu adoro, adoro, adoro: é tirar foto! <3 Muitos de vocês perguntam como eu faço para tirar minhas fotos, equipamento que eu uso, onde eu vou… Hoje eu mostro como é um dia de sessão de fotos interno, na minha casa mesmo, pegando livros, objetos e outras coisinhas para compor cenário e tudo mais. Vem comigo!

abril 01, 2014Fotografia

Ensaio fotográfico: Malu, 11 dias

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Esse post é bem incomum aqui no blog, mas eu queria compartilhar com vocês de qualquer forma já que fotografia é um hobby que eu estou descobrindo.
Eu ganhei uma sobrinha esse ano e estava tipo ‘ah meu Deus, terei uma sobrinha nova!’ Assim, eu já tenho uma de 17 anos, a Luana. Outra de 1 ano chamada Camila e agora chegou a Maria Luiza – ou Malu *-* – para completar a felicidade. A Luana e a Malu são irmãs e apesar da Camila ser bem fofa e um bebê ainda, por não morarmos tão perto assim quase não temos contato, apesar de ser apaaaaaaaaixonada por ela.
Mas vamos ao que interessa:

Quando a Malu estava com 11 dias de nascida, a minha irmã pediu para que eu fizesse umas fotos dela no estilo newborn – que se caracteriza por tirar fotos de bebês com até 30 dias de idade – em que temos pessoas especializadas no assunto pelo Brasil.

É um estilo de fotografia muito popular nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e Austrália. A modalidade é destinada apenas a fotógrafos devidamente treinados para este serviço*.  A prática consiste em uma sessão de fotos na qual a criança é fotografada no seu primeiro mês de vida, sendo que o conforto e a segurança do bebê devem ser as prioridades do fotógrafo. Os ensaios podem ser realizados em estúdios devidamente preparados para receber estes pequenos clientes ou na própria residência da família.  Uma das características deste tipo de ensaio é fotografá-lo em seus primeiros dias de vida. Os registros são feitos sem roupinhas ou com acessórios próprios para recém-nascidos. É necessário também que o bebê esteja em sono profundo, para permanecer nas poses e passar a tranquilidade do momento nas imagens.
Fonte

* Lembrando que eu não sou treinada para isso. hahaha

O trabalho que eu mais gosto é da brasiliense Érika Muniz. Quando eu estava no 5º ou 6º semestre da faculdade teve uma exposição com as fotos dela na biblioteca e eu fiquei: ‘oh meu Deus, como ela deixa essas coisinhas fofas assim?‘ e fiquei olhando por horas. Aí nem precisa dizer que eu surtei com o pedido, né? Mas aí falei: tudo bem, eu faço. Desafio aceito.

Voltei para casa doida e comecei a pesquisar modelo de fotos tiradas com bebês onde eles tinham menos de 15 dias de vida e são incríveis. E por mais que eu quisesse fazer algo bem bonito e lindo com a minha sobrinha, eu já sabia que TALVEZ não fosse ficar nem parecido com os exemplos que eu estava pesquisando.
– Eu não sou fotógrafa profissional.
– Eu não tenho equipamento apropriado.
– Espaço pequeno: a casa da minha irmã é bem pequena, então, eu não sabia como iria conseguir conciliar para tirar as fotos.
– Luz: eu não consegui identificar na hora de separar a câmera e tentar fazer um pré ajuste de como estaria a luz por lá. Levei inclusive uma lâmpada fluorescente com receio de não ter luz natural.
– Limitação em cenário: por ser uma casa pequena, eu fiquei tentando imaginar como eu iria criar cenários para fotografar. Em todas as fotos dos pequenos que eu pesquisei tinha uma combinação de cores muito bonitas, que se ajustavam com o bebê e o ambiente.
– Malu: eu não sabia como ela ia reagir quando eu começasse a fuça-la para tirar foto.
Quando eu cheguei a casa dela por volta das 11hs de um domingo, dia 16/03, mostrei para a minha irmã o que eu tinha em mente e ela disse que gostava. Preciso dizer que apesar de não ser a especialista em fotografia, não gosto muito de fotografar pessoas. Eu gosto mais de detalhes e paisagens. E tudo que eu tinha pesquisado para o ensaio da Malu tinha aquele toque que mostrava algum detalhe, seja uma mãozinha, um pezinho com tênis, um lacinho no cabelo.
O que eu fiz: tentei buscar dentro do meu próprio ambiente objetos e itens que eu poderia levar para ajudar a compor o cenário. E isso foi difícil porque eu não tenho motivos para ter coisinhas de bebê espalhadas pela casa e os outros que seriam escolhidos deveriam ser neutros para não fugir do foco. Eu peguei, então, três edredons: um bem colorido com algumas palavras de sentido bom, um de oncinha e outro vermelho que ficariam bacana por ela estar ainda muito branquinha. Levei dois ursinhos, uma tiara com renda, uma cesta em formato de maçã e um baú.
Quando eu cheguei fiquei feliz por saber que que a luz estava okay e que ajustando o obturador da câmera para entrar um pouco mais de luz e o fotômetro eu conseguiria fotografar tranquilamente. As paredes do quarto da minha irmã são branquinhas, então, um ponto positivo pois é melhor branco e eu conseguir editar depois do que ser colorido ou desbotado ou descolando da parede. O espaço pequeno eu driblei expulsando todo mundo do quarto da minha irmã e do quarto da Malu. Sendo assim, só a Luana (a irmã) entrava para me ajudar e a minha irmã para amamentar e socorrer quando precisava.

Depois de todo esse histórico, seguem as fotos para vocês. Eu fiz muita, muita coisa errada e quando eu vi as fotos na câmera pensei que estavam lindas e só quando passei para o laptop foi que eu vi que várias estavam com ruídos e fiquei super frustrada e quis chorar. Primeiro: foi um dia cansativo. Segundo: a Malu não vai ter 11 dias mais. Terceiro: parece que seu esforço foi em vão. De 270 fotos dela eu consigo tirar umas 20 que eu gostei, 30 que teriam ficado lindas e 50 que teriam ficado maravilhosas se não tivesse sido mal fotografas e as outras iriam para descarte mesmo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eu gostei bastante de algumas fotos e essas me deixaram com o coração no chão pois consegui registrar um momento único na vida dessa mocinha. Mas também me fez pensar que eu preciso urgente de um curso de fotografia, pois as duas matérias que eu fiz na faculdade não foram suficiente. Obviamente que eu já sabia disso, mas agora eu realmente tive a certeza.

Sei que frustração pelo trabalho não ter saído como eu esperava é comum e já aconteceram diversas vezes. Creio que fiquei mais chateada porque fiquei tão animada que apesar de sentir no fundo que poderia dar errado, não imaginei que tantas seriam descartadas.

Mesmo assim, sabe quando você termina o dia com a sensação de: ‘okay, eu fiz. Não ficou tão legal quanto eu esperava, mas eu fiz’? Foi assim que eu fiquei. Quando eu olho as fotos, confesso que ainda me dá uma chateação mas conversei com váááááááááááaááárias pessoas que tentaram acalmar meus ânimos e agora eu estou ainda no processo de tentar aceitar kkk Se todas as vezes que eu for tirar fotos e algo der errado e eu ficar com essa sensação de frustração durante semanas, eu estou ferrada. hahaha

Espero que vocês tenham gostado do post 😉

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