Posts arquivados em: Tag: Resenha

março 26, 2018Editora Pensamento, Publieditorial, Resenhas

[Resenha] Girlboss

0 Comentários

Título: #Girlboss Título original: #Girlboss Autor: Sophia AmorusoAno: 2015 Editora: Seoman Número de páginas: 248

A primeira coisa que dá para notar ao ler o livro que é bem diferente da série.

Faz algum tempo que eu queria ler o livro da #Girlboss. Apesar de ter alguns problemas a série é bem legal e eu fiquei curiosa para saber mais sobre a história da Sophia Amoruso, criadora da marca Nasy Gal e autora do livro.

Não é qualquer pessoa que consegue transformar uma “empresa” de fundo de quintal focada em vender roupas de brechó com apenas uma funcionária, no caso ela mesma, em uma loja virtual gigante com mais de 350 pessoas e milhões de dólares em faturamento.

Independente do olhar que a gente queira dar para a história e das eventuais falhas da protagonista, não tem como negar que a história dela é uma de empoderamento feminino através de muito esforço, confiança em si mesma e uma obsessão por detalhes e coisas pequenas.

São as pequenas coisas, os detalhes e cuidados que podem estimular ou acabar com um negócio.

A primeira coisa que dá para notar ao ler o livro que é bem diferente da série, é o fato de que dá para ver que a Sophia vive quase integralmente em função da Nasty Gal e como tudo que ela faz é direcionado para que ela cresça e seja bem-sucedida no mundo da moda, que é extremamente competitivo.

Apesar de ter algumas falhas de personalidade, o que é totalmente comum e eu tenho quase certeza que não chamariam tanta atenção ou receberiam tantas críticas se fossem de um personagem masculino, é impossível não admitir que o sucesso dela se deve a muito esforço, vontade de aprender e a uma intuição aguçada de negócios e do que ela realmente quer criar e alcançar com a marca.

Uma das coisas que mais me chamou atenção e que eu não tinha parado para pensar tanto sobre desde que assisti ao filme clássico “O Diabo Veste Prada”, foi como a moda influencia muito das nossas vidas. Por exemplo, competidores de poker têm seus próprios estilos, que é diferente dos de jogadores de futebol, de celebridades como a Kendall Jenner e a Kim Kardashian e, finalmente, do estilo vintage da Nasty Gal.

Como todo mundo sabe que estas estrelas esportivas e outras celebridades podem ter uma influência enorme em tendências de moda dependendo do público que alcançam, foi muito legal poder ver um pouco sobre como a indústria da moda realmente funciona.

Eu sempre soube que a Nasty Gal Vintage era mais do que vender coisas. Na verdade, estávamos ajudando as meninas a montar um visual e a se sentirem ótimas antes de saírem de casa.

Além disto, é muito interessante ver um pouco sobre o processo de criação realmente está por trás das ideias e objetivos de um dos ícones dela, especialmente porque é difícil encontrar alguém que seja tão acessível e esteja disposto a revelar de forma tão honesta o que foi necessário para atingir o sucesso quando a Sophia.

Hoje em dia a vida da Sofia está muito diferente tanto do final do livro quanto da série. Aconteceram várias coisas depois que ambos foram lançados e elas inevitavelmente mudam um pouco da visão que foi construída.

Ainda assim o livro é uma leitura rápida, divertida e inspiradora e vale a pena para qualquer pessoa que tenha vontade de criar um negócio. Ou mesmo para uma pessoa mais focada na carreira ou queira conhecer a história de uma empreendedora que enfrentou e venceu várias dificuldades.

setembro 09, 2017Editora Verus, Publieditorial, Resenhas, Vídeos

[Resenha] Corpo – Série Trinity

0 Comentários

Título: Corpo Título original: Body – #1 Série Trinity Autora: Audrey Carlan Ano: 2017 Editora: Verus Número de páginas: 364

abril 26, 2017Editora Rocco, Resenhas

[Resenha] Trilogia Fixed: Sempre Você & Hudson

0 Comentários

Título: Com Você Título original: Found on You Autora: Laurelin PaigeAno: 2015 Editora: Rocco Número de páginas: 400

O livro não é de todo ruim pois a família do Hudson veio para quebrar com tudo e mostrar toda a baixaria que uma família rica pode ter. Mas no geral? Não, apenas não.

Leia a resenha de Por Você e a resenha de Com Você  para entender tudo a respeito desse livro aqui. 🙂

Olha, vou te contar… quando imagina que talvez não fique pior, pode ficar. E muito.

Depois de conhecer a história de Alayna e Hudson nos livros anteriores, parece que eles finalmente (!) estão bem e conseguindo se ajustar na vida. Mas o segredo que Hudson vem escondendo desde o primeiro livro finalmente vem à tona e, pela personalidade da Alyana, já devem saber que não vai ser tão fácil assim perdoar… e é sobre esse lenga-lenga que ficamos durante o terceiro livro inteiro, pois ferrou com a mente da nossa protagonista, ora tão confiante.

Alayna está disposta a ser 100% sincera e confiante em seu relacionamento com Hudson, principalmente por conta de todos os acontecimentos do livro anterior, que quase fez com que os dois se separassem. Mas do que adianta uma parte está decidida a fazer isso enquanto a outra não está? Já sabendo que o ama com toda a força do ser *olhinhos revirando aqui*, Alayna espera que seu par possa retribuir todo esse amor e expressar de maneira clara tudo o que ela deseja ouvir. Aqui, nós voltamos no tempo e vemos a regressão da Alayna quanto ao seu transtorno, pois ela começa a procurar por provas de que Hudson está escondendo algo.

Os livros anteriores sempre tem uma ligação que faz com que a história não seja perdida e que, por mais que estejam em livros separados, dão a sensação de continuidade; é como se nunca tivéssemos fechado um livro para começar o outro e todos os acontecimentos são interligados e o ponto principal aqui acontece, um assunto relacionado ao Hudson, e que ao meu ver não foi tããããããão bombástico assim. Pra falar a verdade, era algo até óbvio, a ser esperado diante de tudo que foi apresentado a respeito dele. Muitos leitores acharam incrível e algo extremamente criativo e para mim foi só… abaixo da média. Acontece que Alayna, a obcecada, acaba se mostrando ser alguém que está sabendo lidar com suas emoções e, então, temos Hudson mostrando que ele sim pode ser além de obcecado, territorialista.

Muitas pessoas acham isso um máximo. Eu acho uma chatice infinita.

Não só meu mundo gira em torno dela, mas ela é meu mundo. Ela não é somente minha razão para respirar, ela é o próprio ar. Ela é o significado por traz de cada um de meus pensamentos, cada batida em meu pulso, cada sussurro em minha consciência. Ela é o meu tudo. É tão simples e complexo como isso.

Uma das coisas que eu gosto na Alayna atual é ela tentar focalizar seus problemas e angústias em algo que trará resultado e fará sua mente ficar fora do ar: o trabalho. Gosto de como a autora faz questão de mostrar como ela é feliz fazendo o que gosta, do progresso com a boate, de pô-la a frente de algo tão grande e importante, que precisa de cuidado, dedicação e desenvoltura.

Resumindo: o livro é trabalhado em clichês que já cansamos de ler. Eu sou uma pessoa que gosta de clichê, acredito sempre que o clichê pode ser bem trabalhado de acordo com a imaginação do autor, mas aqui é aquele mais simples que chega a ser bobo. É bom deixar claro: tem quem goste, mas eu senti que foram tantas páginas para chegar em algo tão, mas tão previsível que não deixou nada para que eu tentasse me surpreender. Final feliz & previsível.

Algo que eu deixei para falar nesta última resenha: esse livros foram verdadeiramente bem traduzidos e revisados?Diversas vezes eu li algumas coisas bem absurdas e palavras sem sentido ou que faltavam algo para completar em todos os livros. Além de que em alguns momentos estão usando uma linguagem super coloquial e na linha seguinte estamos falando contar-te e amar-te. Olha gente, é complicado. Eu consigo superar clichês e relacionamentos abusivos em livros, mas livros mal revisados e traduzidos é difícil de aguentar.

E vou fazer um resumo básico e rápido de Hudson, o quarto livro do que era pra ser uma trilogia: Hudson conta os 3 livros pelo seu ponto de vista, mas também preenche algumas lacunas que ficavam apenas no imginário por motivos de todos os outros livros serem pelo ponto de vista da Alayna.  Aqui tem vários Hudson para escolher: o calculista que se relacionava com a Célia de maneira abusiva (ambas as parte), além de mostrar algumas cenas que não iríamos ter acesso através apenas dos outros livros.

O livro é todo narrado pelo Hudson, mostra como ele conheceu Alayna e todo o processo para que ele se apaixonasse pela nossa protagonista, suas angústias e medos, o que admirava na mulher, o relacionamento com a família, principalmente com Mirabelle (o que e interessante, levando em consideração que ele não se acha digno de amor).
O livro é uma mescla entre recontar fatos da trilogia Fixed e acrescentar mais alguns trechos pelo ponto de vista de um personagem que ficou à margem, levando em consideração que ele não teve voz ativa nos livros anteriores.

abril 17, 2017Editora Galera Record, Resenhas

[Resenha] Lúcida

0 Comentários

Título: Lúcida Título original: Lucid Autores: Ron Bass e Adrienne StoltzAno: 2016 Editora: Galera Record Número de páginas: 364

Lúcida não é um thriller psicológico do início ao fim e isso talvez tenha decepcionado algumas pessoas. Não a mim.

Sloane Margaret Jameson, 16 anos, são nossas personagens principais. As garotas têm o mesmo nome, a mesma idade, fazem aniversário no mesmo dia, porém têm vidas completamente diferentes. Uma é chamada de Sloane, a outra de Maggie e ambas quando dormem têm o mesmo sonho: o dia da outra.

– Bem, “a gente” significa o seguinte. Todas as noites, sonho com a vida dela em Mystic. E quando ela vai dormir na cidade dela, ela sonha o dia inteiro que eu passei aqui em Nova York. Eu acho que sou real, e ela, minha fantasia…
[…] E digo baixinho:
– Mas Sloane pensa a mesma coisa. (Maggie)

Confuso? Nem tanto. Maggie narra seu dia em um capítulo e quando ela dorme quem acorda é Sloane, que estava sonhando com o dia de Maggie. As jovens têm vidas normais: Sloane mora no interior, é uma boa aluna e tem uma grande família, tem hora pra chegar em casa e um sonho de entrar pra faculdade. Maggie mora em Nova York, é atriz e tem a responsabilidade de cuidar de sua irmã mais nova e daquela que deveria chamar de mãe.

As duas personagens são muito interessantes, não tem como gostar de uma e odiar a outra. Você simplesmente torce pra que as duas existam e possam viver normalmente, talvez até se conhecerem e virarem melhores amigas. O que, é claro, não vai rolar.

Na verdade, isso jamais poderia acontecer. Tentei procurar informações sobre Sloane em Mystic, Connecticut. Ela não existe. Meu pai nos levou até lá para passar um mês durante o verão, e eu costumava andar de bicicleta na frente da casa que acreditava ser a dela. Uma família simpática morava ali. Mas não a dela. Estou totalmente convencida que Sloane fez o mesmo comigo. (Maggie)

Depois de um tempo, é notável a semelhança de vários fatos na vida das garotas. Enquanto Sloane sofre a perda de seu melhor amigo, Bill, e tenta decidir entre um romance mais fácil com Gordy ou um cheio de complicações com James – que tem um rolo com a Amanda -, Maggie sofre a perda de seu pai, e tenta decidir entre um romance mais fácil com Thomas ou um cheio de complicações com Andrew – que tem um rolo com a Carmen.

Lúcida não é um thriller psicológico do início ao fim e isso talvez tenha decepcionado algumas pessoas. Não a mim. Simplesmente não consegui pensar em outra coisa durante os dias em que estive lendo esse livro, talvez porque as histórias das duas personagens são muito intensas e parecidas, o que leva o leitor a confundir um pouco os nomes e os fatos, ou talvez porque simplesmente eu não queria terminá-lo. Não queria descobrir o final desse problema, apenas queria continuar lendo sobre Sloane e sobre Maggie, sem pensar se as duas existiam, de fato.

E eis a cereja do bolo que eu tanto odeio: o final em aberto. Não sei bem se “em aberto” define, ou se seria melhor usar a palavra “confuso”, mas o fato é que não, não era isso que eu queria. Mas tudo bem, escreve quem pode, lê quem quer, né? Fiquei imaginando vários finais para a história e isso me deixou satisfeita. O livro merece minha nota máxima e só não ganhou infinitamente meu coração e o status de favorito por causa da tal da cereja que, é claro, deve existir gente que adora.

Meu grande medo é um dia ser normal: vou adormecer, e Maggie não estará mais aqui. Vou ter apenas sonhos comuns, uma boa noite de sono. E ela terá desaparecido.
Mas meu maior medo é o que preciso repetir pra mim mesma que jamais acontecerá. A noite que Maggie for dormir, e eu desaparecer. (Sloane)

abril 03, 2017Editora Galera Record, Resenhas, Vídeos

[Resenha] Contos da Academia dos Caçadores de Sombras

0 Comentários

Título: Contos da Academia dos Caçadores de Sombras Título original: Tales from the Shadowhunter Academy Autores: Cassandra Clare, Sarah Rees Brennan, Maureen Johnson e Robin WassermanAno: 2017 Editora: Galera Record Número de páginas: 504

Já falei as minhas primeiras impressões a respeito desse livro no post de Simon, você é o melhor! ~parece que temos uma fangirl, será?~ Não deixem de conferir, pois é importante para o entendimento da resenha! 🙂 Hoje eu trago para vocês a minha opinião completa a respeito do livro Contos da Academia dos Caçadores de Sombras, da Cassandra Clare e outros autores. Conforme falo no vídeo e que foi indicação de vocês (obrigada!), não recomendo que leiam esse livro, caso não tenha lido, no mínimo, a série principal de Os Instrumentos Mortais. Sinceramente? Caso você leia apenas esse o livro inteiro não vai fazer um pingo de sentido.

Aviso dado, confiram então a resenha e aproveitem para se inscreverem no canal.


1 2 3 4

Vídeos no canal

@equalizeleitura
© 2019 Equalize da Leitura • equalizedaleitura.com.brDesenvolvido com por