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outubro 01, 2017Foto, Fotografia, Inspiração do Mês, Músicas

#InspiraçõesDoMês: Música 🎶

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[EDITE] eu já tinha começado a fazer esse post, mas como casou de ser bem na semana do meu intercâmbio, acabei atrasando e esquecendo de postar. [/EDITE]

Oi, gente! Tudo bem com vocês? Setembro acabou e isso significa que temos Inspirações do Mês! <3 Para quem não sabe o que está rolando, eu e mais algumas amigas blogueiras decidimos fazer esse projeto para manter o blog atualizado e ter uma unificação de posts, onde vocês possam ver como cada uma decidiu trabalhar em cima do tema.

Confiram os temas já feitos: 🌸 inverno  e ✈ viagens.

Conheça os demais blogs participantes do projeto: Aione do Minha Vida Literária, Paola do Livros e Fuxicos, Ju Cirqueira do Nuvem Literária, Bárbara do Segredos entre Amigas e Tamirez do Resenhando Sonhos.

O tema desse mês foi MÚSICA! Nem preciso comentar o quanto fiquei animada, nénón? Já fui muito movida a base de música, hoje em dia eu gosto muito, mas não sou uma pessoa que vive de música, literal ou metaforicamente. 🙂

Tem uma coisa relacionada a música que eu gosto muito: festivais e shows. EU AMO A ENERGIA das pessoas que estão ali porque, de fato, admira aquele artista e a música dele lhe traz boas lembranças. E em setembro teve um evento que eu ADORO participar e já foram três vezes: Rock in Rio!

Já assisti show do Bon Jovi, da Rihanna e este ano, do Maroon 5. Eu tenho vontade de chorar todas as vezes que o artista canta aquela música especial, quando todo o público entoa todos juntos. Quando a energia de todo mundo é a mesma, quando o objetivo é admirar alguém que tocou tão profundamente sua alma. Sério, eu adoro festivais de música.

Junto dele tem as pessoas especiais que fizeram parte junto comigo. É bem impossível falar de música sem dizer daquele alguém que me recordo, das músicas que canto juntos com um amigo especial, daquelas que me lembram a infância e das bem mais antigas que lembra a minha mãe ouvindo. Nos cliques abaixo, com a minha companheira de Rock in Rio 2017, a amiga que me aceita com todos os meus defeitos e que fez desse dia ainda mais especial <3

 

Diferente da minha mãe e irmã, não sou uma pessoa muito chegada ao sertanejo – se eu estiver na balada e tocar, o que farei? EU DANÇO! Mas ouvir por vontade própria? Não mesmo. Sendo assim, sempre foi uma questão talvez polêmica em casa, pois já passei peças fases de Rouge – Swingueira (ahãm!), muito roqueira, muito pop, muito música antiga que fizeram sucesso antes que eu nascesse.

Meu post esse mês vai ser curtinho porque não me organizei o suficiente para tirar fotos legais com minhas coisas pessoas em casa. Mas juro que quando voltar ao Brasil, atualizo devidamente tudo por aqui. 🙂

setembro 08, 2017Bienal, Vídeos

Vlog Day na Bienal Internacional do Rio de Janeiro 2017: Encontro de Booktubers, Piquenique Literário e mais

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Bienal chegou, Bienal passou. Para algumas pessoas foram 11 dias de pura magia literária, enquanto para outros, como eu, foi um final de semana pra lá de especial e maravilhoso! ♥ Este ano, foi extremamente mais apaixonante, pois conheci pessoas incríveis, revi outras tantas, encontrei TAAANTOS DE VOCÊS que me deram tanto carinho! Ai, gente! Amo Bienais! A seguir, mostro um pouco de como foram esses dias no Rio de Janeiro e também algumas fotos especiais.

Janeiro 14, 2017Autor Independente, Booktrailler, E-Book, Livros Nacionais, Resenhas

[Resenha] Proletário – Baseado em Fatos Reais

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Título: Proletário – Baseado em Fatos Reais Título original: Autor: Leanderson SilvaAno: 2016 Editora: Publicado na Amazon Número de páginas: 114

Sim, eu não esperava que fosse gostar de um livro que tem como plano de fundo o Rio de Janeiro.

O Leanderson entrou em contato comigo para que eu lesse seu livro e eu fiquei em dúvida, principalmente, quanto ao tema. Quem me acompanha, sabe que eu gosto dos romances no geral, mas que vez ou outra acabo sendo atraída para livros de suspense, thrillers, fantasia. Comecei a ler o livro sem grandes expectativas e eis que eu apenas ME SURPREENDO com o conteúdo! Sim, eu não esperava um livro bem escrito. Sim, eu não esperava que fosse gostar de um livro que tem como plano de fundo o Rio de Janeiro. Sim, eu não esperei que fosse refletir tanto a respeito de algo que está tão distante da minha realidade.

O livro, com 114 páginas e uma leitura bem fluída, nos apresenta o Proletário e vamos conhecer sua vida morando na favela: sua infância humilde junto com a família, o relato sobre como foi viver em um lugar onde a polícia não tem acesso, o governo pouco se importa e os traficantes comandam quem entra e quem sai. Até o momento que um novo comando assume a favela e as coisas começam a mudar… mudar para melhor. Mas isso seria possível?

Proletário nós conta, em primeira pessoa, as mudanças perceptíveis dentro da favela quando o comando é redirecionado, quais são os benefícios para quem mora ali, quais são as regras e os problemas, pois sim: mesmo tendo melhorias, algumas coisas não mudam. Dentro de uma comunidade, quem faz as regras são outras pessoas e, de repente, ele vê alguém muito próximo a si tornar-se chefe do tráfico. Neste momento, vamos acompanhar a trajetória do Proletário, sua visão de vida, de princípios básicos que lhe foram passados dentro de casa, seus desejos, sonhos e frustrações em comparativo com a constante vigilância de homens fortemente armados, a venda de drogas e morte.

O livro é ficcional, contudo, tem como plano de fundo o fatídico dia, em 2010, em que tivemos um cenário de guerra dentro do Complexo da Penha, e acompanhamos traficantes fugindo dos policiais através da mata e perdendo o comando da favela. O livro é pequeno, mas o autor tem a capacidade de deixar tudo muito claro em poucas palavras, sem ficar entediante com a quantidade de detalhes e informações que não são necessárias para o desenvolvimento da história. Tudo que lemos é rápido, com informações precisas. É um livro ficcional? Claro, mas que tem vários pontos que são reais, que realmente aconteceram.

Nós acompanhamos o dia-a-dia dentro de uma favela.

Nós temos uma visão de como vive a pessoa que se torna o chefe de uma favela.

Nós lemos como os moradores acreditam que ali é o melhor lugar que poderia viver. Mas não percebem, que muitas vezes, não tem outra opção.

Isso tudo tem ainda mais veracidade pois o autor viveu dentro de uma comunidade. Tem como ler algo mais real que o relato de alguém que estava ali?

Eu sempre gosto quando os autores desenvolvem suas histórias dentro de um fato verídico: Diana Galadon com Outlander faz isso muito bem. Já nas primeiras frases, conseguimos nos situar no tempo, saber do que o autor está falando e se envolver com os personagens principalmente por causa da proximidade real da história com nós, leitores. Eu não moro no Rio, mas eu acompanhei todo o drama. O mais incrível é que consegui me colocar na situação que está tão distante da minha realidade e pude refletir, através das palavras, sobre ações que eu simplesmente ignoro.

Enquanto a minha leitura ia caminhando para o final, em diversos momentos eu vi a crítica social embutida, às vezes sutil, às vezes nem tanto, do autor para com a situação em que diversas pessoas vivem. Pensei também quais os motivos levam pessoas a se submeterem a viver com tanto pânico e terror dentro de uma favela: algumas não tem escolha, outra não tem opção, outra gosta; a comparação entre  família que não queria que os filhos se envolvam com algo errado X o filho que sempre sonhou em fazer parte; filho que construiu uma família e queria ser livre e dar essa oportunidade para a filha X filho que tinha um império para cuidar e tudo ao seu dispor, mas era alguém preso em suas próprias amarras; a realidade mostrada na televisão, diante do fato tão grande X a realidade contada por alguém que vive e sabe como funciona.

Para finalizar o que eu tenho para falar com vocês sobre este livro: estou surpreendida. Adoro o jogo de troca de pessoas, ora em primeira, ora em terceira; dessa forma, consegui ter uma visão abrangente do livro. Elas são sutis e mesmo que você se incomode, acalma a mente e se joga na leitura. Em diversos momentos meu coração se apertou – fica tão claro que  família não é nada e é tudo, e o final destruiu o meu coração.

Mas eu estou bem.

Eu acho.

É um livro inteligente, acima de tudo. De acordo vai lendo, percebe o ciclo se fechando. E até comentei com o autor que me lembrou bastante do Gustavo Ávila com a sua escrita tão peculiar e gostosa de ler: são pequenas doses para completar uma história, sem furos, sem enrolação, direto. Existe um ponto inicial bem definido, existe algo para ser contado em detalhes importantes, existe um final a ser concluído.

Vocês podem conferir o Booktrailer do livro aqui e, claro, gostaria de saber a opinião a respeito do livro: ele está disponível para compra na Amazon, bem baratinho, e vale a pena.

Vale muito a pena.

Saiba mais sobre o autor: SiteFacebookInstagramTwitter

setembro 30, 2015Vídeos

Vlog Day no Rock in Rio 2015

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eufui

YEAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, no último sábado eu participei da edição de 30 anos do Rock in Rio e assisti, entre outros, o tão aguardado show da Riahnna! *\O/* Eu consegui filmar um pouquinho do meu dia por lá e está no vídeo para vocês!

Coisas que eu aprendi nesse Rock in Rio:

– Que todo ano eles mudam as regras. Podia levar comida e eu fiquei o dia inteiro com o bico seco sem comer pois 1. me recuso a pagar o preço absurdo da comida lá dentro 2. não levei minha própria comida 3. depois que fui para frente do palco, não dava para sair.

– Que o pessoal do show no dia 26 são burros. Desculpa, galera, mas é verdade. No Rock in Rio de 2013, quando acabava o show, a galera toda sentada no chão e como eram muitos, ninguém conseguia passar, OU SEJA, ninguém estava cansado quando finalmente chegou o show do Bon Jovi pois estavam sentadinhos, descansando, conversando, esperando pelo próximo show. Nessa edição, não: eu fiquei de 18:30h até o fim do último show em pé e espremida. Imaginem minhas pernas como estão felizes até agora.

– Que agora existe um cadastro para brincar nos brinquedos que não faz você ficar horas e horas e horas e horas na fila, como aconteceu na edição de 2013. E eu nem sabia e não andei de tirolesa 🙁

– Que a Riahnna é realmente muito gata. Tem cara de bitch mesmo e mesmo assim *GRRRRWWWON* #gata

– O Sam Smith é um fofo e que canta demais.

– Que o Lulu Santos sabe fazer um show. 🙂

Que você pode ser reconhecida e encontrar leitores em festivais também.

Março 25, 2015Músicas, Trilha Sonora

Ed Sheeran no Rio de Janeiro: Setlist Ideal

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edsheeran

Olá, galerinha boa! 🙂

Olhe, eu não sei vocês, mas para mim abril está prometendo ser o melhor mês do ano até então. Livros de autores que gosto a serem lançados, 5° temporada de Game of Thrones, e… dois shows que eu estou m-a-l-u-c-a para assistir. Um deles é da banda Imagine Dragons, talvez eu faça um post como esse dedicado a eles também, e o outro é o ruivinho que eu mais amo: Ed Sheeran.

Ele é o tipo de cantor/compositor que destrói meu coração com qualquer música. Eu particularmente gosto muito de músicas com ritmo lento, aquela melodia mais calma, e claro de músicas com uma lírica de arrepiar os cabelos da nuca. Ed tipicamente entrega os dois, por isso é impossível para mim definir uma música favorita. Se o plural for possível, tudo bem, então vou rabiscar algumas aqui. Não está na ordem de gosto mais/gosto menos, eu nem conseguiria… Vamos no botão “aleatório” mesmo.

1. The A Team

Não poderia começar com outra música se não a primeira música dele que ouvi, e a música que fez com que parasse por um minuto e sentisse. Se não conhece, aconselho você a assistir junto ao clipe. É uma música triste, que fala, sobretudo, dos sacrifícios que as pessoas têm que fazer para sobreviver e que muitas vezes, a vida não lhes nada de volta. Quando dormir hoje, pense nos anjos que conhece e peça que a felicidade lhes toque em algum momento.

2. Lego House

Essa foi a segunda música dele que ouvi. Além de incrivelmente romântica e apaixonante, o clipe da música conta com ninguém mais mais ninguém menos do que Rupert Grint (alguém lembra de Ronald Weasley aí?). Sempre uma boa pedida para dedicar a alguém. Sempre uma boa pedida para fazer alguém querer te abraçar e não largar mais.

3. Give Me Love 

Já na ordem, vamos a terceira música que conheci? Give me love acabou comigo desde a primeira vez, a melodia dela já é melancólica. Sei que isso não é a praia de muita gente, mas é a minha. Risos. O clipe me fez querer gritar de angústia, mas é o tipo de música que fico feliz por existir naqueles meus momentos depressivos de sábado à noite + chocolate e/ou nutella e/ou sorvete. Mas acima de tudo… Reafirma o talento extraordinário que Ed Sheeran também tem como compositor.

4. Kiss Me

Essa é o tipo de música que não poderia faltar em um show dele mesmo daqui a 20 anos, quando ele tiver no mínimo 15 álbuns lançados (eu espero)… É aquela música que consagra um artista. É o tipo de letra que você ama tanto que gostaria de internaliza-la e externaliza-la ao mesmo tempo, para que o mundo conhecesse.

5. One

Essa música… Ah Deus, e a  questão é que estou escutando a minha playlist dele para escrever né? Logo, as lágrimas pelo meu rosto. Okay… Foco. Essa música seria maravilhosa se fosse de qualquer pessoa, mas com a voz do Ed no seu ouvido? Como se cantasse para você? Injusto. Muito injusto. Imagine aquela letra tão linda, aquele sentimento que você sempre desejou sem saber. Essa música te faz desejar por algo, por algo a mais. Você pode não admitir, não querer pensar, não dizer… Mas você vai saber o que essa música fará com você.

6. I See Fire

Sabe aquela música que você canta a plenos pulmões, com uma mão no coração e outra segurando o microfone imaginário? É essa. Ao menos para mim. Impossível descrever o que essa música representa, o que a letra dela acende em mim. Não é por menos que ela faz parte da trilha sonora do filme The Hobbit. Ela explode quanto toca… E eu explodo só de pensar nela.

7. Sing

Eu estou absurdamente ansiosa por cantar essa música no show, se não por mais nada só pelo título dela. Ela tem um estilo diferente das músicas comuns dele, uma pegada mais pop e dançante. Ele sempre apresenta música de um jeito mais despojado e solto. Eu me imagino pulando alucinadamente com ela estourando em meus ouvidos. Mais do que nunca, eu quero ouvir Ed caracteristicamente gritando “SING” para a plateia.

8. Don’t

Falando em músicas com estilo diferente… “Don’t” tem uma batida e estilo rap. Eu ouço as primeiras batidas dessa música, eu começo a me mexer e mudo a postura para a postura “Fuck Off”. É nisso que eu penso com essa música, todas as vezes… Afinal, a razão por trás dela é justamente uma sacanagem que alguém ousou fazer com o Ed. Uma desequilibrada qualquer. O clipe dessa música? Oh.Meu.Deus.Na.Terra.E.No.Céu. Eu sou absolutamente louca por dança, e a coreografia do vídeo? É para cair dura. Ou colocar no repeat até aprender cada passo.

9. Tenerife Sea

Aquele tipo de música que se fosse uma imagem, seria um arco íris. A fofura dessa música não pode ser descrita. Se você ler a letra, é capaz de não suportar tanta doçura, tanta ternura de uma vez só. Esse é o tipo de música que toda pessoa deveria escutar uma vez, de alguém de quem ela gosta, e acreditar na beleza que existe em cada um de nós. Eu sorrio só de pensar nela. O som de fundo dessa música, para mim? É a risada de uma criança. O meu sentimento é o mesmo.

10. Bloodstream 

Eu gosto demais da batida dessa música. Ela é gostosa de ouvir, gostosa demais. A letra dela não é feliz. Not at all. Por ela ser uma perfeita contradição, eu a amo ainda mais. Adoro contradições. Entendo contradições. Sou uma contradição.

11. Small Bump

Eu tenho um fraco grande por histórias entre pais e filhos. Um fraco grande. Portanto essa música, essa música… Ela é mais do que especial. Ah, ela celebra uma das formas mais puras de amor, o amor paterno. E ele anda meio sumido, não é? Vamos combinar uma coisa? Vamos divulgar essa música + o clipe dela? Vamos divulgar o amor? Isso sim é lutar pela família.

12. Wake Me Up

Outra música melancólica, outra música que amo, outra lírica surreal. Ela é mais acústica. Na verdade, essa música é mais poesia do que outra coisa. Imagino-a em um show mais íntimo num pub, ou em um luau na praia… Nossa, ela seria perfeita. Poucos amigos, uma fogueira, o som do mar e o som do violão. Mas imagino-a também num lugar lotado, em que até os corações para ouvir. Um palco com uma iluminação fraca sobre um menino ruivo que ousou sonhar, dedilhando um violão e com essa poesia nos lábios. Já posso ouvir.

13. Afire Love

Essa música PRECISA estar nesse show. E quando ela tocar, eu caio no chão de amor. É mais que família, é mais do que falar de Alzheimer’s, é a forma como é tratado. É o fato de que ver o Ed Sheeran cantando essa música ao vivo vai ser demais para meu coração. Mesmo quem nunca teve um caso na família como esse, mesmo quem nunca sofreu diretamente com isso, sente. Eu tive, e é impossível ouvir essa música sem lembrar da pessoa. É amor. É vida.

14. Photograph

Olha, que difícil me conter para escrever sobre essa música ao invés de sair por aí a cantando. Okay, por que me privar? Farei os dois. Eu não tenho um namorado, mas quando ouço essa música é como se eu tivesse. Eu canto como se eu tivesse. Essa música me lembra amor adolescente, e eu imagino a fotografia tocada por dois sorrisos jovens e duas mãos entrelaçadas.

15. All Of The Stars 

Essa música faz parte da trilha sonora do filme A Culpa É Das Estrelas. Acho que a descrição já encerra aqui, não é? Eu não consigo ouvi-la sem pensar no filme, e não consigo pensar na palavra “stars” sem pensar nela. Ela é triste, ela é incrível. Ela aperta o coração, ela alivia a alma. Ela é tudo.

16. You Need Me, I Don’t Need You 

Mais uma música para dizer “Fuck Off”, como as adoro. Essa tem uma batida dançante, um clima bem libertador. Solto. Gostoso. Descontraído. Já te convenci, não é?

17. Little Bird 

Essa é tão cúmulo da fofura. Tão… Tão… Tão… Fofa. Ah, ela tem que estar no show. Ela me deixa feliz, leve, com um sentimento bom, sabe? Penso em dançar essa música de um jeito desengonçado e completamente espontâneo. É isso. Essa música me remete à espontaneidade. À dança. À sorrisos.

18. Firefly

Esta é quietinha. Calma. Eu imagino um casal, pronto para dormir, e na calada da noite, um dos dois começa a cantar essa música em sussurros no pé do ouvido do outro. Ternura. Sorrisos. Abraços. Carícias.

19. Even My Dad Does Sometimes

Essa música é pouquíssimo conhecida, mas eu gosto tanto, tanto, tanto dela. Inexplicavelmente tocante. É ok não estar ok. Homens podem chorar. Eles podem sentir. Abrace o sentimento, qualquer um deles. Se você sente, é porque está vivo.

20. Thinking Out Loud

Essa é certeza no show. Claro. Sobre o clipe? Sobre a coreografia de Contemporâneo? Palavras não descrevem, então eu nem vou tentar. Essa música é auto explicável. Eu não vou nem tentar. Poder ouvir essa música é um privilégio. É um presente. Então, apreciem.

Ufa. Olhe, foi mais difícil do que eu pensava. Selecionar músicas? No conceito: deixar algumas de fora para o post não ficar tediosamente grande? Bem mais difícil do que parecia. Para mim, toda música do Ed é ouro. Todas são sucessos. Então vou agora esperar o show, torcer para que eu não tenha arrancado todos os cabelos lá pelo dia 30 de abril, e se eu não agarrar as pernas dele e ir me embora com meu ruivinho, volto e conto para vocês como foi.

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